quinta-feira, 30 de junho de 2016

Como sobreviver aos festivais de verão






A época dos festivais e concertos de verão está aberta e com ela surgem as preocupações com o sol, as picadas de mosquitos, o excesso de álcool e até os acidentes e outros imprevistos.

Com o objetivo de apostar na prevenção, a Cruz Vermelha Portugal fez uma lista com os 10 mandamentos dos festivaleiros para que estes tenham um verão cheio de animação e música, mas com segurança. E como não custa prevenir, aqui ficam as dicas.

1. O teu kit SOS levarás. Este deve ter a medicação habitual (pílula anticoncepcional, asma, diabetes,...); fármacos para a dor de cabeça, vómitos e diarreia; e ainda pensos, desinfetante para a pele, repelente de insetos, protetor solar e tampões de proteção de ruídos.

2. Os teus pés protegerás.
Os cortes e feridas nos pés são bastante frequentes nestes locais até porque está instituído que o sapato oficial do festivaleiro/campista é o “pé-descalço” ou o chinelo de dedo. No entanto, a Cruz Vermelha recomenda o uso de calçado apropriado para prevenir lesões;

3. Os insetos tu vencerás. Os insetos são o “bicho papão” destes ambientes, por isso é essencial usar repelente e levar creme para as picadas. Os festivaleiros devem ainda ter cuidado com as vespas e abelhas e com as carraças.

4. Das queimaduras te afastarás.
Nestes eventos é normal usarem-se tachos/panelas para cozinhar ao lume, por isso se houver alguma situação de queimadura é importante arrefecer a área queimada debaixo de água corrente, mas sem pressão, cobrir a zona com um pano limpo, húmido e sem pêlos e procurar ajuda de imediato;

5. Dos teus ouvidos cuidarás.
Nos concertos/festivais de música para jovens, o ruído em decibéis é, regra geral, muito intenso, por isso, é essencial proteger os ouvidos com tampões para esse efeito;

6. Do sol te protegerás. Evitar a exposição prolongada ao sol, beber água regularmente, usar sempre protetor e, no final do dia, aplicar hidratante são os comportamentos a adotar para evitar insolações e golpes de calor;

7. A hipotermia vencerás. Portugal tem um clima ameno no Verão, mas muitas vezes a temperatura baixa repentinamente e chove. Com a chuva vem a lama, vento frio, pés, tendas e roupa molhados, tudo fatores que podem levar a uma diminuição da temperatura do corpo, o que pode conduzir a uma situação de hipotermia.

8. Das feridas simples tu tratarás. Se tiver uma ferida pequena/corte, lave cuidadosamente as mãos e depois lave a ferida com água potável, sem esfregar; e, por fim, aplique desinfectante para a pele. Se o ferimento for profundo, extenso ou numa área sensível, deve ir ao posto de socorros.

9. Os inconscientes tu ajudarás. Por abuso de álcool, drogas ou outra razão, um festivaleiro pode, por vezes, “ficar ausente” de forma inesperada e a intervenção de terceiros pode realmente ajudá-lo. Se vir alguém inconsciente, deve colocá-lo deitado de lado (posição lateral de segurança) e pedir ajuda. Se houver uma situação de queda ou pancada na coluna, não desloque a vítima e ligue para o 112.

10. O teu posto de socorros não negligenciarás. Nos recintos dos festivais há sempre equipas preparadas para dar resposta a situações de emergência e socorro.

Verão combina com... olhos verdes


Não quis a genética que eu tivesse os olhos verdes como o meu pai, mas felizmente a tecnologia e a inovação tornaram isso possível nem que seja por alguns momentos. Apesar do boom das lentes coloridas ter sido na minha adolescência, mais concretamente na década de 90, a verdade é que hoje se tornaram num acessório de moda que ainda é usado pontualmente.

Eu este verão resolvi voltar aos 'meus' olhos verdes, mas fugi das cores demasiados sólidas ou demasiado artificiais, optei por um verde em degradé que se funde com o meu castanho e que cria a ilusão de que tenho mesmo os olhos verdes [pelo menos para quem não me conhece, claro]. 

E foi assim que descobri o site Alensa, que existe em cerca de 20 países e que comercializa todo o tipo de lentes de contacto - diárias, quinzenais ou mensais -, soluções, gotas e spray e que permite fazer encomendas online com previsão de data de chegada bastante rápida. Por exemplo, se encomendar hoje, na próxima segunda-feira já as tenho em casa. E em vez de fazer como na minha adolescência e ter de ir à loja física escolher a cor e a marca, bastou consultar a palete de tons, encomendar online e esperar (pouco, diga-se de passagem) que chegassem a casa. 

Confesso que estava meia apreensiva, porque isto das novas tecnologias tanto pode correr muitooo bem, como muitooo mal. No entanto, aqui o caso foi mesmo de sucesso e esta semana já as experimentei. 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Ser feliz dá trabalho e cansa tanto, que o diga a minha princesa



Já todos sabemos que ser feliz dá trabalho e não é propriamente fácil, mas será que já pensámos no quanto a felicidade pode ser cansativa? Que o diga a minha princesa que do alto dos seus três anos tem diariamente a árdua missão de correr, saltar, brincar e sorrir até à exaustão...

