quinta-feira, 25 de maio de 2017

#ISWARI: o segredo dos pequenos budas [e da mamã]

Já conhecem a nova proposta da Iswari no segmento de pequenos-almoços para os pequenos príncipes e princesas?Chama-se Pequeno Buda e é uma alternativa aos pequenos-almoços complicados e demorados, mas também aos outros, aqueles mais simples, mas super calóricos e cheios de açúcares refinados, 'glútens' e afins.Há três sabores diferentes - Banana/Maçã, Mirtilo e Alfarroba - e aqui não entra nem glúten, nem lactose e muito menos açúcares refinados. Além disso, é super fácil de preparar - basta juntar água ou uma bebida vegetal, fria ou quente - e pode ser adicionado a iogurtes e batidos ou usado em receitas de panquecas, muffins e outros bolos. 
Confesso que, além da princesa Leonor, eu tenho sido a consumidora nº 1 lá em casa, não só pelo sabor, mas também porque esta mistura é super nutritiva e de fácil digestão. Trigo sarraceno, chufa, lucuma e sementes de linhaça moídas são os principais ingredientes, sendo que a mistura de banana/maçã tem um extra: deliciosos pedaços de maçã desidratada.Segundo a marca, a composição da gama do Pequeno Buda ajuda a regular a saúde do intestino, contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário e ajuda na concentração. Ou seja, tudo o que preciso no início de cada dia. Eu e a princesa, claro!

A juntar a estas novidades, fomos desafiados pela marca a experimentar as delícias que podem ser confecionadas com os superalimentos da Iswari e nem o baby Pedro resistiu... estão a ver a imagem de cima cheia de sobremesas com chia, manga e framboesas... ele comeu uma sozinho e sem parar. Aliás, cada vez que me distraia, ele agarrava sozinho no "copo" e tentava comer diretamente. Acho que isto diz tudo sobre a marca e estas alternativas saudáveis, mas cheias de sabor!

E para terminar, os miúdos deliciaram-se com uma manhã de jogos, pinturas faciais e baloiços... a perdição da Leonor que já não se queria vir embora.
  





  


terça-feira, 23 de maio de 2017

#OlivierAvenida: das melhores esplanadas de Lisboa


Estes finais de tarde de calor e estas noites que já só lembram verão e férias pedem o quê? Sim, isso mesmo: esplanadas! Mais tempo com os amigos, mais "tapas" para picar, mais cocktails ao final do dia e até mais jantares a dois.

E tudo isso podem encontrar no "novo" Olivier da Avenida. Localizado no coração de Lisboa e com uma esplanada super agradável e bastante exclusiva, este novo espaço do chef Olivier surge com um novo fulgor e uma garra acrescida. 

Nem sempre é fácil revitalizar algo que já é bom e nem sempre é fácil assumir que é preciso reinvestir num projeto que é um sucesso. No entanto, é essencial fazê-lo. Porquê? Porque o público é cada vez mais exigente e precisa de ser surpreendido. E isso, garanto-vos que aqui encontram. 


Entre as opções para partilhar há que tirar o chapéu à variada oferta de carpaccios que são ótimos para estes dias e noites mais quentes. E aqui há carpaccios de tudo: melão, peixe branco, foi gras e até uma opção para os estreantes: "o meu primeiro carpaccio". 

Empadinhas de galinha, batatas bravas, cornettos de guacamole, croquetes de morcela e folhado de queijo de cabra dão seguimento a um rol de opções para partilhar e os preços aqui não estão acima da média para o gabarito da casa, oscilando entre os 6 e os 8 euros. 


Para prato principal, o Bife Olivier e a Picanha Wagyu são possivelmente os mais surpreendentes, mas também os mais caros. Mas se é para experimentar, é para experimentar e há pratos que valem cada cêntimo, quase como "once in a life experience".

E como eu sou uma gulosa sem salvação, há que destacar duas sobremesas assim de comer e chorar por mais. A bomba branca é aquela que nos faz salivar só de ler a descrição - gelado de chocolate branco merengado e frutos vermelhos - e na primeira colherada confirma as expectativas. Como é bastante doce e intensa, o ideal é ser para partilhar. A cheesecake de goiaba e hortelã é outra boa surpresa, brindando-nos com bom equilíbrio de sabores e com uma bolacha crocante na base. 



Para a próxima visita, já tenho outra sobremesa escolhida e ando a sonhar com ela: creme brûlée de baunilha bourbon.

E não menos importante, arrisquem num cocktail perfeito para começar ou acompanhar toda a refeição. O Moscow Mule é daquelas bebidas que sabe bem em qualquer altura, mas com este calor ganha uns pontos extra. 

