quarta-feira, 26 de abril de 2017

A moda das "coleções cápsula"


Ainda se lembram quando a coleção de Primavera/Verão chegava às lojas e permanecia inalterável até ao final da estação? Quantas vezes não vimos um vestido de sonho, mas decidimos esperar pelos saldos e fazer figas que ainda houvesse o nosso tamanho? 

Pois, essa fase já era porque chegámos à "moda" das coleções cápsula e aqui é bom voarmos para a loja porque corremos o risco de não conseguir apanhar nada da nossa wishlist. 

O bom desta tendência é o facto de passarmos a estação sempre com novidades que normalmente combinam com a linha base da marca e ainda sentirmos uma certa "exclusividade", ou seja, há menos risco de chegarmos ao trabalho e termos 4 das nossas 5 colegas com a mesma camisa. 

O mau é que temos de estar super atentas às novidades e comprar na hora, não há espaço para indecisões... eu vejo isso pela roupa dos miúdos, é um custo encontrar o tamanho certo ou o modelo que já tinha visto, mas que continua sem chegar às lojas físicas e até às online. 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Quatro semanas = menos 3kg


Já fez um mês que comecei a minha cruzada contra o excesso de peso e ainda hoje me custa ver o ponto a que cheguei e saber que tenho o dobro da gordura que devia ter. No entanto, quando encontro roupa antiga percebo perfeitamente para onde é que os quilos extra foram parar.

Gostava de ser daquelas pessoas que comem sem parar e que a comida vai para um sítio que nem os próprios sabem. Ou então de não gostar tanto de doces, nem de salgados. 

Seria mais fácil, mas possivelmente não percebia o conceito da dieta como estou a perceber. A dieta não é apenas uma dieta. Na verdade nem pode ser vista dessa maneira. Deve ser encarada como uma mudança de rotinas e de estilo de vida. 

Ser saudável compensa e para já compensa na hora de comprar roupa. As camisas e as calças já começam a assentar melhor e já começo a conseguir ir às lojas "normais" sem ficar fora da tabela apertada que em muitos casos vai do XS ao L... e eu estava no XL...

Apesar de ter tido mais sucesso nas duas primeiras semanas de dieta - menos 2kg e menos 10 cm na cintura -, a verdade é que no total já foram 3kg. Ou seja, menos três pacotes de arroz ou de açúcar a sobrecarregarem a minha coluna e as minhas pernas. E o que é certo é que já começo a sentir a diferença. 

E a ajudar, regressei ao yoga e ao pilates para corrigir a minha postura, que em parte foi prejudicada pelas duas gravidezes, mas também pelo peso que tenho a mais. Sinto-me efetivamente mais leve e só isso é suficiente para me fazer querer continuar a cortar nas porcarias e a fomentar um estilo de vida mais saudável.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Se o baby Pedro tivesse sido o primeiro acho que era filho único


Há aqueles bebés que dormem mal nos primeiros meses por causa das cólicas - como foi o caso da princesa Leonor -, há aqueles que fazem os pais "sofrer" os pais um bocadinho mais porque prolongam as noites mal dormidas porque ainda mamam e acabam por ficar "dependentes" do colinho e da mama, e depois há o baby Pedro que está quase com 14 meses e dormir mais de 2 ou 3 horas de seguida no berço é complicado...

Hoje quando o fui buscar ao colégio, as educadoras do segundo berçário - onde ele já passa mais de metade do dia porque não quer estar com os "bebés" da sala dele disseram-me «ele quando chega a casa deve ir quase direto para a cama de tão cansado que vai daqui, não? É que ele não pára!»

Pois, era bom que assim fosse, mas infelizmente isso deve acontecer uma vez por mês no máximo. Um fim de dia típico na vida do baby Pedro nunca é tranquilo. Vou buscá-lo entre as 18h e as 18h30, chega a casa brinca uns 10 minutos e a seguir agarra-se às minhas pernas. Enquanto acabo de preparar o jantar peço umas 10 vezes ao pai ou à mana para o virem buscar porque tenho se não fica difícil cozinhar e pôr a mesa. Janta e aqui nunca há grande dificuldade porque come bem (pelo menos isso) e depois "arrebita" e volta à brincadeira. Corre a casa toda, quase sempre a jogar à bola ou com um balão, desarruma o quarto da mana de uma ponta à outra e quando lhe pego para o pôr a dormir chora. Para imaginarem o choro que é, a minha vizinha de baixo até já me perguntou o que é que ele tem...

