terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O que sonhamos para eles? E o que sonham eles?


Todos os pais têm sonhos para os seus filhos. Que sejam saudáveis numa primeira instância; que tenham amigos, boas notas na escola e um hobbie fora dela, mais tarde; e até que consigam um bom (ou excelente) emprego e que encontrem alguém que os ame e respeite (e que lhes dê netos, claro! ahahah).

Felizmente hoje em dia, os sonhos são um pouco mais abrangentes do que antigamente e os pais acabam por recorrer a um cliché quando falam dos sonhos para os filhos. Quantas vezes não ouvimos a expressão "eu quero é que sejam felizes"? E não foge muito da realidade, mas quantos não pensam sem verbalizar que isso na verdade quer dizer que querem que eles ganhem bem, que nada lhes falte, que namorem com aquela "certa" pessoa, idealizada por si, e que lhes deiam netos, isso normalmente não falha.

Eu posso ficar tranquila quanto à maioria destas questões, pelo menos, por enquanto, é que a princesa Leonor já me confidenciou os seus sonhos para quando for crescida. Sim, numa destas tardes de regresso a casa acabou por me dizer que já não queria ser "só" arquiteta. 

«Mamã quando for grande quero ser arquiteta, doutora, mãe, adormecer o Pedro e deitá-lo... hummm e quero ser pintora e professora.»

Apesar de suspeitar que não terá agenda para tantas profissões, a verdade é que há algo que me parece ainda mais improvável. Adormecer e deitar o Pedro quando ele tiver 20 anos? Não sei se ele deixa. Se do alto dos seus 11 meses nem a mim me deixa adormecê-lo, quanto mais em idade adulta... 


Resultado passatempo Iswari


Parabéns à Cátia Santos, a vencedora de um cabaz super saudável da Iswari. 

Obrigada a todos pela participação. 

Confirma-se: estou mais "pitosga"


Comecei a usar óculos na faculdade por causa do astigmatismo, mas felizmente antes de ter o baby Pedro fui a uma consulta e mudei para umas lentes anti-reflexo por causa do uso de computador e com uma graduação muito ligeira. Tão ligeira que quando entrei de baixa e posteriormente de licença de maternidade os deixei de usar porque me esqueci deles numa gaveta do trabalho. 

O problema foi quando regressei à rotina de estar muitas horas em frente ao computador e de ter poucas horas de sono por causa dos babies, mas quando os procurei na dita gaveta tinham desaparecido. Apenas a caixa resistiu, possivelmente porque era demasiado básica para quem ficou demasiado "fascinado" com a armação... 

Confesso que com tão pouco tempo livre tenho andado a adiar, mas recentemente comecei a ter dores de cabeça e a sensação de ter de me esforçar mais para focar os objetos. A piorar o cenário, estou a dias de acabar o horário reduzido da amamentação e isso significa mais horas no trabalho e consequentemente em frente do computador. 

E o meu maior receio confirmou-se: estou mais "pitosga". Felizmente continua a ser "só" astigmatismo, mas a graduação aumentou...


A parte boa no meio disto tudo foi o facto de ter comprado uns óculos super giros com a parte da frente em madeira e que, ao contrário dos que já tive, têm um pop de cor por trás super interessante! Ao longe parecem uns óculos de armação simples num tom entre o madeira escura e o preto, mas mais perto vê-se que têm uma zona azul e outra roxa que lhes dá outro encanto. Sempre é uma motivação extra para usá-los!


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Mudar de casa... oh Go(o)d!


O momento da mudança está cada vez mais próximo e cá por casa há um misto de sentimentos:

O pai está a começar a ter dores de costas ainda antes de começar a carregar as caixas e caixotes, mas não vê a hora de termos uma cozinha grande onde possamos almoçar e jantar todos juntos, sem termos a mesa da sala sempre "posta" ora com loiça ora com os lápis e com as pinturas da Leonor.

A princesa não pára de dizer: «mamã não te esqueças que o peluche da Drª Brinquedos e o do Mickey têm de ir... e a minha cozinha... e esta mochila... e o pijama da Elsa e da Ana...»

O Pedro não faz a mínima ideia do que está a acontecer, mas acha o máximo a ideia de se poder enfiar dentro das caixas dos brinquedos.

A mãe não quer sofrer por antecipação com os preparativos, mas a ideia de encaixotar e desencaixotar a roupa de 4 pessoas + centenas de livros + loiça + brinquedos e peluches e ainda limpar e organizar uma casa inteira não me saem da cabeça... 

