domingo, 31 de julho de 2016

Livro para hoje: 'As Profissões de um Bombeiro'


Todos os dias, ou quase todos, lemos uma história cá em casa, ou inventamos. Digo quase todos os dias porque há alguns em que os príncipes adormecem cedo demais para chegar à hora da história e noutros é a mãe que está demasiado cansada para ler. 

Hoje já temos livro escolhido - 'As Profissões de um Bombeiro' - e não podia ser melhor a escolha. Além de ser uma história inspiradora e cheia de coragem, ainda tem um cariz solidário que não podia ajudar melhor causa que a dos bombeiros portugueses. 

Até 31 de agosto, na compra de um exemplar (€1,99) está a contribuir para a aquisição de equipamentos de proteção individual de combate a incêndios florestais. A história já chegou às 306 lojas do grupo Os Mosqueteiros e conta com o apoio do conhecido apresentador Manuel Luís Goucha. 

Acho que os meus príncipes vão adorar o exemplo de vida do Mateus, que é o protagonista deste livro e vão certamente valorizar mais estes grandes profissionais que são os bombeiros, que todos os dias arriscam as suas vidas para proteger as nossas e os nossos bens.

Amamentar em locais públicos. Porque não?

Esta foto super conhecida da modelo Gisele Bundchen não está censurada, mas encontrei umas
quantas online que cortam ou colocam efeitos visual da mão do bebé para baixo (shame).

Nos últimos meses muito tenho ouvido falar sobre amamentar em público e este recente pudor que a sociedade parece ter de ver uma mãe a alimentar o seu bebé, na maioria das vezes sem mostrar mais de um centímetro ou dois de pele. Parece que de repente o mundo se lembrou que esse gesto de amor, mas também essa necessidade fisiológica que é comum a todos os seres humanos, é um comportamento repreensível em locais públicos e que deve inclusive ser proibido...

Será que sou a única a achar isto uma verdadeira palhaçada, sobretudo numa altura em que tanto se apela à amamentação exclusiva até aos seis meses e em que todos os pediatras e médicos tanto falam sobre os benefícios deste gesto para os bebés? 

Confesso que da princesa Leonor por várias vezes me senti constrangida porque as pessoas olhavam com um ar reprovador ou viravam a cara e eu nem sempre encontrava um local apropriado para o fazer longe da 'sociedade' que me olhava como se eu estivesse a cometer um crime. Várias foram mesmo as vezes que lhe dei de mamar dentro do carro ao estilo 'estou-a-fazer-algo-de-ilegal' por isso vou ficar aqui escondida. 

No entanto, três anos se passaram e muita coisa mudou, inclusive as infraestruturas dos shoppings que quase todos passaram a incluir uma ou mais zonas para troca de fraldas e amamentação. Contudo, as mentalidades parecem ainda não evoluído o suficiente e não falo apenas de Portugal, pois esta polémica não se limita às nossas fronteiras como é óbvio. O que mudou muito foi a minha mentalidade. Deixei de me preocupar e sinceramente neste momento dou de mamar ao baby Pedro quase em qualquer sítio. Se ele tem fome e eu encontro uma cadeira ou banco onde o posso fazer, o que me impede? Não são certamente esses olhares reprovadores e espero sinceramente não ser a única a pensar assim, porque o que realmente interessa é que os nossos príncipes estejam bem. 

Óbvio que não o faço de forma exibicionista, mas também acho que nunca vi ninguém a fazê-lo dessa maneira. A maioria até o faz de forma tão 'tapada' e escondida que a criança às vezes parece que vai sufocar debaixo de tantas fraldas ahahaha.

Bem, e apesar disto para mim ser uma 'não questão', não consegui passar-lhe ao lado sem partilhar a minha opinião com vocês porque acho que ninguém se deve esconder por estar a fazer algo tão maravilhoso como é amamentar um bebé, tomara todas as mães conseguirem fazê-lo...

sábado, 30 de julho de 2016

Os sete mandamentos que os pais dizem que nunca vão quebrar (mas quebram quase sempre)


Quantas vezes não ouvimos futuros ou recém papás garantirem a pés juntos que os seus filhos nunca vão dormir na sua cama ou que nunca vão fazer birra porque isso é de pais que não sabem educar os babies... o que é certo é que bastam umas semanas, às vezes até dias (ou horas), para quebrarem as juras... Aqui ficam algumas das coisas que gritamos aos quatro ventos antes dos babies nascerem e que depois preferimos simplesmente não falar.

1. Ele nunca vai dormir connosco na cama e logo aos dois ou três meses vai para o quarto dele;

2. Nunca o vamos adormecer ao colo, isso é de pais que não têm mais nada para fazer;

3. Nunca irá usar chucha ou se usar vai ser durante pouco tempo;

4. Vai tirar a fralda assim que começar a andar e vai ser um processo super natural;

5. Nunca vai comer fruta ou iogurtes de boiões, vai ser tudo feito em casa;

6. Não o vamos deixar ver TV ou usar o tablet assim que chega do colégio;

7. Birras... nunca. Isso é de pais que não sabem educar os filhos...

sexta-feira, 29 de julho de 2016

#Praia: o primeiro contacto com a água não foi um sucesso


Sempre imaginei que o primeiro dia de praia à séria do baby Pedro fosse assim com tudo aquilo a que ele tinha direito e sempre com um sorriso nos lábios, ou não fosse ele simplesmente o bebé mais simpático e bem disposto que já conheci.

Mas a verdade é que nem sempre aquilo que imaginamos ou esperamos se concretiza e este primeiro contacto com a água foi exemplo disso mesmo. Aproveitei a minha folga e levei-o sozinho porque a mana estava no colégio e achei que era melhor estar a 100% com ele nesta primeiro vez. 