Convenci-vos? Então levem-me com vocês ;)


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Presentes do Dia da Criança «pró menino e prá menina»


Quando o primeiro filho nasce compramos tudo a pensar nele. No nosso caso, não era tudo rosa, até porque só descobrimos que era menina por volta dos cinco meses de gestação e porque não somos assim "fanáticos" por rosa, mas houve logo muitos folhinhos, fitinhas, vestidinhos... tudo muito girly. Até as colchas, a mala das fraldas, as mantinhas, os porta-chuchas e as próprias chucas, tudo tinha um "apontamento" de Leonor na escolha. E conforme ela foi crescendo isso manteve-se, por exemplo, nos brinquedos. Havia sempre quem oferecesse uma Barbie, um bebé chorão, uma coroa de princesa, lacinhos, berços para os bonecos, bolas cor de rosa e até carrinhos para ela ir passear os "bebés" lá de casa. 

No entanto, isso mudou com o nascimento do baby Pedro. Não deixámos propriamente de comprar presentes ou de planear surpresas a pensar nela, mas começámos a olhar para cada objeto de outra perspetiva. Em vez de reforçar o lote de bonecas ou de bebés, passámos a comprar um jogo, um livro ou puzzle, já a pensar que seriam brinquedos que ele também iria usar; e até nos móveis começámos a ver tons mais neutros que permitissem, por exemplo, que a cama de transição da Leonor ou a secretária fossem mais tarde aproveitadas para o baby Pedro. 

Cá em casa, somos adeptos de tudo o que possa reduzir o consumismo desenfreado em que a nossa sociedade caiu na fase pré-crise, nem que seja para sobrar dinheiro para irmos passear os quatro. Não há nada melhor do que os momentos de qualidade a quatro e em datas como o Dia da Criança continuamos a apostar nesta máxima. 

Por isso, este ano só partilho sugestões que sejam práticas e úteis, mas que além disso ainda tenham uma vertente "reciclável" e didáctica, ou seja, «pró menino e prá menina». Escolhi a note! para fazer as compras porque além de ter preços baixos e imensas promoções, está em todo o lado e tem coisas tãooo giras para gifts. Seja uma coisa mais simples, só mesmo para assinalar uma data especial, como um caderno ou umas canetas para colorir, seja um presente mais elaborado como um álbum, uma moldura ou uma mochila para a escola. 

Para os meus príncipes escolhi uma lancheira, lápis, canetas e cadernos (que a Leonor já é uma mini artista e o Pedro está a estrear-se no mundo das artes) e uma moldura para personalizar pelos dois e para colocar o resultado das suas pinturas e desenhos. Além disso, não resisti a uma prenda extra, mais para mim do que para eles: um álbum para "imortalizar" os nossos momentos em família.








quarta-feira, 17 de maio de 2017

Aquele momento em que queres fazer dieta mas nem tempo tens para marcar a nutricionista


Muito me têm perguntado pela dieta, sobretudo porque ultimamente tenho tido alguns "devaneios" alimentares, mas também porque há quem note os resultados ;)

Fazendo o ponto de situação: tenho tido tão pouco tempo que nem a nutricionista tenho conseguido remarcar depois de ter cancelado a última consulta por causa do trabalho (novo)... e confesso que até tenho andado com medo de me colocar em cima de uma balança. 

A ajudar (ou não), a balança lá de casa está sem pilhas, o que tem adiado ainda mais a confirmação se o meu regime alimentar está a resultar. E a piorar, o ginásio não me vê há duas semanas...

Hoje, ganhei coragem. E depois de um jantar no novo Olivier da Avenida, mas a caminho do Celeiro para me redimir, lá parei na Farmácia. Os santinhos devem estar do meu lado e ora que pelo menos não aumentei, e felizmente até perdi. 

Cheguei oficialmente aos 74kg, ou seja, menos 4kg em dois meses e menos um número de calças e umas quantas camisas que pude voltar a vestir!!!

Agora tenho de conseguir arranjar dia e hora na agenda para a consulta da Dieta Emagril, se não acho que vou receber um raspanete ahahah

terça-feira, 16 de maio de 2017

Porque será que os médicos acham sempre que não devíamos ter ido às urgências? [mas depois mudam de ideias]


Sou só eu que tenho a sensação que quando chego às urgências com os meus príncipes os médicos têm uma postura de "se calhar não devia ter vindo" é que "ainda não tem 3 dias de febre", "não parece estar com falta de ar", "vai apanhar outras doenças na sala de espera e nem parece estar doente" ou "a medicação ainda não está a fazer efeito"...

Às vezes apetece-me perguntar-lhes se acham que eu tenho um gosto particular em ir às urgências só porque sim. Como se não tivesse mais nada para fazer e precisasse de ocupar o final de tarde ou a madrugada com um programinha "especial" nas urgências do hospital com os miúdos atrás.