A parte boa é saber que há uma cozinha super espaçosa e um closet à minha espera; um quarto para um, ou seja, os acampamentos têm os dias contados - pelo menos assim o espero -; e há uma banheira para que os miúdos possam finalmente tomar banho e brincar tranquilos sem ser numa banheira de bebé ou no chuveiro (ahaahah).

sábado, 25 de fevereiro de 2017

#Giveaway: uma estadia para dois no paraíso


A imagem não podia ser mais idílica para um fim de semana diferente e o passatempo não podia ser mais perfeito para celebrar o terceiro aniversário do blogue. 

Quem é que está interessado em fazer uma pausa na rotina da cidade e fugir até Monsaraz para desfrutar de uma estadia para dois + pequeno-almoço?

O Marcas Avant-Garde vai oferecer uma noite na Casa Pinto, um espaço lindo e cheio de inspirações das ex-colónias portuguesas. Localizado no coração de Monsaraz e com um terraço com um horizonte a perder de vista para desfrutar de um belo copo de vinho alentejano e um pequeno pátio florido para tomar o pequeno-almoço, este é o local perfeito para relaxar e namorar. 

Para se habilitarem a ganhar uma noite para dois (a reservar durante o mês de março), basta colocar um gosto na página de Facebook do Marcas Avant-Garde e da Casa Pinto, partilhar o passatempo numa rede social e preencher o formulário abaixo até dia 5 de março. Só é válida uma participação por perfil/e-mail e o sorteio será aleatório (via random.org). Boa sorte!


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Irmãos: muita diferença de idades ou pouca?


Os meus príncipes têm dois anos e nove meses de diferença e há dias em que me pergunto se não devia ter esperado um bocadinho mais para evitar ter dois "bebés" em casa ao mesmo tempo. 

Apesar da Leonor ser toda despachada em imensas coisas, com o nascimento do irmão mais novo acabou por regredir em outras - tal como prevíamos e como é normal. A chucha, a fralda em algumas noites, o biberão do leite antes de dormir e até o querer vir para a nossa cama na maioria das noites são alguns dos comportamentos que refletem essa necessidade de se sentir "equiparada" ao mano e de mostrar que também precisa de mimo e muito colo. 

Além do fator atenção, há todo um conjunto de atividades e rotinas que se complicam com dois bebés tão pequenos: quando os dois querem colo ao mesmo tempo; quando estou sozinha a dar sopa ao Pedro e a Leonor decide que precisa de ajuda com o jantar; quando estou a trocar a fralda ao baby e a mana se lembra que também precisa de ir rápido à cada de banho; e até quando vamos passear os três e a Leonor quer ir sem mão ou a correr e eu estou com o Pedro no carrinho...

No entanto, quando vejo a cumplicidade que há entre eles e até a rivalidade saudável por um brinquedo ou por uma simples bola; quando oiço as gargalhadas sonoras dele cada vez que a mana faz uma macacada ou quando simplesmente corre na sua direção; quando se abraçam ou dão beijinhos (ou tentativas no caso do Pedro) de uma forma tão natural... percebo que há um vínculo tão inexplicável que de outra maneira - ou seja, com mais diferença de idades - se calhar não seria possível. 

Na verdade, a Leonor nunca se vai lembrar que havia uma vida antes do baby Pedro, isto segundo a tese de alguns psicólogos que defendem que só começamos a guardar memórias a partir dos dois a três anos. E também o Pedro, por motivos óbvios, nunca saberá o que é ser filho único. 

Curiosamente e comprovando um bocado esta tese do guardar memórias a partir dos três anos, no outro dia percebi que a Leonor já não se lembra bem dos amigos do colégio antigo... e na verdade ela só deixou de o frequentar em agosto do ano passado, ou seja, há 6 meses. E até em relação ao nascimento do irmão há um facto engraçado. Disse-lhe há uns dias quando fomos ao médico que ela e o irmão tinham nascido ali, no mesmo sítio. E ela com uma ingenuidade tão pura disse-me: «pois mamã, o mano nasceu primeiro e eu depois...»

E vocês mamãs, qual a diferença de idades dos vossos príncipes? 

#Passatempo: oferta de um "cabaz" de super alimentos Iswari


Há por aí fãs de super alimentos e de comida saudável? Então este é o passatempo certo para vocês. 