Não dormiu um segundo que fosse, olhou para tudo e todos com a curiosidade e a atenção de quem quer absorver o mundo todo num só dia, mas quando coloquei os seus pés pequeninos dentro de água vieram as lágrimas... ainda o tentei distrair com as 'ondas', levantando-o e baixando, mas acho que ele é mesmo friorento.

Para domingo já tenho mais uma ida à praia agendada, mas desta vez com a mana e o papá. Pode ser que desta vez corra melhor.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Como dizer «tive saudades tuas» sem proferir uma única palavra


Hoje quando regressei do trabalho fui direta para casa da minha mãe buscar o príncipe. Estava no colo do avô quando lá cheguei e a principio parecia que não me estava propriamente a reconhecer, até que olhou mais uma ou duas vezes e deu uma gargalhada tão expressiva e estridente que eu fiquei sem palavras.. e assim que o peguei ao colo agarrou-me na cara com as duas mãos e começou a 'comer-me' a bochecha. Como é possível um bebé de apenas cinco meses 'abraçar-nos' desta maneira e 'dizer' «tive saudades tuas» sem no entanto proferir uma única palavra? 

10 sinais que mostram que regressou à pouco tempo ao trabalho


Hoje encontrei um texto com o qual já me começo a identificar. Traduzi-o, adaptei-o um bocadinho à minha realidade e no fim fartei-me de rir com a constatação de que há tantas mães que se devem identificar com quase todos os 10 sinais que mostram que uma mulher regressou recentemente ao trabalho depois de uns meses de licença de maternidade...

1. No colégio reconhecem a sua voz assim que você diz: «olá, boa tarde!»;

2. Pensar que vai almoçar sozinha - sem o bebé ao colo ou sem o estar a embalar - é quase a realização de um sonho;

3. As lágrimas são assim as suas melhores amigas e vão consigo para todo o lado, mesmo que nem fale sobre o seu filho;

4. Domingo à noite é a altura em que pensa: «devia ter preparado refeições para a semana toda e para a família toda...» e depois vai para a cozinha... cozinhar durante duas horas frenéticas;

5. Os seus filhos começam a elogiá-la porque o guarda-roupa de mãe a tempo inteiro foi substituído por roupa mais bonitinha e até alguma maquilhagem e acessórios;

6. A sua casa deixou de ser um lar fofinho e com tudo organizado e já só parece uma casa que foi atingida por um furacão;

7. Conseguiu ficar doente umas 20 vezes no espaço de apenas um mês. Viroses, constipações, amigdalites... enfim, tudo o que os príncipes apanharam no colégio e decidiram levar para casa;

8. Quando ouve o telemóvel salta da cadeira porque está sempre em estado de alerta. Pode ser da creche, ou talvez da creche, ou se calhar é da creche...

9. Pegar o seu bebé ao colo torna-se no momento mais mágico e único do mundo. Passa o dia a pensar nesse gesto e já nem se lembra das dores nas costas ou dos 7,5kg que ele pesa;

10. Café e maquilhagem tornam-se nos seus melhores amigos... sim porque as noites mal dormidas precisam de ser 'disfarçadas'.

#BabyPedro: Cinco meses, 7,5kg e dois dentes


Parece que temos um precoce. Ainda não se segura em pé como a princesa da Carolina Patrocínio, mas já chegou aos 7,5kg na balança e já tem dois dentinhos em avançado estado de crescimento!

Cinco meses de muito amor, 150 noites mal dormidas, algumas rugas e cabelos brancos novos e uma felicidade imensa cada vez que vejo os meus dois príncipes juntos em momentos de pura cumplicidade.

Já houve tempo para quase tudo a dois: praia assim meio de fugida porque o sol não perdoa e eu sou demasiado preocupada com o excesso de calor para eles tão pequeninos; brincadeiras na cama, no berço, no tapete de atividade... enfim em todo o lado; banho na banheira da mana depois de uns quantos banhos dados pela princesa ao baby; e esta semana até a sopa foi com uma colher extra porque a mana quis ajudar.

Ele derrete-se só de olhar para ela e é remédio santo para os ataques de choro e para as birras de quem prefere estar sempre acordado e a observar o mundo à sua volta.

Arrependida por já sermos quatro cá em casa?! No way! Feliz por termos tido a coragem de dar este passo.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

OrigamiKids: conceitos que nos chegam ao coração


Uma das principais preocupações de qualquer pai são os seus filhos, certo? No entanto, muitas vezes fazemos escolhas exclusivamente baseadas no preço ou nas tendências esquecendo um pouco o conteúdo, o seu efeito real na vida dos nossos príncipes e também o seu impacto no ambiente. Sim, podemos achar exagerado, mas a verdade é que a preocupação com o ambiente não podia estar mais associada às nossas crianças. O que protegermos hoje será sem duvida um presente que lhes damos enquanto adultos e pais, e também um pedacinho que deixamos para a geração dos nossos futuros netos. E são essas as preocupações que estão na origem da OrigamiKids. Mais do que uma empresa é um conceito que nasceu de pais reais com filhos tão reais como os nossos e que de repente um dia acharam que se deviam preocupar um bocadinho mais com os produtos que usavam por exemplo no banho ou para lavar os dentes dos seus príncipes. A OrigamiKids é uma daquelas ideias que nos toca de uma maneira especial e que nos conquista pela simplicidade com que seleciona inúmeros produtos de cuidado diário e higiene para os nossos bebés que além de serem bons para a sua pele, cabelo e desenvolvimento, ainda são eco-friendly e muitos deles feitos a partir de materiais reciclados e sustentáveis, como por exemplo os copos de lavar os dentes que são feitos de bambo e arroz.

domingo, 24 de julho de 2016

Primeiro dia de trabalho e telefonema do pai a perguntar se... «podíamos trocar»


Hoje foi o grande dia. 