E o pior é que em 99% das vezes, acabam por me dar razão. Depois do resultado do raio-x, das análises ou da auscultação, olham para mim e dizem um "afinal está com falta de ar" ou "tem uma otite, bronquite e amigdalite" ou mesmo um simples "ahhh está com uma pneumonia" ou com mononucleose ou com escarlatina. E olhem que todos estes exemplos já me aconteceram.

No caso da Leonor, era raro escarlatina com menos de 2 anos por isso não devia ser, ainda por cima ela "vendia saúde" - palavras da médica -, mas a verdade é que a febre não passava. Lá fizeram a análise e não é que era mesmo escarlatina... "mas é super raro" defendia-se a médica. 

Mais tarde foi a pneumonia... em pleno pico de gripes e constipações, com as urgências apinhadas de gente, e a médica a dizer-me que não os devia ter levado só porque estava com febre desde o dia anterior. Tentei explicar que o ben-u-ron não lhe baixava a febre mais do que os 38ºC e que tinha chegado aos 39,5ºC 3 horas depois de tomar a medicação. Assim que a auscultaram mandaram-na para o raio-x... resultado: pneumonia.

Já no caso do baby Pedro foi a mononucleose aos oito meses. Garantiam-me que não era nada, mas ele só chorava e vivia grudado no meu colo, dia e noite. E mais estranho: não queria comer, logo ele que não consegue ver comida sem pedir. Depois de duas idas às urgências, acederam em fazer análises e afinal era mesmo mononucleose. 

Esta semana foi igual... depois de uma pulseira verde, mesmo estando com falta de ar, foi-lhe diagnosticada uma bronquiolite e passou três dias em casa a fazer aerossóis. De repente piorou, a febre voltou e a falta de apetite também... cheguei ao hospital e a reação foi: "é normal estes picos de febre, também ainda só fez três dias de Ventilan... bla bla bla"... insisti que não era normal piorar, pois devia estar a melhorar, não? A médica acabou por aceder em mandar fazer raio-x quando percebeu que ele estava com algumas secreções e já depois de ter diagnosticado que afinal também tinha uma otite... No final, a postura mudou, já se ria para criar empatia com o baby Pedro e acabou por lhe passar antibiótico para a otite e admitiu que ele tinha algumas secreções nos pulmões. No entanto, não precisava de me preocupar, porque o antibiótico que ele ia fazer também dava para a pneumonia... e afinal ele nem tinha nada...

Eu até entendo que haja pais demasiado alarmistas - ou não fossem os filhos deles e não fosse o seu "papel" esse mesmo, o de se preocuparem com o seu bem-estar - e que haja muitos casos que não precisavam de ir para as urgências e que não é fácil trabalhar por turnos e horas a fio, mas também acho que é importante os médicos mudarem um pouco a sua postura. 

Às vezes, acontece-me estar sentada em frente à médica, com poucas horas de sono, ou nenhumas, cansada, exausta, com o baby a chorar sem parar e ela a fazer perguntas com um tom que quase que parece que estamos num exame oral em que o professor está a tentar apanhar-nos desprevenidos para nos dizer que agimos mal. E não há pior sensação do que aquela de ter um médico a julgar-nos enquanto pais e até enquanto pessoas. E quantas vezes as perguntas parecem rasteiras e quantas vezes não nos questionam "mas há quanto tempo tomou o ben-u-ron? Há meia hora ou há 40 minutos? E começou assim quando? Há dois dias ou há 30 e poucas horas?" E o nosso cérebro parece que dá um nó... às vezes nem sabemos como saímos de casa vestidas quanto mais se foi há 10 ou há 15 minutos, se a febre era mesmo 38º ou 38,2º, se lhe pusemos soro 4 vezes no dia anterior ou 3...

segunda-feira, 15 de maio de 2017

A pastelaria pode ser gluten & sugar free, sem deixar de ter sabor


Nem sempre é fácil estar de dieta e ter de comer fora de casa... e encontrar comida saudável para os nossos príncipes na rua é outro filme. 

Por isso, quando recebi o convite para conhecer a Despensa N.6 fiquei entusiasmada com o seu conceito de pastelaria saudável [nunca imaginei dizer estas duas palavras juntas, é que normalmente tudo o que é pastelaria é sinónimo de muito açúcar e calorias em excesso]. 




O novo espaço é uma espécie de resposta às minhas preces: gluten free, sem açúcares nem óleos refinados e onde todas as matérias-primas são de origem biológica e não há ingredientes geneticamente modificados. 