Entre as várias tentativas para o adormecer acaba por voltar a ficar com fome e assim que vê a mana a beber leite vai a correr para a cozinha a apontar para o frigorífico a reclamar o seu biberão. Enquanto a mana bebe uns 160 ou 170ml, ele não se contenta com menos de 270-300 ml, ou seja, o biberão quase cheio. Se é menos, volta a chorar e agarra-se ao biberão como se isso fosse aumentar a quantidade de leite que lá se encontra...

Noite sim, noite não acaba por adormecer a seguir ao leite. Mas nem sempre aceita ficar no berço. Passado umas 3horas lembra-se que tem fome e acorda... umas vezes acabo por lhe dar leite e voltar a pô-lo no berço, outras fica irrequieto e não quer ir para lado nenhum, a não ser estar no meu colo. Tantas noites que, de cansaço - meu, claro! - acabamos por dormir um par de horas no sofá para tentar não acordar a mana com o choro estridente. E muitas vezes volta a pedir leite mais uma vez, assim mais perto da madrugada, do estilo 5 ou 6h da manhã..,

E nem vir para a nossa cama funciona porque quando lhe dá a fome grita e chora e empurra-me numa postura do estilo: «vai lá aquecer-me o leite! Está na hora!»

Depois de quase 14 meses a dormir por turnos ou toda torta no sofá com um pestinha grudado no meu colo, digo várias vezes que se ele tivesse sido o primeiro não havia mais babies cá por casa. E se houvesse iria demorar mais tempo... uns 6 ou 7 anos, pelo menos até eu conseguir esquecer estas noites. 

Conselhos e dicas aceitam-se... com urgência porque a minha sanidade mental anda a escassear...

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Saudades dos piqueniques


Com a mudança de casa, a organização das coisas e as inúmeras visitas que temos recebido, tem sobrado pouco tempo para os programas com os príncipes, mas hoje quando vi a nova campanha da Mustela de oferta de lancheiras isotérmicas bateram as saudades dos piqueniques. 

Não há nada melhor do que ver os príncipes a correrem pelo parque, a andarem nos baloiços e nos escorregas, a explorarem com os dedinhos pequeninos as texturas da relva, da terra e das flores, a conhecerem os insetos e os animais que por ali habitam e a darem gargalhadas sinceras e puras. 

Outro momento delicioso é aquele em estendemos a toalha e as mantas no chão e eles aproveitam para rebolar lá em cima nos segundos seguintes. Sim, acabamos sempre por ter de os "expulsar" e voltar a estender a toalha para podermos colocar as saladas, sumos, fruta, loiça, talheres e afins. 

Vamos tentar aproveitar este fim de semana para "recuperar" as rotinas de piquenique. Mas desta vez além das lancheiras dos papás, os príncipes também vão poder levar as suas próprias lancheiras que até agora têm sido usadas pela Leonor para guardar os brinquedos e tralhas - é que ela está sempre de viagem ahahaha :)

Informação extra: as lancheiras isotérmicas Musti já estão disponíveis e vêm em três cores/gamas: azul (gel lavante + Hydra Bebé corpo para pele normal - PVR: 21,61€), amarelo (gel Cold Cream + leite corporal para pele seca - PVR: 23,86€) e verde (creme lavante + creme emoliente para pele atópica - PVR: 29,59€).

terça-feira, 18 de abril de 2017

Summer dresses


Com os dias quentes o que começa a apetecer? Vestidos e sandálias!

Hoje partilho as novidades de primavera/verão da marca portuguesa Coquelicot que trazem frescura, leveza e romantismo a um estilo descontraído, mas versátil. 

Facilmente imaginamos alguns destes vestidos num dia de praia, mas com uns extra esse look pode ser adaptado para uma festa/cocktail. 


 





segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ficar desempregada não pode ser um bicho de sete cabeças, mas sim uma oportunidade


É fácil dizermos "vai correr tudo bem", "vais arranjar um trabalho melhor", "tens imensa capacidade", "fecha-se uma porta, abre-se uma janela..." o problema é que é fácil para quem diz, mas não para quem ouve...

Quem ouve isso porque acabou de ser despedido tem a noção de que a vida como a conheceu até aquele momento nunca mais será igual. As coisas vão mudar e não é porque o próprio decidiu. O próprio (na maioria dos casos) nem sequer foi consultado e quando recebe a carta de dispensa pensa «porquê? e porquê eu?». Nem sempre há resposta para essa questão e muitas vezes mais vale não perdermos muito tempo a tentar encontrar uma boa justificação. 