Em parceria com a Iswari, vamos oferecer um pack com o produto estrela da marca, o pequeno-almoço instantâneo "Despertar de Buda"; e duas recentes novidades: a "Super Vegan Protein" que ajuda a aumentar a massa muscular e a fortalecer os ossos; e a "Super Green Protein" que além dos efeitos da proteína vegan anterior ainda contribui para a normal formação de glóbulos vermelhos e para o metabolismo produtor de energia. 

Além disso, todos os participantes vão receber um código especial que dá 15% de desconto em todas as compras que fizerem até ao final do mês!

Para participar, basta partilhar o passatempo numa rede social, colocar gosto na página de Facebook do Marcas Avant-Garde e da Iswari e preencher o formulário abaixo com os vossos dados. 

O passatempo termina no dia 26 de fevereiro, por isso nada de perder tempo. Boa sorte e boas energias!


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Por um segundo deixei de a ver... o meu coração parou


O episódio que partilho hoje já aconteceu há umas semanas, mas acho que precisei de algum tempo para assimilar o maior susto da minha vida. 

Estava eu no Colombo com a princesa e a avó e fui pedir algo para lanchar. A avô ficou sentada a poucos metros e a Leonor quis vir comigo fazer o pedido. No entanto, entre o escolher e o pagar, acabou por ficar saturada e pediu-me para ir novamente ter com a avó. Até aqui nada de novo, até porque os miúdos desta idade se fartam com alguma facilidade de estarem parados sem nada para fazer. 

Como estava a poucos metros da minha mãe, sugeri à princesa que fosse "sozinha", mas sob o meu olhar atento. Mas antes peguei-a ao colo, mostrei-lhe onde estava a avó sentada e perguntei-lhe se a estava a ver. Disse-me a tudo que sim, e lá foi ela a saltitar por cima das riscas onduladas e coloridas que estão desenhadas no chão.

Ia tão concentrada em seguir as riscas que passou a "saída" sem pestanejar ou olhar para o lado. Seguiu a saltitar em direção ao "nada" ou aliás, ao "muito", porque nesse dia - como em tantos outros - havia muita gente a circular nos corredores do Colombo. 

Não hesitei um segundo e sai disparada só com uma coisa em mente: «não a perder de vista por um segundo que fosse». O problema foi quando isso aconteceu. No meio da multidão e com várias pessoas a olharem na nossa direção pelo "caricato" de ver uma criança a correr sozinha e uma mãe literalmente desesperada a correr no seu encalço, houve um segundo em que o meu olhar a perdeu no horizonte de pernas, sacos e carrinhos... O meu coração parou e só consegui voltar a respirar de alívio quando voltei a vislumbrar o seu rabo de cavalo saltitante. Peguei-a nos braços e abracei-a. 

Sinceramente, estava "perdida", mas no seu mundo de cores e riscas. Seguia o caminho sem se lembrar que tinha de parar para ir ter com a avó. Seguia o caminho que a mantinha entretida e nunca por um segundo que fosse ficou assustada a pensar que se ia perder de nós. 

Eu, pelo contrário, estava em pânico. E apesar de ter sido tudo muito rápido e de na verdade não ter passado de um susto, serviu de lição para próximos episódios. 

Sentei-a no colo num misto de mãe feliz e de mãe desesperada. Olhei-a nos olhos e expliquei-lhe o risco do que tinha acabado de acontecer. Bem sei que não a devia assustar ou amedrontar, mas tinha de pelo menos de a alertar. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Resultado do passatempo "Educar na Curiosidade"


Para mim, uma fã confessa de livros, não há nada melhor do que terminar um passatempo de livros com uma ótima adesão e imensos comentários e mensagens de seguidores felizes com o giveaway. 

Por isso, aproveito um dia dedicado ao amor para partilhar com vocês os vencedores dos três livros "Educar na Curiosidade" da Planeta, porque não há amor mais especial do que aquele que nutrimos pelos nossos príncipes e princesas e este livro é o guia perfeito para os educarmos com mais liberdade, menos tablets e TV e mais tempo e amor. 

Parabéns às três vencedoras:

- Leila Pereira

- Mónica Valente

- Lurdes Silva

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Onde guardam as vossas memórias? A Leonor tem uma explicação que desarma qualquer um...