A juntar a tudo isso, é um espaço super agradável onde também dá para comprar granola a peso e com imensa variedade e não podia ser mais central: fica mesmo ao pé da estação da CP de Roma-Areeiro, ao lado de uma das avenidas mais emblemáticas da capital, a Avenida de Roma.  





quarta-feira, 10 de maio de 2017

Um filho faz tremer a relação ou fortalece-a?


Ter um filho é dos momentos mais especiais na vida de qualquer pai e mãe. E isso é indiscutível. 

Mas qual é o peso da chegada de um novo elemento à relação dos pais enquanto casal? 

A alteração de rotinas, as noites em branco, a mudança da casa e o novo estado de desorganização constante nem sempre têm um impacto positivo na vida dos recém-papás. 

Deixa de haver tempo para namorar, ou se há é menos do que o habitual; no sofá onde outrora estavam os nossos casacos e as almofadas estrategicamente organizadas passam a haver fraldas, cremes e mantinhas; na casa de banho "nascem" novos elementos, desde a banheirinha até ao shampoo, gel de banho e cremes para tudo e mais alguma coisa; na cama do casal por vezes surge um espaço extra no meio que é ocupado pelo mais recente membro da família, sobretudo nas noites das cólicas ou das otites e constipações; o jantar nem sempre é tranquilo a ver TV ou a falar sobre o dia de trabalho, é muitas vezes a correr para aproveitar os 5 minutos que o baby está a dormir ou então é por turnos, enquanto o pai brinca com o bebé, a mãe come numa só garfada o arroz de pato... isto se tiver havido tempo para um prato tão elaborado, às vezes é mesmo só uma sandes ou um hambúrguer que o pai trouxe de um qualquer fast-food; e as manhãs do fim de semana já não são na ronha na cama ou a fazer zapping no sofá da sala, é que além de acordarmos de madrugada com o baby a chorar e a querer atenção, muitas vezes a manhã de sábado acaba por ser para comprar fraldas, leite em pó, toalhitas e toda a lista de essenciais que estão quase a acabar, aliás, como sempre, estas coisas parece que voam, estamos sempre com a sensação que comprámos fraldas no dia anterior, mas nunca há suficientes.

E a gestão das despesas também muda. Quando chega o dia do subsídio de férias este já não vai para aquela viagem às Maldivas ou para uma qualquer ilha de sonho, vai direitinho para cobrir o VISA que andámos a gastar nos últimos meses ou para guardar, sim porque pode haver uma despesa não orçamentada e completamente imprevista e agora "somos pais e temos uma vida extra em que pensar". E no dia a dia, a coisa não muda, andamos sempre a fazer contas porque há aquele babygrow que já não serve e temos de comprar mais; porque ele já não bebe leite materno e precisa de leite especial porque é intolerante à lactose; porque há o pediatra, o xarope para tosse, os supositórios, as vacinas extra ao programa nacional de vacinação e toda a uma lista interminável de novas despesas que acrescem às que já tínhamos. E por vezes até há que mudar a lista é que já não dá para ir jantar fora duas vezes por semana, uma ao cinema, aquele vestido de 200 euros ou aquele iPhone que acabou de ser lançado...

E na relação do casal tudo isto pesa. As noites em claro e o cansaço acumulado noite após noite, a falta de tempo para falar sobre algo que não seja o baby e a falta de dinheiro para programas de lazer extra e até as horas a mais no trabalho para ganhar mais ou o part-time que aceitámos para ser mais um "salário" para equilibrar as contas. 

Às vezes é difícil ver a luz no fundo do tunel e há até pais que se "arrependem" de ter sido pais naquela altura e que pensam que deviam ter adiado. Nem sempre o cansaço permite ver o bom da maternidade e da paternidade, mas garanto-vos uma coisa, quando chega ao final do dia e chegam exaustos do trabalho e olham para os vossos príncipes é impossível não pensar que essa é mesmo a melhor parte do dia. 

Quanto à relação, há momentos críticos que fazem tremer muitas relações, se assim não fosse não estávamos constantemente a ouvir coisas do género "tiveram um filho e agora é que se estão a separar?!". Só quem passa é que entende o difícil que é gerir tudo. Mas acredito que depois da tempestade vem a bonança e o que é certo é que depois dos primeiros meses críticos, o casal reajusta-se, habitua-se, adapta-se e arranja estratégias e estratagemas que permitam "fugir" um bocadinho à rotina, surpreender a cara metade e ainda dormir nem que seja por turnos alternados entre a mãe e o pai.

No final, se a relação sobreviver, é impossível que não esteja mais forte e até mais cúmplice. 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

A saga continua... pai a "panicar" II


Ao que tudo indica a princesa não namora com o L. («Uffaa!!!» - pensa o pai)

Mas na verdade ela acaba por me confessar ao ouvido que o L. não é seu namorado porque quando a mãe o vai buscar ao colégio, ele não lhe dá um abraço e um beijo... aquilo parte-me o coração, mas não digo ao pai o teor da conversa porque é uma espécie de "segredo" nosso. No entanto, ele continua curioso e volta a questioná-la se namoram...