Hoje dedico este post à baby Leonor e por isso escrevo-o todo como se estivesse a falar directamente para ela:


«Acordas cedo e com mau feitio cinco dias por semana. Corres logo para o colo da mamã a pedir leite e mimos e saltitas até ao berço do mano para o acordar e encher de beijos ruidosos e gritinhos de pura alegria. 

Lavas os dentes e eu tento pentear-te. Foges e voltas a fugir pela casa fora. Volto a pentear-te e escolho a roupa. Olhas com atenção para o visual selecionado, analisas-o, torces o nariz em sinal de desagrado. Vês a segunda hipótese e concordas com um 'Uau' sonoro quando vês que é uma saia rodada ou um vestido florido. 

Toca a vestir rápido que o tempo nos foge entre os dedos como se de areia se tratasse. Chegas ao colégio, dás um beijinho à mamã ou ao papá, corres para junto dos teus amigos e aí começas a tua primeira maratona de brincadeiras. Uns dias és cabeleireira, noutros mãe, princesa, sereia e até a Elsa do Frozen (aí que canseira)... 

Depois chega o almoço e a sesta porque até as guerreiras mais fortes e corajosas precisam de recarregar baterias. E é o acordar para voltar a brincar que te preenche os sonhos. Sonhas com as tuas amigas, com os castelos que vão construir, com as profissões que vais representar. Mas também já sonhas com o regresso a casa. Acordas, lanchas e brincas, tudo num corrupio que já acompanhas como se fosses uma princesa crescida, quando na verdade ainda és só uma bebé, a minha bebé. 

E depois vem o melhor do dia, a mamã e o mano chegam para te ir buscar. Às vezes, quando o mano fica no carro com a avó, perguntas-me logo muito despachada se está acordado porque queres brincar com ele. Quando não está ficas triste, mas não desanimas e assim que chegas ao carro esforçaste para que ele 'sem querer' acorde 'sozinho'. Sorris como uma atleta que cortou a meta e voltas a sorrir para que o teu mano sorria de volta e ele rendido ao teu charme sorri também. 

E é quando entramos em casa que a terceira maratona de brincadeiras arranca, contigo mais cansada e sem tanta vontade de corridas, mas mesmo assim ainda vais para a tua cozinha, transformas-te em mini chef, cozinhas para o mano e para a mãe, nos intervalos perguntas quando chega o pai, sentas-te na secretária e desenhas, vais para o chão e fazes legos. E enquanto corres de um lado para o outro vais ver o mano, sorris-lhe, perguntas-lhe se está bom. 

Quando se ouve a porta a abrir, escondes-te debaixo na mesa e fazes de conta que não estás. O papá alinha sempre no teu jogo do gato e do rato e procura-te em vão, até que tu com esse sorriso lindo sais do teu esconderijo de princesa e abraças-o com a força das saudades que acumulaste o dia todo. Sorris muito e pedes-lhe que depois de um dia longo e cansativo de trabalho se sente contigo no chão, faça de cavalinho contigo às costas, finja que come a massa que fizeste a fingir e cante a música do Frozen contigo no meio da sala. E ele diz que sim, com o rosto cansado, mas puramente feliz. É impossível resistir-te. 

O jantar chega por turnos, entre os que comem na mesa, o que mama no sofá, e a que volta à cozinha para reaquecer o jantar e que regressa à sala para acabar de te dar a carne. 

Depois aproveitas para ler a história da Cinderela ao mano, corres pela casa a fugir do pai que tenta em vão vestir-te o pijama. Acabas por dizer que tem de ser a mãe. Vês os desenhos animados aninhada no meu colo e colada ao mano, enquanto lhe das mimos. 

Mesmo cansada ainda voltas muitas vezes a fugir do meu colo e vais dar banho aos teus bebés e trocar-lhes a fralda. É que «já é de noite» e eles também têm de se preparar para dormir. 

E é só quando o cansaço está quase a levar-te a melhor que te rendes e que pedes leite e colo. Adormeces nos meus braços, muitas vezes os mesmos braços que também já têm o teu mano aconchegado. 

E no final do dia, depois de tanta azáfama, tanta corrida, tanta brincadeira e até tantas lágrimas e sorrisos, é impossível dizer que ser feliz não dá trabalho ou não cansa. Cansa, mas compensa tanto. Cansa, mas preenche-nos a alma e o coração só com o teu sorriso.

#Desafio: regressar à boa forma física


Quem é que não sonha em melhorar a sua forma física? Imagino que haja poucas pessoas a responderem que não gostariam de ser mais saudáveis e de se sentirem melhor consigo próprias, sobretudo se foram mamãs recentemente como é o meu caso... Apesar de já ter conseguido perder os 12kg ganhos na gravidez do baby Pedro, a verdade é que ainda há uns 10/15kg que persistem da gestação da princesa Leonor e esses teimam em não ir embora. 