Ontem a princesa foi passar a tarde com a avó e quando já estávamos no carro e prontas a arrancar ela lembra-se que queria dizer uma coisa à avó e eu decido fazer de "pombo-correio" para evitar ter de a tirar novamente do carro e apanharmos ainda mais frio. Perguntei-lhe o que queria dizer à avó e a resposta não podia ser mais doce: «queria dizer-lhe que gosto dela». Ok... abro a janela do carro e replico a mensagem. A minha mãe, feita qualquer avó babada, retribui com um «diz-lhe que eu também gosto muito dela». 

Lá seguimos viagem e passados poucos segundos diz-me: «sabes mamã, eu tenho memórias da avó no coração». Fiquei tão emocionada com a sinceridade e simplicidade das suas palavras que lhe disse que isso era uma forma muito bonita de se explicar as memórias.  

Mas ela foi mais longe e disse-me que isso só acontecia com as meninas e meninos da sua idade. Fiquei curiosa e perguntei-lhe porquê. 

- «Mamã tu não guardas as memórias no coração porque és um bocadinho mais crescida. As tuas estão na cabeça...»

Fiquei num misto de derretida com pensativa. O alcance das suas palavras foi muito maior do que ela neste momento tem capacidade para perceber... 

Quantos de nós não deixámos de guardar as pessoas e as memórias no coração algures durante a infância para o passarmos a fazer só na cabeça?

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Sugestões para os papás fãs de cores e padrões originais


A marca espanhola tuctuc sempre nos habituou a ideias 'out of the box', cheias de cor e padrões criativos que não passam despercebidos em nenhum sítio e em nenhuma ocasião e a coleção de primavera-verão deste ano não é exceção. 

As influências vão desde o estilo naif, sixties e pop, passando pelo tropical e divertido havaiano, mas sem esquecer o camuflado e os prints geométicos com apontamentos de Banda Desenhada e jogos de vídeo.

Mas nada melhor do que viajar pelas cores intensas desta coleção numa campanha super gira e com miúdos cheios de pinta! Enjoy <3









 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Seis cuidados a ter com a pele atópica de um bebé


Sabiam que uma em cada cinco crianças tem pele atópica e que esta pode afetar a qualidade de vida e até de sono desde tenra idade? Na prática a dermatite atópica faz com que a pele fique seca e mais vulnerável às agressões exteriores e um dos sintomas pode ser vermelhidão e prurido, mas a reação inflamatória pode mesmo chegar a fazer lesões na pele.

A Mustela lançou recentemente uma linha especial para os bebés que têm pele atópica, mas também para aqueles que apesar de ainda não terem sintomas são filhos de pais com pele atópica. 

Fomos conhecer de perto a gama Stelatopia e descobrimos que tem uma vertente preventiva, reduzindo em 54% o risco de manifestação de sintomas associados à pele atópica, mas também uma vertente de tratamento ao acalmar o prurido, hidratar a pele e reforçar a camada cutânea o que trava as agressões exteriores através do uso de dois ativos de origem natural: a perséose de abacate e o óleo destilado de girassol.


Além desta gama, há seis cuidados que os papás de babies com pele atópica devem ter para aliviar o prurido e evitar dermatites:

1. Antes de aplicar o creme deve lavar sempre as mãos e espalhá-lo por todo o corpo, incluíndo nas zonas que estão irritadas;

2. Na altura do banho, saiba que a temperatura ideal oscila entre os 30 e os 35ºC, sendo que a sua duração não deve exceder os 5 a 10 minutos;

3. Não use esponjas ou luvas de banho numa pele atópica e depois do banho seque o bebé com uma toalha de algodão e sem friccionar;

4. No dia a dia, prefira peças de roupa feitas 100% em algodão, em vez de materiais como a lã e as fibras sintéticas, e retire as etiquetas;

5. Na sua casa, areje os quartos, aspire e lave os cobertores com regularidade, assim como todos os brinquedos que possam acumular muito pó, como é o caso dos peluches;

6. Na lavagem da roupa, deve enxaguá-la bem para retirar os resíduos dos detergentes utilizados e prefira produtos adequados a peles sensíveis e sem cheiros intensos.





quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Quem já tem saudades do "barrigão"?


A poucos dias do baby Pedro celebrar o seu primeiro aniversário dou por mim a sentir uma certa nostalgia da barriga de grávida. Apesar de reconhecer que houve momentos em que me causava algum transtorno, dores de costas e até cansaço, confesso que cada vez que vejo uma grávida sinto uma certa "inveja", mas da boa, claro!