E a resposta não podia ser mais politicamente correta. As meninas realmente aprendem rápido a dar a volta aos pais e diz-lhe: «Papá, eu não namoro com o L. porque ainda não tenho idade para namorar...»

O pai relaxa, fica mais tranquilo, mas em tom de brincadeira acaba por dizer que tem de treinar a pontaria [ahahaha]. 

A princesa muda de assunto, diz que afinal namora com o mano Pedro, assim como o pai namora com a mãe. Rimo-nos e conseguimos acabar o jantar sem voltar ao tema. 

Mas eu confesso que estou curiosa, queria perceber quem é o "famoso" L. 

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Aquele momento em que o pai começa a "panicar"


Ser pai de menina não é o mesmo que ser pai de menino e isso vê-se logo nos comentários que começa a ouvir ainda a princesa não saiu da maternidade. «Vais ter de arranjar licença de porte de arma» ou «é tão linda... estás tramado quando ela crescer» são algumas das frases mais comuns. 

E o pai começa logo a sofrer por antecipação, mas vai desvalorizando porque ela ainda é tão pequenina e ainda falta tanto tempo... o problema é quando ela meio em confidencia, aos quase 4 anos, acaba por dizer que gosta do L. e que ele gosta muito de lhe dar abraços e beijinhos. 

Pânico instalado!!! O pai pensa em tudo. Onde anda a caçadeira, qual o perfil de Facebook da criança (não tem é óbvio, mas o pai nesse momento nem raciocina direito), quem são os pais, onde mora, quantos anos tem... 

E ela saí-se com um «a mãe já sabe... eu já lhe disse». Ups. O pai vira-se para a mãe (leia-se eu) e verbaliza as perguntas todas de rajada. 

Pois, realmente não é a primeira vez que ela fala do L., que é da turma do lado, ou seja, tem mais um ano do que ela e é o menino que gosta muito de lhe dar beijinhos e abraços no recreio. 

No meio disto tudo ela diz ao pai que ele tem «15 anos e que anda na Primária (!!!!)». O pai pergunta «como?» e esquece-se que é impossível ser da primária porque o infantário termina na sala dos 5 anos e que a idade é apenas uma suposição dela que na verdade também não sabe bem diferenciar o que é ter 4 anos, 15 ou mesmo 25. 

O pai acaba por dizer que quer saber quem é que ele é... e que vai "sondar" no dia seguinte. E ela desabafa um: «ó pai, eu também não sei quem ele é...» [gargalhadas da mãe]

A conversa fica mesmo por ali, não vale a pena alimentar... «São crianças» e como é bom ser criança e ter a inocência de uma criança. 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Dizer adeus ao meu primeiro amor


As despedidas nunca são fáceis e deixarmos o nosso trabalho sem ser por opção própria mexe com as nossas emoções. 

É uma espécie de cubo mágico que depois de desfeito não é fácil de ser refeito. Eu, pessoalmente, nunca consegui fazer nenhum cubo mágico... mas em miúda cheguei a pensar em descolar os autocolantes e aldrabar o resultado. O problema com essa solução é que a questão não fica resolvida de raiz e os papelinhos coloridos acabam por se descolar. O mesmo acontece na vida... quando fechamos uma porta temos mesmo de a fechar. Só assim é possível começar a espreitar em outras direções. 

Na última semana enquanto limpava a secretária, apagava os mails, esvaziava as gavetas e enchia o ecoponto do papel com jornais, revistas e folhas soltas senti-me algures entre o aliviada e o triste. É quase um dizer adeus ao primeiro amor, aquele que sabemos que não era o "certo" ou "ideal", mas que teimávamos em amar de forma até um pouco "doentia". Aquele amor que não nos dava o que precisávamos, mas que ainda nos apaixonava como no primeiro dia. Aquele amor que não se esquece de um momento para o outro, mas que temos a certeza que deve permanecer no passado. 

Foi bom, muito bom até. Foi único, especial e irrepetível. Mas novos caminhos se desenham no horizonte e não dá para fazer inversão de marcha agora. É tarde para pensar mais do que o necessário. Não há tempo, nem espaço, para memórias com sabor agri-doce. Resta o agora e o amanhã e esses têm de ser cheios de cores, cheiros e odores intensos. Têm de me dar a alma e o foco que em certos momentos perdi durante a última década sentada à mesma secretária. Têm de me encher o coração de sensações fortes e fazerem-me sonhar. Como os espanhóis dizem e tão bem, têm de me dar "ganas de vivir!"

terça-feira, 2 de maio de 2017

Este não é o presente para o Dia da Mãe, mas para todos os dias


Este ano, em jeito de shopping do Dia da Mãe, não vou sugerir uma lista de mimos e gifts giros para as mamãs, vou pura e simplesmente deixar uma ideia. É um investimento, é um facto, mas acaba por compensar numas quantas limpezas de pele e em produtos para esfoliar o rosto.