Hoje partilho uma forma interessante de se sentirem mais motivadas nesta maratona seguindo conselhos de alimentação da nutricionista Ágata Roquette e dicas dos personal trainners do Lagoas HealthClub. 

A iniciativa intitulada Maratona Virtual foi criada pel'A Vaca que ri e tem por objetivo partilhar com as fãs da marca posts com 'orientações' nutricionais. Durante 42 dias, os inscritos na app serão desafiados a percorrer quatro etapas através das dicas que vão recebendo diariamente. 

Além de perderem peso e ganharem saúde, os 10 fãs que ficarem nas primeiras posições da maratona serão recompensados em cada etapa com uma das seguintes ofertas: 1.ªEtapa – 10 cabazes de queijos A Vaca que ri Light; 2.ª Etapa – 10 kits de corrida, 3.ª Etapa – 10 passes de 6 meses no Lagoas Health Club; e 4.ª Etapa (meta) –10 planos nutricionais personalizados pela nutricionista Ágata Roquette. 

Para conseguir avançar mais rápido pode sempre partilhar as dicas diárias e colocar gostos nos conselhos, assim ganha uns metros extra. Boa sorte e boa maratona!

Brands: Alain Afflelou inova no conceito e abre novo espaço no Dolce Vita Tejo



Na semana passada fui conhecer a nova loja e o novo conceito da cadeia ótica Alain Afflelou localizada no piso O do Dolce Vita Tejo, mesmo ao lado da MEO. 

Luxo, modernidade e design são as palavras de ordem e as mais adequadas para descrever um espaço amplo, cheio de luz e repleto de marcas premium como Prada, Dior e Dolce & Gabbanna que estão distribuídas por 100m2 e em expositores mais modernos e apelativos.


A 28ª loja da marca francesa em Portugal é a primeira na Península Ibérica e a terceira a nível europeu com este novo e moderno conceito que alia moda, design e savoire faire, mas sem esquecer a importância de ter um ambiente acolhedor e elegante.

Para celebrar esta inauguração cheia de estilo, a marca ofereceu 100 pares de óculos de sol aos primeiros clientes que se dirigiram à loja no último fim de semana. 

terça-feira, 28 de junho de 2016

#Grávidas: dez dicas para dormir melhor nas noites de calor


Há por aí futuras mamãs com insónias? O post de hoje pretende ajudar a dormir melhor nestas noites de calor. É que além do peso da barriga, das dores nas costas e às vezes até da ciática, da falta de posição para dormir, da vontade de fazer chichi de meia em meia hora e das dores nas pernas por causa da má circulação, o calor é mais um fator que só aumenta as insónias nestas noites de verão.

1. Tente dormir sestas durante o dia para estar mais relaxada e calma à noite. Esta é uma forma de compensar as horas que dorme a menos à noite;

2. Evite ingerir demasiado sal e comidas condimentadas que aumentam o inchaço das pernas e provocam retenção de líquidos e não coma muito antes de se ir deitar;

3. Beba bastante água durante o dia, mas não o faça imediatamente antes de ir dormir para evitar estar sempre na casa de banho;

4. Faça alongamentos várias vezes ao dia. Desta forma irá reduzir as dores nas costas e nas pernas e ainda relaxar a parte muscular;

5. Abuse das almofadas. Apesar de estar calor, a verdade é que as almofadas são essenciais para encontrar a posição perfeita para as suas costas, pernas e sobretudo para a sua barriga;

6. Use roupa leve e de algodão. Para dormir não há nada melhor do que peças largas que não a apertem e leves que não a aqueçam demasiado;

7. Tome um duche com água morna antes de ir dormir. Além de ser um momento relaxante e que propicia o sono, ainda a ajuda a baixar a temperatura do corpo e a sentir-se mais fresca. No entanto, evite usar sabonete em excesso porque seca a pele;

8. Refresque o quarto antes de se ir deitar. Pode simplesmente abrir a janela ou ligar uma ventoinha sem estar no quarto nesse momento para não se constipar;

9. Massagens e acupunctura. O recurso a massagens nas pernas para reduzir o inchaço característica desta fase ou a acupunctura para estimular pontos essenciais para se acalmar e relaxar também podem ser uma boa solução;

10. Mude de visual. Cortar o cabelo ajuda-a a manter-se mais fresca e ainda lhe dá outro animo para enfrentar as mudanças pelas quais o seu corpo está a passar, 

#AlexandAni: um design cheio de significado e com alma solidária


Desde 2011, que a marca Alex and Ani já entregou mais de 30 milhões de dólares em donativos a organizações sem fins lucrativos e estabeleceu parcerias com mais de quatro dezenas de instituições de beneficência.