Acordei de madrugada com o baby Pedro irrequieto, mas depois lá consegui descansar qualquer coisa porque o papá se levantou mais cedo, foi para a sala com os 'pestinhas' e fez o primeiro round de fraldas e leite para a princesa. 

Cansaço e nervos à mistura, banhos para todos, arrumar a casa, almoçar mais cedo do que o habitual porque entrava às 13h e deixar tudo preparado para a sopa e para o leite do baby. 

Ainda não era meio dia e meia e já estávamos a arrancar para o trabalho da mamã. Sim, o regresso foi mais especial porque os príncipes me levaram e a meio o Pedro já dormia e ela já me pedia para deitar a cadeirinha. Pensei secretamente que o papá hoje ia ter imensa sorte e possivelmente até iria conseguir dormir uma sesta com os dois...

Infelizmente isso não aconteceu e teve uma daquelas tardes que eu tantas vezes tenho. No entanto, com a bagagem dos últimos meses eu já não cedo ao desespero tão rápido. Assim que entrou em casa, ele acordou. Ela lá descansou qualquer coisa, mas ele nada. Queria brincar e tanto brincou e chorou que lá veio o sono... o pai até esfregou as mãos a pensar nos minutos que ia dormir com o anjinho, mas enganou-se porque assim que o deitou, ela decidiu que já não queria descansar mais... e ele também mudou de ideias e despertou... 

Rabugento como se fosse lhe tivessem tirado o brinquedo preferido ligou-se e em modo de desabafo perguntou: «Podemos trocar?» Ri-me de forma cúmplice, ri-me como quem diz: «bem sei o que estás a sentir, acontece-me nove em cada dez vezes».

Tentei animá-lo e passado uma meia hora já me enviava uma foto da princesa a ajudar a dar a sopa ao mano. «Que amores...», pensei e senti aquele aperto no coração e umas saudades que não cabiam no peito, mas não cedi. Voltei os olhos para o ecrã e concentrei-me no trabalho... só assim se consegue seguir e ver as horas a passarem mais rápido.

Eram quase 18h liguei-lhes para me virem buscar e passado uns 15 minutos ouvia uma voz de princesa do outro lado a dizer: «mamã já tamos quase a chigar... podes discer». Que doçura!

Hoje foi rápido e 'quase' indolor. Consegui mesmo sentir saudades do trabalho e da rotina e senti-me parte daquele universo. Amanhã é que vai doer mais um bocadinho... é segunda, não há companhia para a viagem, a princesa vai para o colégio e o baby fica na avó... e eu sigo, sozinha...

Ideias criativas para quartos partilhados por irmãos

Seja por questões de espaço, por logística ou conveniência, a verdade é que nem sempre é fácil decorar um quarto que seja para mais do que uma criança, sobretudo se forem do sexo oposto. 

No entanto, nada é impossível e eu já andei a tirar ideias porque se não mudar de casa, o quarto da princesa Leonor vai precisar de umas alterações para podermos acrescentar a cama de grades do baby Pedro. 

Hoje partilho algumas das sugestões bem giras e originais que encontrei.


   










sábado, 23 de julho de 2016

Sete benefícios de ser mãe trabalhadora


Com o regresso ao trabalho marcado para amanhã e o baby Pedro literalmente sentado no meu colo a brincar, comecei a fazer pesquisas online sobre as vantagens de ser mãe e ter uma carreira ao mesmo tempo. Nesta saga por tentar ver o regresso de uma perspetiva mais positiva encontrei uma lista que é baseada num estudo da American Psychological Association e que destaca sete benefícios que me deixaram bem mais animada.

1. Ser um exemplo para os filhos
Trabalhar fora permite ensinar prioridades, decisões e sacrifícios que muitas vezes se têm de fazer na vida e mostra aos filhos que há recompensas para quem trabalha duro, como férias em família, melhores estudos, prática de atividades físicas e outros hobbies. Além disso, há um outro estudo da Universidade de Harvard que diz que as jovens cujas mães sempre trabalharam arranjam emprego mais rápido, ganham mais e têm cargos de maior responsabilidade.

2. Sentir-se mais realizada
Quando as mulheres são mães muitas vezes colocam paixões, talentos e outros projetos de lado, atitude que as pode deixar ressentidas e insatisfeitas, mas que pode ser 'aliviada' com o regresso ao trabalho.

3. Ter controlo financeiro
Mesmo que seja apenas um part-time ou que o salário não seja nada de especial, o que é certo é que 'contribuir' para o orçamento familiar dá uma sensação de independência e de confiança que é positiva. Além disso, não dá azo a sentimentos de culpa por estar a usar o dinheiro que não ganhou...

4. Manter a sua identidade
Muitas vezes quando nos tornamos mães perdemos um pouco de nós e ganhamos uma 'nova' identidade, passamos a ser «a mãe do baby Pedro e da Leonor» e deixamos de ser simplesmente «a Patrícia». Trabalhar fora permite e até exige manter a sua própria atitude, o que é importante até para quando a criança cresce e percebe que é um ser humano independente da mãe. 

5. Recuperar a vida social
Mesmo que ser mãe a tempo inteiro implique uma agenda preenchida entre fraldas, babetes, roupa, compras e casa para organizar e que proporcine uma companhia constante, a verdade é que muitas mulheres se sentem sozinhas e isoladas. Ter um emprego fora de casa permite-lhes ter conexões sociais com outras pessoas (adultas e não bebés), o que ajuda a manter a sanidade mental.

6. Contar com um marido mais dedicado
Uma das maiores vantagens de trabalhar fora é precisamente o beneficiar de uma ajuda extra do papá. Com a jornada dupla da mãe, o marido sente que tem de participar mais nas rotinas dos filhos, o que fortalece a sua relação com os mesmos, e ainda acaba por ajudar mais na hora de desempenhar as tarefas domésticas, nem que seja a levantar a mesa ou a pôr a loiça na máquina. Além disso diminui as discussões sobre quem trabalha mais...