Depois da frustração e das dúvidas vem a revolta, por vezes misturada com a tristeza. Pensamos no que demos à empresa, no quanto vestimos a camisola, mesmo quando fomos operados e não usámos a baixa médica ou daquela vez em que o bebé ainda mamava, mas optamos por ir trabalhar porque fazíamos falta e isso do horário reduzido além do 1º ano de maternidade é visto como um abuso por parte da funcionária e até quando tivemos aquela proposta "milionária" que recusámos porque gostávamos mesmo do que fazíamos, mesmo com um salário menor. 

E quando batemos no fundo, sentimo-nos na merda. Achamos que somos as únicas aves raras nesta situação; depois percebemos que somos muitos e aí preferíamos que fossemos mesmo os únicos porque podia ser mais fácil arranjar emprego. Sim, porque nem para entrevista nos chamam. Os dias passam, já mandámos currículos para a nossa área e para outras 5 áreas que nada têm a ver connosco. Corremos todos os sites de emprego, pensámos emigrar, pensámos criar o nosso próprio negócio, mas desistimos de seguida quando percebemos que estamos em Portugal e que para tudo é preciso meses de burocracia e dinheiro inicial que não temos. 

Dormimos sobre o assunto, tentámos ver esta fase como uma fase. Mentalizámo-nos que até estávamos a precisar de uns dias... vá, umas semanas... de descanso. Se calhar esta podia ser uma fase de férias. Soa melhor, não soa? Mas na verdade não sabe a férias, sabe a castigo e curiosamente até está sol e a praia até está perto, mas e vontade?

Mas depois do luto, da adaptação, da luta, do desespero, do desânimo, das dúvidas, das filas e telefonemas para a Segurança Social, para as Finanças, para o Centro de Emprego, para os seguros, para as propostas de emprego e entrevistas falhadas percebemos que afinal havia alguém que tinha razão porque "vai mesmo correr bem!" Sabem porquê? Porque quando estamos tranquilos com a porta que se fechou e quando fazemos o luto e quando nos sentimos a recuperar a vitalidade e a força, há mesmo janelas que se abrem. E mesmo que não sejam as janelas que queríamos, sonhávamos ou prevíamos, a verdade é que devemos entrar. Há riscos que devemos correr, e este é o momento certo para o fazermos. Porquê? Porque pela primeira vez (ou não) não temos mais nada para fazer, logo podemos tentar tudo, arriscar tudo e experimentar tudo. Até aquela roadtrip que estava na bucket list, aquele curso de olaria que ninguém nunca percebeu porque o queriamos fazer, aquela visita à cidade onde gostávamos de viver e até aquele sonho de fazer o Caminho de Santiago a pé...

O caminho, faz-se a caminhar e não há limites, só estradas para escolher e percorrer!

Ainda não tenho corpo de biquíni, mas de fato de banho já


Aos poucos estou a recuperar a minha forma física, mas ainda não é o suficiente para um belo biquíni. A sorte é que há fatos de banhos tão giros, que nem me importo muito de optar por um fato de banho agora e adiar mais um bocadinho os biquínis. Hoje partilho alguns dos meus preferidos da coleção de verão da women'secret que já começou a chegar às lojas. 






quarta-feira, 12 de abril de 2017

Para as apaixonadas por cadernos, blocos e bloquinhos (como eu)


Desde miúda que sou super fã de tudo o que seja material de "escritório": canetas, lápis, cadernos, blocos de notas e até borrachas... E quando vi estes novos cadernos Noote fiquei rendida. 

Personalizáveis, inspirados nas peças de LEGO e super originais, os Noote são os primeiros cadernos com uma capa inteiramente feita de bricks e que trazem uma recarga de papel e bricks extra para podermos expressar-nos livremente. 

Além de podermos criar um caderno totalmente personalizado também podem usar a Noote App para editar os modelos das coleções que existem.   

No que respeita a preços há duas opções: €37 se tiver bricks só à frente (416 peças) e €49 se também tiver bricks na contracapa (832 peças).

A título de curiosidade, mas porque também é super importante ao nível ambiental, as recargas são de papel 100% reciclado, acid-free e há três opções: liso, pautado e pontilhado e trazem marcadores de página e uma régua destacáveis. 