Para quem já conhece e usa a gama Luna da Foreo, ler este post é completamente desnecessário porque já experimentou os milagres desta máquina que cabe na palma da mão e que é quase auto-suficiente na limpeza da pele do rosto ao remover 99,5% da sujidade e oleosidade graças à sua tecnologia de limpeza T-SonicTM.

O resultado é uma suavidade instantânea e perceptível ao toque, a redução do tamanho dos poros - e essa era uma das minhas queixas "número 1" - e ainda a sensação da pele absorver muito melhor os cremes que aplicamos a seguir. 

Segundo a marca, a Luna2 deve ser usada uma vez por dia e a mim parece-me que o momento mais indicado é mesmo no duche porque os poros estão mais dilatados com o vapor e como a máquina é à prova de água é fácil de usar e limpar logo de seguida. 

Além disso, parece-me simples de transportar, por exemplo, em viagens. Agora, venham elas, as viagens, isso sim era um grande presente de Dia da Mãe (eu sei que o papá lê o blogue... e também sei que não é a Leonor e o Pedro que compram os presentes!!!)

PS: Para quem gostou da sugestão da Luna2, ficam aqui mais duas informações não menos importantes, esta máquina de limpeza de pele vende-se em exclusivo nas Perfumarias Douglas e há uma campanha especial para o Dia da Mãe com oferta de um kit de pincéis para maquilhagem. Já se preferem as viagens, aproveitem as de última hora, dizem por aí que ficam mais baratas :P

quarta-feira, 26 de abril de 2017

A moda das "coleções cápsula"


Ainda se lembram quando a coleção de Primavera/Verão chegava às lojas e permanecia inalterável até ao final da estação? Quantas vezes não vimos um vestido de sonho, mas decidimos esperar pelos saldos e fazer figas que ainda houvesse o nosso tamanho? 

Pois, essa fase já era porque chegámos à "moda" das coleções cápsula e aqui é bom voarmos para a loja porque corremos o risco de não conseguir apanhar nada da nossa wishlist. 

O bom desta tendência é o facto de passarmos a estação sempre com novidades que normalmente combinam com a linha base da marca e ainda sentirmos uma certa "exclusividade", ou seja, há menos risco de chegarmos ao trabalho e termos 4 das nossas 5 colegas com a mesma camisa. 

O mau é que temos de estar super atentas às novidades e comprar na hora, não há espaço para indecisões... eu vejo isso pela roupa dos miúdos, é um custo encontrar o tamanho certo ou o modelo que já tinha visto, mas que continua sem chegar às lojas físicas e até às online. 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Quatro semanas = menos 3kg


Já fez um mês que comecei a minha cruzada contra o excesso de peso e ainda hoje me custa ver o ponto a que cheguei e saber que tenho o dobro da gordura que devia ter. No entanto, quando encontro roupa antiga percebo perfeitamente para onde é que os quilos extra foram parar.

Gostava de ser daquelas pessoas que comem sem parar e que a comida vai para um sítio que nem os próprios sabem. Ou então de não gostar tanto de doces, nem de salgados. 

Seria mais fácil, mas possivelmente não percebia o conceito da dieta como estou a perceber. A dieta não é apenas uma dieta. Na verdade nem pode ser vista dessa maneira. Deve ser encarada como uma mudança de rotinas e de estilo de vida. 

Ser saudável compensa e para já compensa na hora de comprar roupa. As camisas e as calças já começam a assentar melhor e já começo a conseguir ir às lojas "normais" sem ficar fora da tabela apertada que em muitos casos vai do XS ao L... e eu estava no XL...

Apesar de ter tido mais sucesso nas duas primeiras semanas de dieta - menos 2kg e menos 10 cm na cintura -, a verdade é que no total já foram 3kg. Ou seja, menos três pacotes de arroz ou de açúcar a sobrecarregarem a minha coluna e as minhas pernas. E o que é certo é que já começo a sentir a diferença. 