7. As saudades podem ser boas
Esta é da minha autoria e acho que é das mais importantes. Não há nada como regressarmos a casa para encher de mimos os nossos bebés e as saudades ajudam a dar-lhes mais atenção e a rentabilizarmos melhor o tempo.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Campanha da APAV incentiva a denúncia de violência sexual contra menores


Por medo, por vergonha, ou por ambos, as vítimas de abuso sexual vivem na solidão e isolamento, situação que a mais recente campanha da APAV pretende inverter. 

«O abuso sexual de crianças e jovens não tem de ser segredo» é o slogan desta iniciativa que apela à denúncia destes crimes, dando ênfase ao papel das testemunhas e confidentes na tomada de consciência para a violência sexual.

Os protagonistas da campanha são brinquedos que dão voz ao combate ao abuso sexual de menores, partindo do princípio que muitas situações acontecem na casa das vítimas, no seu próprio quarto...

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O Bicho Papão: voltar ao trabalho depois da licença...


E de repente, como que por magia, hoje acordei e pensei: «faltam três dias para regressar ao trabalho». Oh não, como passou tão rápido pergunta-me toda a gente. Sinceramente, eu própria adorava saber a resposta. Não sei como voa tão rápido o tempo quando estamos bem, com os nossos príncipes, a enchê-los de mimos e a vê-los crescer...

Parece que foi ontem que pensei: «cinco meses de licença são suficientes»... mas afinal se calhar não é bem assim... apetece-me pôr tudo em pause e ficar só mais um bocadinho, como quando acordamos de manhã cheios de sono e adiamos o despertador só mais uns minutos, como se conseguíssemos também adiar a realidade. 

A sorte é que o regresso vai ser progressivo. Além de beneficiar do horário reduzido por estar a amamentar, ainda tenho férias para tirar. Vou aproveitar duas semanas em agosto, uns dias em setembro e depois sim volto às rotinas mais apertadas e a fazer figas para que o resto das férias que guardei para o Natal cheguem num abrir e fechar de olhos. 

Entretanto, este domingo que vai ser a doer. Não é apenas o primeiro dia de trabalho após a licença, é ainda um daqueles dias que associamos sempre ao estar em casa, ao relaxar e ao estar em família... Resta suspirar e arregaçar as mangas! Ah e ligar muito ao papá Rui para saber se está tudo bem, se ainda não destruíram a casa, se comeram tudo, se dormiram a sesta... uffa, não vai ser fácil para ninguém...

terça-feira, 19 de julho de 2016

#Estudo: suplementos na gravidez são perda de tempo e dinheiro


Além do ácido fólico, durante a primeira gravidez fiz suplementos vitamínicos porque supostamente faziam bem e sempre eram uma dose extra de alguns nutrientes que não conseguia ingerir na quantidade que eu achava ser necessária. A verdade é que só me trouxeram duas coisas extra: apetite e 20kg a mais na balança. E uma coisa a menos: dinheiro na carteira, pois os suplementos são tudo menos baratos...

Nesta segunda gravidez já não cai no mesmo erro e o que é certo é que consegui controlar muito melhor a fome e a gula e acabei por ter uma alimentação muito mais saudável. Os únicos comprimidos que tomava eram mesmo o ácido fólico e o iodo que entretanto passou a ser recomendado pelos médicos. 

A confirmar esta minha suspeita, um estudo divulgado pela revista online Drug and Therapeutics Bulletin refere que a maioria das futuras mamãs não precisa de suplementos durante a gravidez. Segundo uma análise realizada aos produtos, concluiu-se que estes não melhoram em nada a saúde nem da mãe nem do feto, excepto o ácido fólico e a vitamina D, aliados a uma dieta saudável.

De acordo com os investigadores, o consumo de 400mg de ácido fólico por dia pode comprovadamente proteger o feto contra anomalias no cérebro e na coluna vertebral; assim como 10mg de vitamina D diários podem ajudar mãe e bebé a ter ossos saudáveis, além de reduzirem os riscos de pré-eclâmpsia e de promoverem uma melhor adaptação da placenta.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Ler cria rotinas, estreita laços e aumenta o vocabulário


Desde miúda que devoro livros. Mesmo antes de aprender a ler já decorava frases inteiras para fazer de conta que dominava a 'arte' da leitura. Lembro-me de ler 'Os Maias' para o meu irmão porque era obrigatório na escola dele, com o pormenor de eu ter menos quase dez anos que ele...

Para mim os livros sempre fizeram parte das rotinas, fosse para ler antes de ir dormir, para fazer um trabalho para a escola ou mesmo para 'viajar' aonde a minha idade ainda não me permitia ir. Por isso, desde que fui mãe senti que tinha de incutir a mesma paixão aos meus príncipes. O que perdi nas minhas leituras pessoais (porque o tempo é pouco) ganhei nas leituras coloridas e algumas meio inventadas que temos a três. 

Muitas vezes é a princesa que começa a 'ler', depois pede-me ajuda para continuar e no final já sou só eu que estou verdadeiramente atenta à história porque a Leonor já se precipitou para outro livro. O Pedro é o único que ainda não tem grande voto na matéria, então acaba por ser o ouvinte perfeito, isto quando não se farta e decide chorar.

Se não têm por hábito ler para os vossos príncipes, seja por falta de tempo ou de vontade, ou mesmo por terem zero gosto pela leitura, pensem que se o fizerem duas vezes por semana já estão a aumentar em 17% o vocabulário dos vossos filhos e em 27% a sua memória de trabalho. A conclusão é de um estudo da Universidade de Nova Iorque que acrescenta que a leitura frequente leva a uma estimulação fonológica, o que é importante para a alfabetização, e ainda contribui para reduzir o número de crianças com problemas de comportamento.