Já pensaram bem na comida das festas para crianças?


Pensei muito antes de escrever este post, até porque acredito que vai ferir susceptibilidades, mas decidi fazê-lo porque tenho a certeza de que também vai pôr muitos pais, tios, padrinhos e até amigos a pensarem mais nas escolhas alimentares que fazem para as festas dos mais pequenos. 

Eu ainda sou do tempo em que as festas de anos eram dos poucos momentos em que podíamos comer doces e salgados com menor controlo por parte dos pais. Primeiro porque não eram bens de primeira necessidade e naquela altura a gestão do orçamento familiar era mais apertada, logo não havia na despensa um "batalhão" de batatas fritas e gomas; depois porque não havia no supermercado tanta variedade de chocolates, fritos e snacks; e por último porque também não eram tão "baratos" como são hoje. 

No entanto, nos últimos anos entrámos oficialmente naquilo a que chamo "happy hour of fast, sweet and Instagramer food", o que quer dizer que o que realmente interessa é que a comida e os snacks tenham um aspeto "delicioso", colorido, fotografável e de fazer "inveja" às outras mães e pais. O problema é que muitas vezes essas escolhas são tudo menos saudáveis... já imaginaram quantas calorias, gordura e açúcar é que tem cada mini mousse de chocolate, cada panqueca ou fatia de bolo, cada bolinha de brigadeiro com leite condensado e chocolate, cada pastelinho de bacalhau, cada mini hambúrguer, cada salgadinho de carne ou camarão? Ai... se calhar é melhor não usar a máquina de calcular porque em meia hora podem ultrapassar o valor ideal para o dia inteiro e passar facilmente a quantidade de açúcar ou sal desejáveis para uns dias...

E foi quando alguns pais começaram a fazer essas mesmas contas que começou a surgir uma nova onda de opções alimentares mais saudáveis, mas por vezes demasiado fundamentalistas. 

Eu não concordo nem com uma nem com outra. Acho que - como em tudo na vida - o meio termo é o melhor caminho. O ideal é haver alternativas para todos, para que haja liberdade de escolha. O problema é quando isso não existe e ultimamente tenho ido a demasiadas festas e eventos em que não encontro uma opção saudável que seja. Sumos só com gás, bolos só com muito açúcar e com coberturas doces, muito doces, e nada de uma salada de frutas ou de umas espetadas de fruta ou de tomate com queijo fresco; nem sequer umas sandes mistas que na minha altura eram obrigatórias em qualquer festa; e iogurtes ou sumos naturais também está escasso...

E pensar que é tão simples fazer gelatinas coloridas, espetadas de fruta, snacks de cenoura, wraps de legumes ou iogurtes com fruta!

O mesmo acontece com os brindes que os miúdos levam para a escola. Quantas vezes é que os vossos filhos levaram para casa um saquinho com canetas, lápis ou até um puzzle ou um jogo que era o brinde da festa do amiguinho X ou Y? Pois, não é preciso pensarem muito, quase de certeza que a resposta é: «nenhuma». As gomas, os chupas, as pastilhas e os chocolates são quase sempre a escolha mais fácil e "barata" (será?!). O problemas é que não é uma vez por mês. Há meses em que há cinco ou seis amigos que fazem anos e depois fica dificil dizer aos nossos filhos que não podem comer as gomas da festa da Constança porque já comeram os chocolates do aniversário do amigo Diogo, certo?

Não é fácil mudar hábitos, mas temos de pensar que nos cabe a nós começar a mudança. Se não fizermos nada de certeza que nada melhora. Por isso, este ano decidi que vou procurar um brinde diferente para a princesa oferecer aos coleguinhas da escola por altura do aniversário dela. Já só tenho dois meses, mas acredito que vou encontrar uma solução em conta e divertida!


terça-feira, 11 de abril de 2017

As férias podiam ser já amanhã, não?



Estive a espreitar a nova coleção de praia da Imaginarium e fiquei cheia de saudades do verão, das férias, da praia, das tardes na esplanada, das caminhadas junto ao mar... e até do tempo sem "nada" para fazer. 