Este ano é a vez da marca de pulseiras eco-friendly e com mensagens positivas chegar a Portugal com o projeto Charity by Design. Até ao dia 8 de julho, a Alex and Ani oferece um desconto de 30% em artigos selecionados e uma percentagem das vendas irá reverter a favor da Associação Animais de Rua com o objetivo de apoiar o seu trabalho na área da proteção de animais de risco. Esta iniciativa dá seguimento a um projeto solidário na área da proteção e defesa de animais domésticos em risco em Portugal que incluiu um donativo de dois mil euros entregues à União Zoófila no início do ano.


Aliada a esta alma solidária, a marca norte-americana Alex and Ani cria peças de joalharia e acessórios ecológicos, dotados de um significado especial que pretendem avivar a luz que reside dentro de cada um de nós, sendo que cada peça traz consigo um cartão com um texto especial sobre o simbolismo daquele artigo. Segundo a responsável pela marca em Portugal, «a maioria dos clientes guarda esse cartão junto do artigo e lê-o para reforçar a sua própria energia positiva». «É incrível trabalhar num projeto deste género com uma vertente tão emocional e que devolve à sociedade o que a sociedade lhe dá.»

Confesso que já era fã das pulseiras, mas desconhecia que cada modelo tinha uma história por trás que, aliada a um design específico, tinha o objetivo de tornar o nosso dia ou uma ocasião especial ainda mais especial e cheia de boas energias. Acreditar consegue mesmo fazer milagres.

#Birthday: hoje é o dia do 'Papá Rui'


Passo a vida a falar dos meus príncipes e das peripécias de ser mãe, das mudanças da minha vida com dois bebés em casa, da angústia de pensar no regresso ao trabalho e até dos programas que fazemos em família e dos momentos de lazer. 

Mas hoje é dia de falar do papá Rui, da sua forma pura de ver as pessoas, do seu sentido de humor que faz rir as pedras da calçada, da sua paciência para brincar com os filhos e de contornar as birras e as teimosias da princesa, da sua impaciência e ansiedade quando chega a hora de oferecer um presente, da sua calma aparente, de dizer sempre que sim quando é apanhado desprevenido e lhe pedem um favor, de por vezes usar palavras em 'barranquenho' que mais ninguém conhece, de dizer que ama sem medos ou hesitações, de ser um amigo desinteressado e de ter um coração do tamanho do mundo. 

Sim, hoje é o dia do papá, da melhor pessoa que podia ter escolhido para pai dos meus filhos, do melhor amigo e companheiro que podia ter encontrado para partilhar a minha vida e do melhor marido do mundo quando chega a hora de me surpreender e mimar. Sim, acho que sou uma sortuda, aliás, somos uns sortudos por o ter nas nossas vidas. 

Hoje é o seu dia, mas também é o nosso.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Está grávida e vai andar de avião? Este post é para si


Sabia que a partir dos sete meses de gravidez a maioria das companhias aéreas exige uma declaração médica que autorize a viagem de avião e que são as low-cost, como a Ryanair, a Vueling e a EasyJet, as que impõem mais restrições e rigor na hora de embarcar grávida?

De acordo com um estudo realizado pela eDreams, apenas a Air Berlin e a Air France permitem viajar até às 36 semanas de gestação sem a referida declaração médica, sendo que as restantes exigem-na logo a partir das 28 semanas. 

Já no último mês antes do parto há cinco companhias que não autorizam a viagem, mesmo que com declaração médica, e entre elas está a portuguesa TAP, a par das alemãs Air Berlin e Lufthansa e da British Airways e da Turkish Airways.

Quanto a viagens no pós-parto, sete dias é o período mais consensual e mínimo que a mãe e o bebé devem aguardar até voltar a voar, caso não tenha ocorrido intervenção cirúrgica, como é o caso de uma cesariana.

Recomendações para viajar grávida
1. Consultar sempre o médico antes de viajar;

2. Chegar ao aeroporto com algum tempo de antecedência para realizar os procedimentos de embarque de forma tranquila;

3. Identificar-se como “grávida” junto do pessoal da companhia aérea para que possam ajudar no embarque;

4. Utilizar meias de compressão a bordo do avião devido ao elevado risco de trombose;

5. Evitar refeições pesadas e bebidas com gás;

6. Beber muita água durante a viagem, já que o ambiente no avião é mais seco;

7. Apertar o cinto de segurança na zona pélvica, por baixo do abdómen;

8. Solicitar um lugar no corredor para poder ir à casa de banho com mais facilidade;

9. Em caso de gravidez múltipla, informar-se junto da companhia aérea quais os requisitos pois poderão variar.

O poder das impressões digitais nos novos smartphones da Wiko


Há uns anos, e não muitos certamente, quem imaginava que bastava usar um dedo (uma impressão digital) no ecrã do telemóvel para o desbloquear e/ou aceder diretamente a uma aplicação ou a uma funcionalidade, como por exemplo, o e-mail ou as SMS? 

Mas mais do que isso, quem imaginava que seria possível 'apanhar' a namorada ou o namorado ciumento que tentou cuscar as nossas mensagens privadas ou as nossas fotografias?