Além disso, ler para os filhos, por exemplo, na hora de dormir, cria rotinas que facilitam o momento de adormecer e estreita laços, aproximando os progenitores dos seus filhos.

domingo, 17 de julho de 2016

#Estudo: bebés que mamam portam-se melhor


Desde que engravidamos que começamos logo a ouvir os médicos e as enfermeiras a dizerem-nos que dar de mamar é essencial para o bom desenvolvimento dos nossos bebés e que lhes dá mais defesas e anticorpos, além de ajudar na recuperação da boa física das mamãs logo no pós-parto. 

No entanto, parece que há também um impacto positivo da amamentação no comportamento dos mesmos. Segundo um estudo realizado na África do Sul, e publicado na revista PLOS Medicine, os bebés que apenas se alimentam de leite materno vêem reduzido em 56% a probabilidade de terem desordens comportamentais em comparação com aqueles que só mamam durante o primeiro mês após o nascimento.

De acordo com a médica responsável pela investigação e acompanhamento de 1500 crianças sul-africanas, Ruth Bland, o custo económico destes comportamentos 'desviantes' é «enorme» na sociedade e lembra que os crimes atribuídos às pessoas que sofrem destes distúrbios rondam os 100 milhões de euros só no Reino Unido. 

Estratégias para que a amamentação seja bem sucedida:

- Escolha um local e um ambiente tranquilo e silencioso para dar de mamar;

- Use uma almofada de amamentação para que a posição seja a mais confortável possível tanto para a mamã como para o bebé;

- Certifique-se de que o bebé introduz toda a auréola na boca de forma a fazer uma boa pega. Além de estimular a produção de leite ainda evita que a mamã sofra com gretas;

- Se conseguir e se precisar, utilize uma bomba para extrair leite. Esta pode ser uma forma de evitar mastites e de dar leite materno ao seu príncipe ou princesa quando não está em casa ou quando regressa ao trabalho (este pode ser conservado no frigorífico até 24horas numa embalagem esterilizada);

- Alimente-se como deve de ser para ter energia e leite suficientes para dar de mamar. Deixe as dietas para mais tarde e pense primeiro na saúde do seu filho.

sábado, 16 de julho de 2016

Estes dias de calor exigem proteção extra dos nossos príncipes


Perante a vaga de calor que está a afetar o País de norte a sul, é impossível não pensarmos nos nossos bebés e crianças e na forma como estes em particular sofrem com a temperatura tão elevada e os riscos de desidratação que correm.

Posso parecer demasiado radical, mas sinceramente acho que a primeira coisa que devemos fazer para os proteger é não os levar para a praia de todo- No entanto, se não resistirem mesmo levem-nos só um bocadinho e apenas de manhã, até às 9h/10h, ou ao final do dia, a partir das 18h30/19h. Muitas vezes esquecemo-nos que os riscos da praia não se resolvem apenas com um chapéu na cabeça e o protetor solar na pele.

Segundo a Direção-Geral de Saúde as ondas de calor representam uma «agressão para o organismo, podendo conduzir à desidratação [...] e podem provocar danos irreversíveis na saúde», estando as crianças nos primeiros anos de vida entre os grupos mais vulneráveis às altas temperaturas.

Aqui ficam alguns conselhos para prevenir estes efeitos negativos nos nossos príncipes: 

- Aumente a ingestão de água ou sumos de fruta natural, mas sem açúcar;

- Se estiverem expostos ao sol, mesmo que por curtos períodos de tempo, usem protetor solar com fator de proteção elevado, chapéu e óculos de sol com proteção contra a radiação UVA e UVB;

- Use roupa leve e de algodão;

- Optem por fazer refeições mais leves e mais frequentes;

- Tentem permanecer duas a três horas por dia num ambiente fresco. Se a sua casa estiver um verdadeiro forno pode sempre levá-las um centro comercial, visitar um museu ou ir ao cinema. No entanto, tente evitar as mudanças de temperatura muito bruscas;

- Nos momentos de maior calor, dê-lhes um duche de água tépida ou fria;

- Evite a permanência em viaturas expostas ao sol, por exemplo, no trânsito;

- Se tiver de se deslocar de carro ou viajar com os príncipes leve sempre água, sumos de fruta naturais sem açúcar e snacks. Contudo, prefira viajar de noite para aproveitar as temperaturas mais baixas;

- Diminua o seu esforço físico e deixe-os fazer sestas em locais frescos e à sombra.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Ter ou não ter filhos. Eis a questão...


Há mulheres que passam a vida a sonhar ser mães e que nunca conseguem; há aquelas que pensam não ter instinto maternal, mas que no dia em que vêem o seu bebé tornam-se nas mães que nunca imaginaram ser possível serem; há ainda aquelas que nunca o desejaram e que acabaram por engravidar ainda na adolescência; e até aquelas que sentiram o relógio biológico, mas que quando se tornaram mães entraram em desespero.

São todas elas mulheres, fruto da herança genética, da influência das amizades e das experiências da infância e da juventude, resultado do papel que os pais que tiveram e têm nas suas vidas, uma tábua rasa onde se escreveram e escrevem histórias, onde se desenham projetos, sonhos e ambições. Todas elas diferentes entre si, mas todas elas 'julgadas' em conjunto por uma sociedade que exige filhos, que lhes coloca nas mãos a responsabilidade da 'continuidade da espécie' ou algo do género e que faz questão de lhes mostrar que a vida não faz sentido sem um filho.

Eu faço parte daquele grupo que sempre quis ser mãe, mas que nunca se precipitou para uma relação só porque sim e muito menos tive aquele 'chamamento' ou aquele clique do relógio biológico. Apesar dos meus sobrinhos terem sido criados lá em casa, a verdade é que a primeira fralda que mudei foi mesmo a da minha filha. Acho que nunca tive aquele instinto natural de maternidade e sinceramente parece-me que as crianças sempre o perceberam... sempre adorei bebés e crianças, mas nunca foi aquele tipo de relação de empatia e paixão à primeira vez só porque sim...