Agora percebo melhor porque me estavam sempre a dizer para aproveitar bem cada minuto de gravidez, cada momento de crescimento, e sobretudo cada movimento do baby. 

Ainda me custa um bocadinho pensar que não vão haver mais bebés lá em casa. Dispenso as noites em branco por causa das cólicas, as fraldas de 5 em 5 minutos e até o choro intenso e persistente sem "tradução" - pelo menos para nós -, mas não me importava de voltar a passar pela sensação de lhe pegar pela primeira vez e pensar "tão leve"; de sentir aquele cheirinho a bebé indescritível; de vê-lo a olhar para mim com um olhos tão brilhantes quanto curiosos; de sentir o seu coração a bater junto ao meu; e até de andar pelo shopping a escolher peças tão pequeninas que mais pareciam ser para um boneco de brincar do que para um baby a sério.

Mas como nem sempre podemos ter o melhor dos dois mundos e a idade aliada à difícil gestão orçamental que já existe, acho que me vou mesmo ficar pelos dois filhos e tentar animar-me com o facto de «ter a sorte de ter um casalinho» - esta é possivelmente das frases que mais oiço em forma de "apoio moral". 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Faltam 20 dias...

 

E como que por magia, o meu baby Pedro está a 20 dias de celebrar o seu primeiro aniversário. 

Vê-lo a caminhar pelo próprio pé, a dar gargalhadas nas brincadeiras com a mana Leonor, ouvi-lo a chamar-me "mamã" e vê-lo a esticar-se para me abraçar não me podia deixar mais babada e mais feliz. 

Mas estes 20 dias são também o countdown para o fim do horário reduzido (da amamentação). Como se já não chegasse o ter de trabalhar alguns domingos, em que por motivos óbvios não posso estar com a minha família, ainda vou passar a ter o "bónus" de trabalhar mais duas horas por dia e ter um dia na semana em que entro mais tarde, mas em que saio às 22h, ou seja, menos uma noite em que os posso adormecer. 

Se o regresso ao trabalho depois da licença não foi fácil, este regresso à realidade horária pré-maternidade não podia ser mais asfixiante. 

Se hoje a agenda já estica e as tarefas se multiplicam (e acumulam) com uma carga horária diária de 5 horas efetivas de trabalho e meia hora de almoço, não quero imaginar como será dentro de 20 dias...

Antecipo menos tempo para os príncipes e para o marido, ainda menos para as tarefas da casa e para mim... deve sobrar assim algo parecido com zero... 

Quando é que chegam mesmo as férias? 

Giveaway para mamãs e papás


Começar a semana com um passatempo já é bom, mas começar a semana com um passatempo de oferta de três livros "Educar na Curiosidade" da Editorial Planeta é para lá de perfeito para as mamãs e papás que seguem o nosso blogue e que querem aprender a educar melhor os seus filhos num mundo frenético e hiperexigente.

O livro da autoria de Catherine L'Ecuyer vai ser lançado este mês e ensina-nos a perceber o porquê de haver cada vez mais crianças impacientes e agitadas e menos motivadas e concentradas. Uma das dicas para travar esta perda de interesse é precisamente o contrariar o excesso de estímulos externos a que acabamos por expor os nossos príncipes. Curiosos? Eu já comecei a ler e recomendo!

O procedimento para participar não podia ser mais simples: 

- Partilhar o passatempo numa rede social;

- Colocar um gosto na página de Facebook do Marcas Avant-Garde e da Planeta;

- Preencher o formulário com os seus dados;

- O passatempo termina dentro de uma semana, dia 13 de fevereiro.

PS: Se ficaram curiosos podem ler o primeiro capítulo no site da Planeta


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Adoro ir ao cinema em dias de chuva


Ir ao cinema é dos meus programas preferidos para os dias de Inverno. No entanto, desde que os príncipes nasceram que não o faço com a mesma regularidade e quando o faço é para ir ver filmes de animação com a princesa [ahahaha].

Hoje, a minha proposta para o fim de semana é precisamente de cinema, mas enganam-se se pensam que vou sugerir um qualquer filme nomeado aos Óscares deste ano. No way! A minha sugestão é um clássico de aventura do início dos anos 80 com um dos atores mais icónicos da sua geração. Falo de Indiana Jones - Os Caçadores da Arca Perdida - interpretado por Harrison Ford, um daqueles filmes que já todos vimos, mas nunca no cinema. 