Antigamente bastava carregar numa tecla para desbloquear o teclado e aceder a tudo, hoje já há smartphones que tiram foto ao 'intruso' que tenta consultar conteúdos privados... Sim, leram bem. Os novos telemóveis da Wiko não só têm um sensor que identifica as nossas cinco impressões digitais e as associa a funcionalidades, como ainda tem um sistema de segurança que impede outra pessoa de o usar e lhe tira uma foto para registar o momento. Já estou a imaginar as caras dos namorados a serem literalmente apanhados...



Na última semana fui conhecer o novo modelo UFeel da marca francesa Wiko que permite registar até cinco impressões digitais e personalizar o seu uso, além de ter um ecrã curvo para facilitar a sua utilização, 16GB de ROM ampliáveis em mais 64GB com cartão micro SD, 3BG de RAM, câmara traseira de 13MP com foco automático e câmara frontal de 5MP com flash LED. O novo smartphone está disponível em três cores diferentes: Chocolate, Creme e Cinzento Espacial pelo preço recomendado de €199, valor que a marca acredita ser bastante competitivo.

A nova gama U inclui também o Ufeel LITE (PVP: €179) que tem um estrutura metálica em alumínio, mas menos memória RAM do que o anterior (2GB) e menos MP na câmara principal (8MP em vez de 13 do Ufeel 'original'). Ao nível de cores também se apresenta em três tons bem giros: cinzento sideral, chocolate e ouro rosa.


A completar a nova gama, há umas capas originais com uma janela interativa onde aparecem as app que escolher e que não precisa de abrir se quiser só atender uma chamada ou ouvir música.

domingo, 26 de junho de 2016

Domingo combina com... panquecas

Crédito: A Cozinha da Ovelha Negra


Ingredientes:

- 2 ovos
- 1 colher de sopa de açúcar
- 130g de leite
- 110g de farinha com fermento
- 1 colher café de fermento


Método: 

Separam-se a gemas das claras. Batem-se as gemas com o leite e o açúcar até que fique uma mistura homogénea.

Com a ajuda de uma batedeira, batem-se as claras em castelo e envolvem-se com o primeiro preparado muito lentamente, para que a massa fique bem leve. 

Por fim, peneira-se a farinha e o fermento e mistura-se bem, para se ficar com uma massa bem fofa.

Aquece-se uma frigideira anti-aderente e com a ajuda de uma colher de sopa, colocam-se 3 colheradas da massa por panqueca. Assim que comecem a surgir bolhas à superfície, vira-se a panqueca com uma espátula, e cozinha-se do outro lado até ficar bem dourada.

Resultado: 

Panquecas altas e fofas e sem gordura nenhuma. Aqui não há espaço para 
manteigas, margarinas ou óleos, apenas farinha, leite, açúcar (e pouco) e fermento. Depois é só acrescentar fruta, canela, chocolate, mel, ou o que lhe apetecer. 

Eu e a princesa experimentámos esta receita da Academia Time Out num workshop no Mercado da Ribeira e ficámos fãs. É ideal para os domingos preguiçosos em casa, para os pequenos-almoços tardios e até para os lanches com os amigos depois de uma ida à praia. 

Quatro meses de um amor maior, mas muito chorão


Quatro meses depois do baby Pedro ter nascido confesso que ainda há momentos em que penso rifá-lo e em que me sinto tão cansada que só me apetece pôr o mundo no pause para poder dormir com a certeza de que não vou acordar com ele a chorar desesperado porque acordou e não viu o meu rosto ou porque tem fome e não consegue acordar de forma tranquila, apenas a gritar. 

Com dois bebés em casa tão pequenos e mesmo com a princesa no colégio durante o dia, a verdade 
é que o cansaço se vai acumulando e hoje estou num desses dias em que sinto que precisava de ir para um retiro ou para um spa durante o dia todo. Acho que um bocadinho de meditação ajudava...

E apesar de adorar sentir que os meus anjinhos dependem de mim e adoram adormecer no meu colo ou encher-me de mimos, há aqueles momentos críticos em que preferia que não se importassem que fosse outra pessoa a adormece-los, a dar-lhes leite e até a vesti-los (isto no caso da Leonor, claro). É que é tudo menos fácil estar a dar leite à princesa no colo, enquanto dou mimos ao Pedro que está no ovo a chorar esfomeado... ou então quando estão os dois com a birra do sono e eu tento embalar cada um em seu braço e a ritmos diferentes...

Mas no fim do dia, quando finalmente estão a dormir e eu vou vê-los nas respetivas caminhas e olho para aqueles rostos lindos e tranquilos, ou quando oiço as gargalhadas dos dois quando estão num momento de cumplicidade entre si, esqueço tudo e sorrio com a sensação de missão cumprida. 