Mas como ainda faltam alguns meses para as férias, pelo menos para mim, resta-me sonhar e começar a fazer a wishlist de verão para os meus príncipes. Aqui ficam algumas das propostas cheias de pinta da Imaginarium :) 








segunda-feira, 10 de abril de 2017

Fomos tomar o pequeno-almoço com o coelhinho da Páscoa


Na última semana decidimos que íamos tomar o pequeno-almoço com o coelhinho da Páscoa no Hard Rock Café de Lisboa, uma iniciativa que a marca organiza para os mais pequenos com direito à tradicional caça dos ovos de chocolate, pinturas de ovos, desenhos e um pequeno-almoço temático. Ou seja, uma espécie de Natal, mas com mais chocolate e com um coelhinho em vez do Pai Natal. 

Assim que disse à princesa Leonor que íamos, a primeira pergunta que ela me fez foi se o coelhinho da Páscoa falava... (pensei: «os miúdos têm com cada dúvida. Podia ter-me perguntado o que iam fazer ou se existia mesmo coelhinho da Páscoa... mas na verdade só queria saber se ele falava»)... acabei por lhe dizer que também não sabia porque ainda não tinha tido a sorte de o conhecer. 

Ontem quando lá chegámos fomos recebidos por uma coelhinha da Páscoa, uma espécie de ajudante do coelhinho, e a primeira coisa que a princesa me disse foi: «mamã, a coelhinha tem brincos...» e riu-se de uma forma tão genuína que foi impossível não adorar a ingenuidade dos seus quase quatro anos. «E não reparou ela que a coelhinha tinha tatuagens, se não era mais uma 'surpresa'..» - pensei eu.

Além dos saquinhos do Hard Rock Café cheios de mimos em forma de ovos de chocolate, balões, palhinhas onduladas para o sumo e pulseiras coloridas para a princesa e para o baby Pedro, o pequeno-almoço foi digno de uma mega festa e a princesa ficou deliciada com as panquecas cobertas de chocolate e os croissants fofinhos. 

No entanto, foi a caça aos ovos de chocolate o momento alto da manhã. Depois de chamarem o coelhinho da Páscoa, o mote para a caça foi dado e era vê-los a correrem por todo o lado a tentarem descobrir onde estavam os ovos. Quando cheguei ao pé da princesa ela estava com um ar perdido e eu até achei que ela estava à nossa procura e que estava triste porque não nos via... mas mesmo quando ela me viu continuou a olhar à volta. «Mamã não encontro os ovos...» Ohhh, ela queria lá saber de nós, estava era triste porque ainda não tinha visto nenhum ovo e havia meninos com as mãos cheias... 

Mãe que é mãe vibra com as vitórias dos filhos, mas vibra ainda mais quando estes estão tristes porque não conseguem "vencer". Lá a ajudei a encontrar uns ovos, mas senti que ainda não tinha ficado totalmente feliz por ser ela sozinha a fazer a descoberta. Lá foi ela colorir um ovo da Páscoa e o pai lembrou-se de colocar uns ovinhos na cadeira, mesmo ao lado dela. Bastou mexer-se e percebeu que estavam lá ovos... olhou para nós com um brilho especial nos olhos e disse: «olhem, havia aqui ovos na minha cadeira!!!». Respondemos num "uauuu" em uníssono!

Não fiquem tristes por não terem ido, antes da Páscoa há mais uma sessão de pequeno-almoço + caça aos ovos. É preciso pré-reserva e é já no próximo sábado, dia 15 de abril, entre as 9h30 e as 11h30. Boa caça aos ovos!

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Os Crocs estão de volta e trazem novas cores e personagens para os pés dos nossos príncipes

1. Karin Sparkle Clog PVP: €34,99;
2. Isabella Clog. PVP: €34,99;
3. Isabella Sandal. PVP: €29,99;
4. Minnie Colorblock Clog. PVP: €34,99;
5. CitiLane Novelty Slip-on. PVP: €44,99;
6. Mickey Colorblock Clog. PVP: €34,99;
7. FunLab Minions Clog. PVP:€34,99;
8. Bump it Batman. PVP:€49,99;
9. FunLab Frozen. PVP: €34,99;
10.  Lights Finding Dory Clog. PVP: €49,99

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Menos 10 centímetros de cintura em duas semanas...


Nunca gostei muito de números, mas hoje é daqueles dias em que os números falam por si e não podiam deixar-me mais feliz. 

Mesmo com algumas falhas e deslizes pelo meio e menos uma ida ao ginásio do que o recomendável, a verdade é que duas semanas depois de ter começado a Dieta Emagril os resultados começam a surgir e a comprovar o que sinto. 