E onde podem ver esta relíquia? No sítio super emblemático da nossa cidade de Lisboa, o antigo cinema Roma que renasceu recentemente com o projeto Cinepop. A sessão é às 16h do próximo domingo, dia 5 de fevereiro, e se para mim não fosse dia de trabalho, estava certamente na primeira fila.


Post para uma mamã a precisar de ajuda


Quando a minha princesa nasceu, há 3 anos e meio, tinha a ideia de que tudo ia ser maravilhoso. Apesar de saber de antemão que iam haver noites mal dormidas e muito cansaço à mistura porque cuidar de um ser tão pequenino exige tanto de nós, por vezes demasiado, acreditava que o amor tudo vencia e que nada me iria deitar abaixo. 

O problema é que a experiência começou com o pé esquerdo. Em vez de parto natural como eu esperava, teve de ser cesariana porque ela estava a perder os sinais vitais e acabou mesmo por ter de ser reanimada. Mas o desespero da minha primeira incursão pela vida de recém-mamã não acabou pelo pânico de a poder perder ainda antes de a conhecer. 

As dores da cesariana, o inchaço dos pés à cabeça que parecia que ainda continuava grávida, as dores insuportáveis de dar de mamar - um ato que eu julgava ser natural e quase indolor -, o trocar fraldas de 5 em 5 minutos, o tentar que ela dormisse mais de 10 de seguida, e as noites em que dormia por turnos tão curtos que nem davam sequer para aquecer a cama. 

E se eu achava que o regresso a casa ia ser bom, percebi que não era bem assim. As dores demoravam a passar, dar de mamar continuava a ser um tormento e dormir era na verdade tudo menos a realidade. Não dormia eu, não dormia o papá, não dormia a princesa. Entre massagens para as cólicas, mudanças de fraldas constantes e banhos que demoravam mais a preparar do que a acontecer e que ainda eram animados com banda sonora de choro constante, não havia muitos motivos para sorrir. 

Lá fora estava um calor infernal que me dava tudo menos vontade de ir dar um passeio com a princesa e a dificuldade de conseguir sair sozinha com o ovo, a mala das fraldas, a minha mala, a princesa e ainda as dores da cesariana fazia com que eu parecesse uma reclusa e não uma moradora da minha própria casa. Durante umas semanas optei por não responder às mensagens de felicidades e tentei adiar visitas à Leonor. Sinceramente, não queria estar sozinha, mas também não me apetecia ver ninguém. Bipolar no mínimo, não?

Nunca percebi bem o que era isso da depressão pós-parto. Sinceramente, achava que era um mito, algo impossível de acontecer, até porque ser mãe seria o melhor do mundo e ter um bebé lindo nos nossos braços seria a concretização desse mesmo sonho. 

No entanto, hoje, três anos volvidos, acredito que estive a um passo de a viver e a fronteira entre a sanidade mental e a depressão nunca me pareceu tão ténue, tão delicada.

A minha sorte foi que os meus amigos e família não desistiram de nós e tocaram à porta, insistiram, tiraram-nos de casa, levaram-nos compras do supermercado, tomaram conta da princesa e até nos ajudaram a tratar da roupa e a limpar o pó. Hoje, percebo a importância de pedir ajuda e de procurar as pessoas que gostam realmente de nós e que se preocupam.

E no final desta fase difícil, olhei para a minha princesa e só pude agradecer o facto dela me ter "escolhido" para ser sua mãe. Não sou a melhor do mundo, mas tento diariamente ser a mãe que ela precisa que eu seja. Continua a não ser fácil, mas quem disse que ser feliz não dá trabalho?

P.S.: Escrevi este testemunho para uma pessoa em especial, cujo testemunho de cansaço mexeu comigo. No entanto, acredito que possa ajudar outras mães que estão a passar pelo mesmo que eu passei e pelo que esta mãe em concreto está a viver. Se puder aliviar a angústia de uma só, nem que seja pelo facto de perceber que não está sozinha e que não é a única a tentar sobreviver a um pós-maternidade difícil, já sou uma mulher mais feliz. 

Be my Valentine

Estamos oficialmente em countdown para o dia mais bipolar do ano. 

Sim, porque há quem simplesmente adore o Dia dos Namorados e quem simplesmente o deteste.  

Eu acho uma certa piada, mas sem nada demasiado lamecho-piroso, até porque prefiro celebrar sentimentos sem datas marcadas!