Quatro meses de muitas noites em claro, de acordar por turnos para lhe dar mama, por vezes de 1h30 em 1h30, muitos convites de saídas e festas recusados, muita praia e bom tempo por aproveitar, muito cansaço acumulado e dores de costas... mas acima de tudo, quatro meses de muito amor por ver que fazes parte de uma família que amas muito e que te ama ainda mais de volta. 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Ser mãe é provavelmente a maior viagem das nossas vidas e também a mais arriscada


Ser mãe não é propriamente ir ali e comprar um vestido para usar numa festa especial ou alugar um carro para fazer uma viagem e entregá-lo depois de ver todas as paisagens bonitas do destino. 

Ser mãe exige paciência, tempo e empenho. Não dá para desistir e mudar de área como se fosse um curso superior que depois descobrimos que não era bem a nossa cara. 

Ser mãe exige altruísmo, amor e colocarmo-nos muitas vezes em segundo plano para podermos dar àquele ser pequenino toda a atenção que ele precisa. 

Ser mãe é um projeto para a vida, é acordarmos todos os dias com a certeza de que existe um ser que precisa de nós quer tenhamos sono quer não. É sabermos que a nossa agenda e a nossa lista de compras deixam de ser só nossas e passarmos a fazer planos que o deixam feliz. 

Ser mãe é fazermos poupanças com aquele dinheiro que normalmente usávamos para viagens, roupa e gadgets. É dormirmos pouco e a más horas, ficarmos em casa quando estão doentes e estarmos OK mesmo quando nós próprias também estamos doentes. É tão exigente e cansativo quanto compensador. É a maior viagem das nossas vidas e a aventura mais arriscada. É uma realização imensa e um amor como nunca imaginámos que existisse. 

Ser mãe é difícil e muitas vezes absorve-nos e leva-nos à beira da loucura e do desespero e do cansaço, mas no fim de contas o balanço é sempre bom, é sempre feliz, é sempre compensador porque o amor tudo cura, tudo muda e tudo concretiza.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

#MomOf2: Novas rotinas


Desde que o baby Pedro nasceu as rotinas cá de casa mudaram. Há cada vez menos tempos livres, no sentido literal da expressão, claro, mas passaram a haver mais momentos de afetos, mimos e diversão. 

Deixou de haver tempo para algumas coisas, como arrumar a casa a horas decentes, por exemplo, mas surgiram momentos deliciosos que nos deixam rendidos a esta relação de irmãos que cresce a cada dia que passa. 

A rotina mais recente é tão simples como amorosa. Quando chegamos à entrada do prédio, no regresso do colégio, a princesa pede para se sentar nas escadas para poder ver o mano, falar com ele e enchê-lo de beijos. 

Hoje não foi exceção e ainda ali ficámos uns cinco minutos, isto depois de ela o forçar a acordar para 'cumprir' a rotina.

Festival NOS com espaço dedicado às futuras mamãs


Num momento em que entramos em countdown para o festival NOS Alive que decorre entre 7 e 9 de julho no Passeio Marítimo de Algés, é importante saber que o evento musical irá contar com uma infraestrutura pensada nas futuras mamãs. 

No momento em que celebra o seu primeiro aniversário, o programa Saúda, das farmácias portuguesas, irá marcar presença no recinto através da oferta de brindes, massagens relaxantes e pinturas de barriga às grávidas. 

No entanto, o lugar das futuras mamãs e dos seus acompanhantes no espaço Saúda está sujeito a inscrição prévia através de um formulário disponível em www.nosalive.com/acessoespecial.

As gargalhadas e o cheirinho (bom) dos bebés é só charme para conquistar os adultos


Dar e receber colo é bom. E esta é daquela premissas indiscutíveis, pois se assim não fosse não íamos todos a correr para o colinho (da mamã ou não) quando há lágrimas, gritos, desespero e tristeza ou quando há simplesmente vontade de receber miminhos porque são bons, sem ser preciso grande justificação para isso. 

No entanto, quando somos mães e temos o nosso próprio baby para estragar com mimos e dar muito colo, somos de imediato alertadas pelas nossas mães, avós e amigas de que não temos de pôr travão nessa coisa do afeto e do carinho. De certeza que já ouvimos em algum momento algo do género «se já adormeceu se calhar é melhor ires colocá-lo no berço, não?» ou «não lhe dês tanto colo que depois quando for para o colégio vai ser mais difícil... vai chorar tanto... coitadinho».

Coitadinho? Coitadinho se não tiver amor, se não tiver colo, se não tiver uns 'arruns' e uns 'gugu dadás' da mamã e do papá e até dos manos. Coitadinho se não tiver ninguém que lhe dê atenção e que olhe para ele quando ele está simplesmente a dormir tranquilo, até sob o risco de o acordar com a nossa 'presença' em cima do berço. 

E coitadinhas de nós que ficamos com tantos abraços, beijos e mimos por dar; que ficamos com vontade de os amar só mais um bocadinho; que ficamos com peso na consciência se depois de mamarem os deixamos repousar no nosso colo por mais do que cinco minutos... 