No entanto, desde que fui mãe, os sentimentos mudaram e passei a identificar-me mais com a 'classe' das mães; a entender melhor as birras dos filhos; a achar piada ao sorriso cativante e único de um bebé; e eles também se renderam aos meus 'encantos' e noto que hoje há uma cumplicidade mais especial entre mim e a 'classe' dos filhos das minhas amigas. 

Mas nem todas são como eu e muitas (algumas por assumir, claro) não sentem vontade mesmo nenhuma de ser mães. Não sonham com isso, nunca sonharam e não imaginam passar uma noite em claro porque o bebé está a chorar ou terem de adiar viagens, projetos e carreiras. Sinceramente não acho que seja sempre o egoísmo a falar. Acho que há muitos casos em que não há relógio biológico ou este já veio estragado. São mulheres que se sentem realizadas com outros voos. Mas a sociedade não vê as coisas da mesma maneira e aponta-lhes o dedo sem benevolência. «Como é possível não querer ser mãe?», questionam-se. 

Quem é que não passou pela perseguição das perguntas: «quando arranjas namorado?»; «já estava na altura de casarem, não?»; «e terem filhos, não pensam nisso? Já não vão para novos...».

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Luso Júnior: água com selo de garantia de qualidade para os nossos pequenos príncipes (e que dispensa ser fervida)


Quando a Leonor era bebé além de esterilizar todos os biberões, tetinas e utensílios de preparação do leite e papas, a verdade é que também a água que usava era sempre fervida, tanto a que usava para preparar os alimentos como aquela que lhe dava no seu estado natural. 

Agora com o baby Pedro optei por usar água engarrafada, sobretudo por causa da nova campanha da água de Luso que me dá uma garantia extra de que faço o melhor para ele. Além de me fazer poupar tempo e de ser muito mais prático, ainda é a opção mais segura. Segundo a marca, a água com o selo 'Convém para a preparação dos alimentos para lactentes' é captada numa área livre de contaminações, tem características físico-químicas estáveis, ou seja, mantém sempre a sua composição e dispensa ser fervida.

Já agora sabem qual a quantidade de água mais adequada a cada idade? Aqui fica uma tabela que pode dar imenso jeito para controlarem a ingestão de água, sobretudo, quando os nossos príncipes são mais pequenos. No entanto, nunca nos devemos esquecer que estes valores podem oscilar ligeiramente dependendo do calor, do esforço físico e se ainda ingerem leite materno ou não.


Os nervos de ir conhecer o colégio dos príncipes (e o regresso ao trabalho que está para breve)


Quando chega o dia de irmos visitar o colégio dos nossos filhos, ver as instalações e conhecer a educadora e as auxiliares estamos sempre um pouco apreensivos e um tanto ou quanto nervosos... quase que parece que somos nós que vamos pela primeira vez para a escola. 

Então quando isso se multiplica por dois príncipes, sendo que a mais velha vai mudar de colégio e conhecer novos amiguinhos, há um misto de sentimentos, emoções e ansiedade. Apesar de acreditar que a mudança é sempre positiva, sobretudo porque nos dá a destreza necessária para nos adaptarmos às exigências da vida, a verdade é que ela ainda é uma bebé (pelo menos aos meus olhos ehehehe).

Para facilitar a adaptação à ideia, vamos dizer-lhe que agora que tem três anos vai para a 'escola dos crescidos' e para perto do mano para ir com ele todos os dias de carro. 

Agora 'só' falta esperar até dia 1 de setembro, tratar do resto da papelada (que é mais que muita) e começar os preparativos para a 'mala da escola' que mais parece a mala que tive de arranjar para a maternidade.

Bibes, lençóis, protetores solares, babetes, cremes hidratantes, chuchas, biberões, soro e fraldas são apenas a ponta do iceberg da lista de pertences obrigatórios para o primeiro dia de escola do baby Pedro e da princesa Leonor.

P.S.: E a juntar a estes nervos e preparativos, há ainda outro pormenor que me anda a tirar o sono (que já não é muito): faltam menos de duas semanas para regressar ao trabalho e deixar o baby com a minha mãe... (panic)

#ODDE RIO: os ténis unissexo mais cool do Brasil já aterraram em Lisboa




Há por aí fãs de ténis confortáveis, unissexo e concebidos para fazer frente aos desafios do dia a dia? Depois de conquistar o público carioca, a marca brasileira ODDE RIO chegou à capital portuguesa com inúmeros modelos de linhas simples e cores fáceis de conjugar, mas com um espírito cool e energia positiva para quem é apaixonado por viagens e aventura.



O espírito da marca nasceu há três anos numa viagem que Patrick Dohmann e Kaue Maciel fizem ao Perú e toda a inspiração vem disso mesmo: da paixão por viajar e por produzir calçado de qualidade e sustentável.



Portugal é o primeiro país que os jovens criadores escolheram para se internacionalizarem. A língua, a história que une os dois países e algumas viagens que já tinham feito a Lisboa foram algumas das justificações para esta escolha, mas não a única. O povo português inspira-os. A sua vontade de conhecer o mundo e a época áurea dos Descobrimentos fora motivos de peso para optarem pelo mercado luso logo a seguir ao brasileiro. 

No entanto, desenganem-se se pensam que querem uma produção massificada, pois o facto de criarem um bem amigo do Ambiente e sustentável é uma das suas principais prioridades.


Outra característica que salta à vista é a sua versatilidade e o facto de serem unissexo. Na verdade, a única coisa que muda nos diferentes modelos é mesmo a sola, a cor e o tamanho, pois todos os modelos podem ser tanto para menino como para menina. 

Além de estarem num espaço físico nas Galerias de São Bento (Rua de S. Bento, nº33), também têm uma loja online onde se podem ver e adquirir os modelos.