Mas como não podia deixar passar a data totalmente em branco, aqui ficam algumas propostas que eu não me importava nada de receber, neste ou noutro dia qualquer. 

1. Camisa Springfield SS'17 com duas tendências da próxima estação:
riscas e 'patches' de flores;

2. Horological Smartwatch by Frédérique Constant, versão de homem
que eu não me importava nada de usar; PVP: €850;

3. Óculos com armação rosa da Alain Afflelou
(que eu bem preciso de voltar a usar óculos);

4. Garrafa de vinho Adega Mayor + passas cobertas de chocolate
(for free na compra de qualquer garrafa da marca);

5. Botas Palladium da coleção SS'17. PVP: €74,95;

6. Suplemento de beleza para a pele com 30 saquetas para o dia 

e 60 cáspsulas para a noite da Truvivity, by Nutrilite. PVP: €118,18;

7. Batom Labello com mensagens especiais. PVP: €1.99;

8. Smartphone UFeel Prime da Wiko. PVP: €269;

9. Caderno/Diário da Mr. Wonderful, na Note! PVP: €13,80

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Sabe com que idade as crianças portuguesas têm o primeiro telemóvel?


Eu sou assumidamente apologista de adiar ao máximo a introdução de tablets e smartphones na vida dos mais pequenos. Sinceramente, acho que até uma certa idade há um mundo de outras coisas mais interessantes e estimulantes para eles fazerem...

Não é tão bom ver uma criança a correr, a jogar às escondidas, a fazer puzzles ou a ouvir uma história? 

Eu bem sei que é difícil mantê-los ocupados enquanto fazemos o jantar ou enquanto estendemos a roupa e bem sei que quem lhes dá os telemóveis para as mãos o faz porque não tem mesmo outra alternativa. No entanto, sou apologista de que o smartphone deve ser a última opção, isto é, quando tudo o resto falhar. Seja colocá-los a fazer plasticina, pinturas ou um puzzle, seja a brincarem na sua cozinha a prepararem também eles o seu "jantar" ou até mesmo deixá-los ajudar a pôr a mesa quando já têm alguma autonomia. 

No entanto, há um dia em que se torna necessário eles próprios terem um telemóvel, seja para comunicarem connosco pais, ou para combinarem "coisas" com os amigos da escola [sim, porque eles vão ter uma vida além da nossa ahahaha]. 

Segundo dados divulgados pela Wiko, as crianças portuguesas começam a ter telemóvel por volta dos 10 anos e aos meus olhos (de mãe) parecem ser ainda tão pequeninos e vulneráveis com essa idade para terem acesso a uma janela para o mundo que pode ser tão "perigosa"... 

Mas se por ai por casa já chegou a esse momento, há algumas dicas que podem ajudar o processo e a protegê-los nesta utilização. Antes de mais, deve escolher um modelo resistente porque mesmo as crianças mais cuidadosas não deixam de ser crianças e de gostarem de correr e saltar, sendo o risco de queda maior. Depois não se esqueça que há aplicações de controlo parental que o ajudam a evitar o acesso a sites potencialmente perigosos; e tarifários que limitam as chamadas ou os números para os quais o seu filho pode ligar. Por último, mas não menos importante, estabeleça horários de utilização. Evite que usem os jogos ou vídeos muito perto da hora de irem dormir e não os deixe fazê-lo durante períodos muito prolongados. 

Mustela lança novo cartão digital


Quantos cartões de descontos é que têm na carteira? 10, 20, mais? E quantos é que acabam por usar efetivamente e beneficiar dos brindes ou promoções? Poucos, certo? 

Eu confesso que no início até fico motivada, mas depois acabo por me esquecer que os tenho e outras vezes tiro-os da carteira porque está a rebentar pelas costuras e quando preciso de os usar reparo que não os tenho...

Para evitar este género de situações, a Mustela criou um cartão de fidelidade, mas que dispensa papel. Bom para o ambiente e bom para a nossa carteira em dois sentidos. No sentido de aproveitarmos descontos e campanhas personalizadas e no sentido de não a sobrecarregar mais do que já está. 

O cartão é lançado hoje, dia 1 de fevereiro, e para o usarem basta preencherem um formulário na plataforma cartaomustela.pt e sempre que fizeram uma compra numa farmácia e quiserem acumular pontos basta darem o vosso número de telemóvel ou o número do cartão. Simples, não?