Eu confesso que sou fã de mimos. E se não forem dados quando são bebés não será certamente quando forem para a Primária, é que nessa altura vem a idade em que não querem grandes demonstrações de carinho e afeto em frente aos colegas e em que pedem aos pais que os deixem a 100 metros da escola, mesmo quando há lugar para estacionar à porta. 

No entanto, eu também acho que eles são um bocadinho mini manipuladores de mamãs e papás 'vulneráveis'... E a provar essa teoria descobri imensos estudos. Segundo um artigo publicado na revista científica PLoS ONE, os bebés não sorriem de forma espontânea, mas sim por estratégia. O objetivo é simples: fazer com que as mães lhes sorriam de volta. 

E nem o seu cheiro é assim tão inocente. Segundo um outro estudo realizado por investigadores de Oxford e de Aarhus e que será publicado no próximo mês, o 'doce perfume' dos bebés é assumidamente uma técnica biológica para espalhar charme e conquistar os papás babados. Os investigadores concluem que os bebés aprendem estas técnicas de manipulação para garantir a sua sobrevivência, pois se forem amorosos o mais mais provável é terem mais atenção, mimos e comida por parte dos adultos. 

terça-feira, 21 de junho de 2016

O que deve saber antes de optar por fazer cesariana



Lembro-me como se fosse hoje da minha primeira cesariana. Não me lembro propriamente do momento da cirurgia porque estava sob efeito de uma anestesia geral, mas lembro-me das dores que senti durante a noite, do acordar na manhã seguinte com duas batatas em vez de pés e da ausência de tornozelos, tal era o inchaço, e lembro-me que não andava, arrastava-me. E foi assim durante os quatro ou cinco dias que estive internada e acredito que ainda mais uma ou duas semanas após o regresso a casa. 

Mas uma das coisas que mais me impressionou foi o facto de eu ter tido uma recuperação tão lenta e tão dolorosa, sobretudo em comparação com uma outra paciente que teve bebé sete horas depois de mim por parto normal e que duas horas depois estava como se costuma dizer «fresca que nem uma alface», mesmo tendo tido uma bebé com 4,500kg... Sim, leram bem, tinha 4,500kg e era a terceira filha da moldava que estava internada no quarto ao lado do meu e que entrou no mesmo dia para lhe induzirem o parto. Quando nos cruzámos no corredor naquela madrugada ela já andava de forma enérgica porque «queria recuperar rápido», segundo palavras dela. Eu, tinha o mesmo desejo, mas o corpo estava longe de colaborar. 

Infelizmente, na segunda gravidez a cesariana também foi opção, mas desta vez planeada e não de urgência. Ainda bem que assim foi porque não sei se o meu coração aguentava outro momento de pânico e de medo de perder o meu bebé no momento em que estava tão perto de o ter nos braços. Esta experiência já foi bem melhor e menos traumática do que a primeira, em parte porque levei epidural e porque já estava mais mentalizada de como ia ser o momento após a cirurgia e por outro lado porque tive uns dias para me preparar.


Mesmo assim, hoje se me perguntarem o que eu preferia... eu digo sem pensar duas vezes: parto normal com uma recuperação assim como a daquela moldava com que me cruzei naquele corredor do Amadora-Sintra, naquela madrugada de dores após ter tido a minha princesa. 

Contudo, há cada vez menos pessoas a pensarem assim, sobretudo se virmos as últimas estatísticas: quase sete em cada dez mães que têm bebés no privado é por cesariana, um valor que desce para menos de três em dez no público.


Possivelmente aquelas mães que querem fazer cesariana e que estão a ler este post não serão demovidas pelas minhas palavras e nem pela minha experiência, mas talvez pensem duas vezes depois de verem os dados que partilho abaixo e que são da Comissão Nacional para a Redução da Taxa de Cesarianas, citados hoje num artigo do Expresso.

Perigos de uma cesariana para a mãe

- O risco de complicações anestésicas é duas vezes superior na cesariana;

- A probabilidade de ocorrerem lesões urológicas é 31 vezes superior e a de hemorragia grave é 11 vezes acima do normal;

- Há quatro vezes mais risco de ser necessária uma transfusão sanguínea;

- A mortalidade materna é cinco vezes superior no pós-operatório, seja por infeção (11 vezes mais frequente) ou por tromboembolismo (quatro vezes);

- Há sete vezes mais hipóteses de a mulher sofrer de placenta acreta que é uma adesão anormal da placenta à cavidade uterina nas gravidezes futuras.


Riscos da cesariana para o bebé

- A probabilidade de complicações respiratórias é sete vezes superior nos bebés que nascem por cesariana;

- A falta de contacto dos recém-nascidos com os microrganismos da cavidade vaginal altera a reação imunitária do intestino e aumenta em 25% a hipótese destes virem a desenvolver diabetes tipo 2, asma e obesidade;

- Quase metade das cesarianas realizadas em 2015 foram feitas antes das 39 semanas, o que pode levar o bebé a precisar de oxigénio e de incubadora por ser ainda «um bebé imaturo, com os pulmões não devidamente formados».