P.S.: Eu ainda não tenho nenhuns, mas o maridão tem e adora. 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Ainda se lembram como era a vossa vida pré-redes sociais?


Antes de haver Facebook, Instagram, Pinterest, LinkedIn e afins...

fazíamos anos e só os amigos mais próximos e os familiares se lembravam; não era como hoje que recebemos tantas mensagens e comentários (até de quem não 'conhecemos') que mais parecemos ser o próprio Presidente Marcelo Rebelo de Sousa;

terminávamos relações em silêncio ou em lágrimas e gritos e lavávamos a roupa suja no prédio para as vizinhas ouvirem, mas não o partilhávamos com o mundo inteiro;

só conhecíamos os filhos dos amigos em ocasiões especiais ou quando os encontrávamos por acidente no supermercado e muitas vezes só os víamos pelas fotos em formato tipo-passe que os pais guardavam religiosamente na carteira;

quando íamos de férias nem a vizinha mais cusca lá do bairro conseguia saber qual o destino ao fomos de férias para a Costa Alentejana e não para o Dubai como tínhamos dito anteriormente;

mentíamos ao patrão, dizendo que estávamos doentes e não de ressaca, e raramente éramos apanhados. Hoje, somos descobertos no próprio dia após partilharmos uma foto super gira num bar de praia a beber um cocktail ou a festejar uma qualquer vitória futebolística;

quando alguém nos seguia, tinha acesso a informações pessoais e algumas até privadas e via as nossas fotos dizíamos que tínhamos um 'stalker' atrás de nós e íamos à polícia. Hoje falamos em seguidores ou amigos ou admiradores ou até os consideramos mais um número de prestígio na lista de pessoas que colocam gosto nas imagens e comentários que partilhamos;

tínhamos uma lista telefónica com 30 ou 40 números no máximo e conhecíamos todos. Hoje, temos 899 amigos no Facebook, mas só falamos, no máximo, uma vez por ano com 20, conhecemos realmente 10 e somos amigos de possivelmente dois...

Mais uma estratégia para acabar com as cólicas


Quem tem um bebé com cólicas de certeza que já experimentou tudo o que é possível e até o mais improvável para poupar o príncipe àquele sofrimento e ganhar umas horas de sono e descanso. As tradicionais gotas de Aero-OM ou o mais recente Colimil, as massagens na barriga e os exercícios com as pernas, as toalhas aquecidas e as gotas de Infacol ou de Gripe Water importadas do Reino Unido ou trazidas pelos amigos que lá vivem são apenas algumas das coisas que os pais experimentam em desespero.

E hoje li mais uma sugestão interessante que, segundo um grupo de dentistas de Lousada, pode ajudar a reduzir o mal-estar e o aparecimento de cólicas. Os especialistas que desenvolveram um projeto de limpeza da mucosa bocal após o aleitamento defendem que os recém-nascidos que são amamentados acumulam ao final do dia muito leite na boca e nas gengivas que acaba por azedar e provocar cólicas. 

A melhor forma de o prevenir (e não custa tentar) é precisamente limpar diariamente a boca dos bebés com uma compressa ou com uma dedeira em silicone, acrescentam os especialistas ao Correio da Manhã na edição impressa de ontem.

Aqui fica uma ideia engraçada da OrigamiKids: o primeiro conjunto de higiene oral, com direito a dedeiras de silicone para os primeiros meses e escovas para depois do nascimento dos primeiros dentinhos e com a vantagem de todos os produtos serem eco-friendly.


domingo, 10 de julho de 2016

Sete cuidados alimentares que ajudam a combater a queda de cabelo no pós-parto


O cabelo e as unhas são vistos pelo nosso organismo como elementos não essenciais, daí que sejam os primeiros a mostrar sinais de enfraquecimento quando alguma coisa não está bem, seja a nível hormonal ou provocado por situações de stress, alimentação deficiente ou medicação; ou ser de origem genética ou hereditária. 

Tendo em consideração que o pós-parto é das fases em que cai mais cabelo, mas que a maioria das mulheres não pode fazer medicação (pelo menos sem aconselhamento médico) porque estão a dar de mamar (como é o meu caso), procurei encontrar alternativas que as ajudem a reduzir o impacto destas alterações hormonais na sua imagem, sobretudo porque a queda de cabelo é vista como uma preocupação para nove em cada dez mulheres, já para não falar que um cabelo cuidado transmite mais confiança ao nível laboral, segundo responsáveis de recursos humanos inquiridos num estudo da Viviscal. 

Além de ter uma vida saudável, sem tabaco e sem álcool, e de não abusar de produtos de styling, secadores e pranchas de alisamento ou para fazer caracóis com temperaturas demasiado elevadas, há alimentos essenciais para fortalecer a queda de cabelo durante o pós-parto, mas sem prejudicar a amamentação. A Viviscal partilhou com o Marcas Avant-Garde algumas sugestões da nutricionista Natália Costa que podem fazer a diferença:

1. Ingira peixes como sardinha e salmão e sementes como a linhaça que são ricos em Ómega 3, ácidos gordos polinsaturados e o complexo marinho AminoMar C (responsável por fornecer as proteínas essenciais necessárias para a nutrição do cabelo) que ajudam a promover o crescimento capilar, além de lhe darem brilho e hidratação;

2. Coma vegetais de cor verde escura como os brócolos, agriões e espinafres. Recorde-se que a carência de ferro no nosso organismo leva muitas das vezes à anemia, que se caracteriza pela diminuição dos glóbulos vermelhos, havendo um menor aporte de oxigénio às células dos fios capilares, provocando a quedas acentuadas.