Perdi 10 centímetros só na cintura e 3 na zona da anca. No total, foram 1,8 kg, sendo que a percentagem de gordura corporal também baixou 1%. 

Feliz é o meu nome do meio, mas nem tudo são rosas e não posso dormir na forma, o que quer dizer que não posso descansar apoiada nos resultados positivos. Tenho pelo contrário de melhorar a minha alimentação cada vez mais, perceber que há sempre alternativas mais saudáveis do que a sandes, as batatas fritas ou os doces e explorá-las. 

E como a dieta não pode ser sempre a mesma, a minha nutricionista hoje introduziu umas pequenas mudanças que me deixaram feliz. Vou poder comer uma ou outra vez de manhã uma fatia de pão (que saudades), mas pelo contrário vou ter um ou dois dias por semanas de "detox" que devo fazer depois de um dia menos bom. Normalmente, este plano extra para desintoxicar é mais usado depois do fim de semana que é a altura em que fazemos mais asneiras alimentares. 

Além disso, tenho um novo suplemento (Fast Burn) para tomar antes do almoço e do jantar que promete ser uma "bomba", mas no bom sentido claro. Ajuda a reduzir o apetite e tem pimenta cayenne que promete dar um novo "boost" à perda de peso. Vamos lá ver se dá resultados... é que a nutricionista acredita que eu vou perder mais 2kg nas próximas duas semanas. Eu estou a fazer figas, com todos os dedos, porque isto de perder peso não podia estar a deixar-me mais feliz e leve, claro!

Em relação a uma das perguntas que mais me têm feito sobre a falta de sabor na dieta, gostava de partilhar uma curiosidade. Além da comida ser a "nossa", ou seja, aquela que compramos no supermercado (e não alimentos ou fórmulas específicas), há uma coisa que começa a mudar em relação ao sabor e não é o dos alimentos, mas sim o sabor que o nosso palato nos dá. Quando comecei a dieta adorava doces e acho que o sal também era ligeiramente acima do recomendável. Quando os pratos não tinham a quantidade a que estava habituada parecia que a comida não me sabia bem. Agora, é precisamente o contrário. Ontem, por exemplo, pedi uma sopa de abóbora num restaurante e não a conseguia comer porque só me sabia a sal...

domingo, 2 de abril de 2017

#DolceCampoReal: há fins de semana e experiências que nos sabem pela vida

 

Há momentos em que precisamos de desligar. Desligar das rotinas, do mundo, das obrigações, das ansiedades e até do facto do futuro ser incerto. 

E numa fase como a que estou a viver neste momento, em que sei que a vida como a conhecia nos últimos anos e como a tinha por "garantida" até agora irá deixar de ser realidade, nada me soube melhor do que sair da confusa e exigente Lisboa e rumar até ao Oeste. 

Já conhecia o Dolce Campo Real, mas ainda não o tinha visitado com os meus príncipes e aproveitei a ocasião para também experimentar o novo spa Mandalay, o sítio perfeito para poder esquecer as dores de cabeça e as decisões que se avizinham e ainda repor energias e transformá-las em energias mais positivas. 



Depois de um fim de semana longe, venho mais leve, mais tranquila, mais de bem com a vida e com os planos que tenho de traçar. Quando fazemos um reset, devemos sempre encará-lo como uma oportunidade de fazer novas escolhas, mais de acordo com a pessoa em que nos tornámos, mais de acordo com as nossas necessidades presentes e não inspiradas no passado que já lá vai. 

Hoje, tenho a certeza de que a porta que se fechou não se irá voltar a abrir e curiosamente nada me podia deixar mais tranquila. Óbvio que estou apreensiva quanto às janelas que vão surgir, mas saber que há um mundo de oportunidades lá fora à minha espera suscita-me uma curiosidade boa e positiva e há duas coisas que vou querer muito fazer: estar mais tempo e com mais qualidade com a minha família e pensar mais em mim, como mãe, mas também como mulher. 



Obrigada Dolce Campo Real e Mandalay Spa por terem sido uma alavanca para esta fase de transição. Consegui ter um momento só meu numa massagem de costas e de rosto de inspiração tailandesa e birmanesa que me fez carregar baterias e desligar de tal maneira que até adormeci (inédito); e ao mesmo tempo tive tempo para estar com a minha família, brincar com os meus filhos e vê-los sorrir, correr e saltar com uma alegria e tranquilidade especiais.