E a ajudar, regressei ao yoga e ao pilates para corrigir a minha postura, que em parte foi prejudicada pelas duas gravidezes, mas também pelo peso que tenho a mais. Sinto-me efetivamente mais leve e só isso é suficiente para me fazer querer continuar a cortar nas porcarias e a fomentar um estilo de vida mais saudável.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Se o baby Pedro tivesse sido o primeiro acho que era filho único


Há aqueles bebés que dormem mal nos primeiros meses por causa das cólicas - como foi o caso da princesa Leonor -, há aqueles que fazem os pais "sofrer" os pais um bocadinho mais porque prolongam as noites mal dormidas porque ainda mamam e acabam por ficar "dependentes" do colinho e da mama, e depois há o baby Pedro que está quase com 14 meses e dormir mais de 2 ou 3 horas de seguida no berço é complicado...

Hoje quando o fui buscar ao colégio, as educadoras do segundo berçário - onde ele já passa mais de metade do dia porque não quer estar com os "bebés" da sala dele disseram-me «ele quando chega a casa deve ir quase direto para a cama de tão cansado que vai daqui, não? É que ele não pára!»

Pois, era bom que assim fosse, mas infelizmente isso deve acontecer uma vez por mês no máximo. Um fim de dia típico na vida do baby Pedro nunca é tranquilo. Vou buscá-lo entre as 18h e as 18h30, chega a casa brinca uns 10 minutos e a seguir agarra-se às minhas pernas. Enquanto acabo de preparar o jantar peço umas 10 vezes ao pai ou à mana para o virem buscar porque tenho se não fica difícil cozinhar e pôr a mesa. Janta e aqui nunca há grande dificuldade porque come bem (pelo menos isso) e depois "arrebita" e volta à brincadeira. Corre a casa toda, quase sempre a jogar à bola ou com um balão, desarruma o quarto da mana de uma ponta à outra e quando lhe pego para o pôr a dormir chora. Para imaginarem o choro que é, a minha vizinha de baixo até já me perguntou o que é que ele tem...

Entre as várias tentativas para o adormecer acaba por voltar a ficar com fome e assim que vê a mana a beber leite vai a correr para a cozinha a apontar para o frigorífico a reclamar o seu biberão. Enquanto a mana bebe uns 160 ou 170ml, ele não se contenta com menos de 270-300 ml, ou seja, o biberão quase cheio. Se é menos, volta a chorar e agarra-se ao biberão como se isso fosse aumentar a quantidade de leite que lá se encontra...

Noite sim, noite não acaba por adormecer a seguir ao leite. Mas nem sempre aceita ficar no berço. Passado umas 3horas lembra-se que tem fome e acorda... umas vezes acabo por lhe dar leite e voltar a pô-lo no berço, outras fica irrequieto e não quer ir para lado nenhum, a não ser estar no meu colo. Tantas noites que, de cansaço - meu, claro! - acabamos por dormir um par de horas no sofá para tentar não acordar a mana com o choro estridente. E muitas vezes volta a pedir leite mais uma vez, assim mais perto da madrugada, do estilo 5 ou 6h da manhã..,

E nem vir para a nossa cama funciona porque quando lhe dá a fome grita e chora e empurra-me numa postura do estilo: «vai lá aquecer-me o leite! Está na hora!»

Depois de quase 14 meses a dormir por turnos ou toda torta no sofá com um pestinha grudado no meu colo, digo várias vezes que se ele tivesse sido o primeiro não havia mais babies cá por casa. E se houvesse iria demorar mais tempo... uns 6 ou 7 anos, pelo menos até eu conseguir esquecer estas noites. 

Conselhos e dicas aceitam-se... com urgência porque a minha sanidade mental anda a escassear...

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Saudades dos piqueniques


Com a mudança de casa, a organização das coisas e as inúmeras visitas que temos recebido, tem sobrado pouco tempo para os programas com os príncipes, mas hoje quando vi a nova campanha da Mustela de oferta de lancheiras isotérmicas bateram as saudades dos piqueniques. 

Não há nada melhor do que ver os príncipes a correrem pelo parque, a andarem nos baloiços e nos escorregas, a explorarem com os dedinhos pequeninos as texturas da relva, da terra e das flores, a conhecerem os insetos e os animais que por ali habitam e a darem gargalhadas sinceras e puras. 

Outro momento delicioso é aquele em estendemos a toalha e as mantas no chão e eles aproveitam para rebolar lá em cima nos segundos seguintes. Sim, acabamos sempre por ter de os "expulsar" e voltar a estender a toalha para podermos colocar as saladas, sumos, fruta, loiça, talheres e afins. 