3. Prefira as carnes brancas como o frango e o peru e a carne escura de vaca;

4. Ingira leguminosas como o feijão, o grão, as favas e as ervilhas, a soja e as lentilhas que são ricos em proteínas, pois estas são o elemento estruturante do fio do cabelo: a célebre queratina. Sem os aminoácidos que compõem essas ditas proteínas, a síntese de queratina será insuficiente, retirando força e vitalidade ao cabelo;

5. Não se esqueça da importância dos vegetais e da fruta, sobretudo do kiwi, frutos vermelhos e tomate que têm vitamina C. Recorde-se que a vitamina C é um poderoso antioxidante, protegendo o nosso cabelo das agressões diárias, como a poluição e o uso de produtos mais agressivos, devolvendo-lhe brilho e vitalidade.

6. Coma bastantes vegetais e frutas ricas em betacaroteno (batata doce, cenoura, papaia) porque o betacaroteno é transformado no nosso organismo em vitamina A permitindo a formação de óleos naturais ao couro cabeludo, evitando assim a sua descamação;

7. Introduza na sua alimentação cereais, sementes e oleaginosas como a aveia, arroz, sementes de girassol, nozes, amêndoas e castanhas que são ricos em zinco, selénio e cobre que são fundamentais para o natural fortalecimento do cabelo.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

#FazFigura: momentos a dois precisam-se


Na semana passada tivemos um jantar romântico a dois, pela primeira desde o nascimento do Pedro. Escolhemos o aniversário do maridão para ir conhecer um restaurante com uma longa história na cidade de Lisboa e que queríamos experimentar já há algum tempo, o Faz Figura. 

Pedimos reforços para ficarem com os miúdos e as avós disseram na hora que sim (mal sabiam elas o serão que iriam ter). Apesar da princesa Leonor ter começado o dia logo a dizer que não queria que eu fosse sair sem ela e que ou não ia ou ela viria comigo, a verdade é que foi o baby Pedro a grande dor de cabeça dos avós. 

Desde que saímos de casa e até ao momento em que chegámos ao restaurante - cerca de uma hora por causa das obras perto do Terreiro do Paço - ele não parou de chorar e gritar, ora no colo de uma avó, ora no colo da outra. Engolimos em seco e tentámos não desanimar. Pensamento: «Já que saímos de casa, pelo menos que aproveitemos este momento para jantar como deve ser». Sim, o pensamento vale o que vale e o que é certo é que passado uns cinco minutos já estávamos com o telemóvel na mão preparados para saber se já tinha parado... pelo que percebemos, esteve duas horas intensivas a chorar. As avós já não sabiam que suava mais, se elas, se ele. 

Já a princesa ia distraindo-se a brincar com o avô, mas estava com tantas saudades nossas que acordou uma hora depois de regressarmos a casa e foi ter ao nosso quarto pé ante pé. Não queria dormir na nossa cama, nem que eu dormisse na sua, queria apenas que eu a fosse deitar, lhe desse mimos e a ficasse a ver adormecer. No dia seguinte de manhã confessou-me que tinha tido «muitas saudades».



Se me perguntarem se compensou, a resposta é sincera e simples: sim. Além de estarmos a precisar de um momento só nosso e fora da rotina e das 'obrigações' de pais, acho que também os nossos filhos estavam a precisar de 'desligar' um pouco do hábito do colinho da mamã e do papá.

No entanto, quando vamos jantar fora, há outro fator que realmente importa: a comida e a bebida. Infelizmente ainda não posso beber vinho, mas o maridão pôde e adorou todo o conceito de vinho a copo e de a ementa ter sugestões para cada prato. Além de ajudar quem não percebe ou conhece muito bem os vinhos portugueses, ainda é uma ótima forma de sair das escolhas seguras e experimentar novas colheitas e zonas de produção. 



Já a comida, e essa pude degustar sem restrições relacionadas com a amamentação, ficou acima das expetativas. Para entrada optei por uma das sugestões da nova ementa de verão, um tártaro de atum com pequenas esferas de maracujá para refrescar e algo mais tradicional para prato princiapal: magret de pato. 


Por último, aqui a gulosa não resistiu a um fondant de caramelo com sorvete de toranja e ainda bem porque era simplesmente delicioso. Já o marido adorou os secretos de porco preto confecionados a baixa temperatura e durante quatro horas, à semelhança do que acontece com as bochechas, e ficou rendido ao ninho de codorniz de entrada, não só pelo sabor, mas também pela apresentação do prato. 

A recomendar e a repetir, mas só depois de o baby Pedro entrar no colégio... pode ser que depois deixe de chorar tanto com as 'babysitters' aahaah

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Portugal, um país onde só os nascimentos fora do casamento parecem aumentar


Nos últimos 25 anos, a idade média com que as mulheres portuguesas são mães subiu dos 27 para os quase 32 anos e a faixa etária aquando do nascimento do primeiro filho seguiu a mesma tendência aumentando dos 24,7 em 1990 para os 30,2 em 2015.

Pelo contrário, e segundo dados do Pordata, o número de bebés tem vindo a cair vertiginosamente. Enquanto na geração das nossas avós, cada mulher tinha em média 3,2 filhos, na altura das nossas mães esse valor baixou para 2,5 e na nossa passou para 1,3. A comprovar este facto, em 1960, havia quase 214 mil nascimentos, em 1980, esse valor desceu para 158 mil, em 2000, passou para 120 mil e, no ano passado, não foi além dos 85.500.

No entanto, há cada vez mais nascimentos fora do casamento, sendo mais de metade dos casos em 2015, enquanto há 15 anos representavam dois em cada dez partos e há 30 anos não chegavam a ser um em cada dez.

Tudo isto fez com que a composição das famílias portuguesas também mudasse, sendo que o número de agregados domésticos privados com apenas um elemento duplicou, assim como as famílias monoparentais Já o número de casais com filhos estagnou e o de casais sem filhos subiu em cerca de 300 mil, passando de 647 mil na década de 90 para 964 mil em 2015.