Vamos tentar aproveitar este fim de semana para "recuperar" as rotinas de piquenique. Mas desta vez além das lancheiras dos papás, os príncipes também vão poder levar as suas próprias lancheiras que até agora têm sido usadas pela Leonor para guardar os brinquedos e tralhas - é que ela está sempre de viagem ahahaha :)

Informação extra: as lancheiras isotérmicas Musti já estão disponíveis e vêm em três cores/gamas: azul (gel lavante + Hydra Bebé corpo para pele normal - PVR: 21,61€), amarelo (gel Cold Cream + leite corporal para pele seca - PVR: 23,86€) e verde (creme lavante + creme emoliente para pele atópica - PVR: 29,59€).

terça-feira, 18 de abril de 2017

Summer dresses


Com os dias quentes o que começa a apetecer? Vestidos e sandálias!

Hoje partilho as novidades de primavera/verão da marca portuguesa Coquelicot que trazem frescura, leveza e romantismo a um estilo descontraído, mas versátil. 

Facilmente imaginamos alguns destes vestidos num dia de praia, mas com uns extra esse look pode ser adaptado para uma festa/cocktail. 


 





segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ficar desempregada não pode ser um bicho de sete cabeças, mas sim uma oportunidade


É fácil dizermos "vai correr tudo bem", "vais arranjar um trabalho melhor", "tens imensa capacidade", "fecha-se uma porta, abre-se uma janela..." o problema é que é fácil para quem diz, mas não para quem ouve...

Quem ouve isso porque acabou de ser despedido tem a noção de que a vida como a conheceu até aquele momento nunca mais será igual. As coisas vão mudar e não é porque o próprio decidiu. O próprio (na maioria dos casos) nem sequer foi consultado e quando recebe a carta de dispensa pensa «porquê? e porquê eu?». Nem sempre há resposta para essa questão e muitas vezes mais vale não perdermos muito tempo a tentar encontrar uma boa justificação. 

Depois da frustração e das dúvidas vem a revolta, por vezes misturada com a tristeza. Pensamos no que demos à empresa, no quanto vestimos a camisola, mesmo quando fomos operados e não usámos a baixa médica ou daquela vez em que o bebé ainda mamava, mas optamos por ir trabalhar porque fazíamos falta e isso do horário reduzido além do 1º ano de maternidade é visto como um abuso por parte da funcionária e até quando tivemos aquela proposta "milionária" que recusámos porque gostávamos mesmo do que fazíamos, mesmo com um salário menor. 

E quando batemos no fundo, sentimo-nos na merda. Achamos que somos as únicas aves raras nesta situação; depois percebemos que somos muitos e aí preferíamos que fossemos mesmo os únicos porque podia ser mais fácil arranjar emprego. Sim, porque nem para entrevista nos chamam. Os dias passam, já mandámos currículos para a nossa área e para outras 5 áreas que nada têm a ver connosco. Corremos todos os sites de emprego, pensámos emigrar, pensámos criar o nosso próprio negócio, mas desistimos de seguida quando percebemos que estamos em Portugal e que para tudo é preciso meses de burocracia e dinheiro inicial que não temos. 

Dormimos sobre o assunto, tentámos ver esta fase como uma fase. Mentalizámo-nos que até estávamos a precisar de uns dias... vá, umas semanas... de descanso. Se calhar esta podia ser uma fase de férias. Soa melhor, não soa? Mas na verdade não sabe a férias, sabe a castigo e curiosamente até está sol e a praia até está perto, mas e vontade?

Mas depois do luto, da adaptação, da luta, do desespero, do desânimo, das dúvidas, das filas e telefonemas para a Segurança Social, para as Finanças, para o Centro de Emprego, para os seguros, para as propostas de emprego e entrevistas falhadas percebemos que afinal havia alguém que tinha razão porque "vai mesmo correr bem!" Sabem porquê? Porque quando estamos tranquilos com a porta que se fechou e quando fazemos o luto e quando nos sentimos a recuperar a vitalidade e a força, há mesmo janelas que se abrem. E mesmo que não sejam as janelas que queríamos, sonhávamos ou prevíamos, a verdade é que devemos entrar. Há riscos que devemos correr, e este é o momento certo para o fazermos. Porquê? Porque pela primeira vez (ou não) não temos mais nada para fazer, logo podemos tentar tudo, arriscar tudo e experimentar tudo. Até aquela roadtrip que estava na bucket list, aquele curso de olaria que ninguém nunca percebeu porque o queriamos fazer, aquela visita à cidade onde gostávamos de viver e até aquele sonho de fazer o Caminho de Santiago a pé...

O caminho, faz-se a caminhar e não há limites, só estradas para escolher e percorrer!

Ainda não tenho corpo de biquíni, mas de fato de banho já


Aos poucos estou a recuperar a minha forma física, mas ainda não é o suficiente para um belo biquíni. A sorte é que há fatos de banhos tão giros, que nem me importo muito de optar por um fato de banho agora e adiar mais um bocadinho os biquínis. Hoje partilho alguns dos meus preferidos da coleção de verão da women'secret que já começou a chegar às lojas.