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Oh não, raio-x e antibiótico durante a amamentação...


O meu pior pesadelo confirmou-se. Andei uma semana a adiar e a acreditar que as dores de garganta iam passar e que não ia ser nada de grave. Quando comecei a ficar rouca ataquei com mel, muito cházinho e ben-u-ron, mas quando veio a expectoração percebi que a cura já não estava nas minhas mãos. 

Como estou a amamentar fiquei cheia de medo de ter de fazer antibiótico e de isso prejudicar o leite e o meu príncipe. Não queria nada ter de deixar de mamar, mas muito menos que os medicamentos lhe fizessem mal. E quando ouvi o enfermeiro da triagem falar em raio-x o meu coração ficou ainda mais apertadinho. Fui logo ao Google pesquisar se havia contra-indicações e lá está que o Google não ajudou só baralhou... Uns dizem que sim, outros garantem que não. 

Quando o médico me disse que do antibiótico não me escapava porque estava com uma faringite e que tinha de fazer um raio-x porque a auscultação estava «rude»... seja lá o que isso for... comecei a questioná-lo sobre o impacto disso tudo na saúde do baby Pedro que ainda nem quatro meses tem.

Lembrou-me que mais vale o leite de uma mãe que se está a tratar do que uma que está doente; comparou o impacto do raio-x à poluição que o chichi do meu bebé teria no meio do Oceano; e garantiu que me estava a receitar um antibiótico que sai do organismo sobretudo pela urina (80%) e que o resto é isso mesmo residual e com poucos efeitos negativos.

Lá fui eu a caminho do raio-x. Mais tranquila, mas não totalmente descansada. Aproveitei para também perguntar a opinião à especialista que me ia fazer o exame e a expressão deixou-me angustiada. Foi franca e direta e recomendou-me que ficasse 24 horas sem amamentar para garantir que não passava nada para ele. Imaginei 24 horas sem lhe dar mama e doeu-me o peito. Se às vezes tenho de sair e deixá-lo um par de horas na minha mãe e o peito parece que vai rebentar, quanto mais um dia inteiro... Ela acabou por me dizer que no mínimo 12 horas. Confesso que só aguentei 8 horas e que estou a tentar confiar nas palavras do médico. Ah e parece que no meio disto tudo tenho sorte: «ainda não é pneumonia»... 

Uma manhã deliciosa a fazer panquecas na Academia Time Out



No último sábado tivemos um programa só de meninas e a princesa Leonor não podia estar mais ansiosa por aprender a fazer panquecas com a mamã. Apesar de ela adorar o mano, a verdade é que às vezes também quer ter a mamã só para ela e assim que lhe disse que tínhamos sido convidadas a participar num workshop da 'tia Teresa' da Academia Time Out, no Mercado da Ribeira, para aprendermos a fazer panquecas ela delirou com a ideia. Ficou tão entusiasmada que nesse mesmo dia desabafou: «mamã já é de noite e não fomos fazer panquecas». Lá lhe expliquei que ainda não era nesse dia, mas sim no sábado... ficou mais satisfeita, mas em pulgas para que o dia chegasse. A verdade é que o mano e o pai também foram, mas ficaram só a ver...



Este género de workshops são super giros para os papás fazerem com os mais pequenos. Além de serem um momento de cumplicidade entre ambos, ainda são uma forma de os ensinar a ajudar na cozinha e de incentivá-los a participarem mais nas tarefas da casa. Segundo o Rodrigo Meneses, o foodie responsável pela Academia Time Out, um dos objetivos é que daqui a uns anos sejam os nossos príncipes a prepararem panquecas para o nosso pequeno-almoço (ehehehe). Sinceramente, acho que no meu caso isso vai demorar um bocadinho, mas só o facto de ter uma mini-chef já é uma grande ajuda. Além disso, estes workshops tornam-os mais independentes no uso dos utensílios da cozinha e a serem responsáveis, pois percebem que não devem mexer no fogão quando este está ligado ou que as facas devem ser manuseadas com precaução. 




A única tarefa em que a ajudei a princesa foi a partir os ovos e a separar a gema da clara, pois achei que ela ia simplesmente esborrachar os ovos se o fizesse sozinha. Tirando isso e mais uma ou outra ajuda pontual, a Nonô safou-se muito bem e estava sempre ansiosa pelo passo seguinte da receita. No final, as panquecas passaram no teste da princesa que disse logo que as restantes seriam para o papá e para a mamã. A acompanhar as panquecas ainda tivemos direito a um batido de frutos vermelhos, simplesmente delicioso e super saudável. 




Terminada a experiência, a princesa já tinha outros compromissos em mente: ir àquele parque pelo qual passámos antes de entrar no Mercado da Ribeira. Os miúdos de hoje têm sempre a agenda muito preenchida. Depois das brincadeiras, hora de almoçar no mercado e de adormecer no carro na viagem de regresso a casa. 


Aqui fica a agenda dos próximos workshops para crianças que não podem perder:

Pastéis de Nata - 3 de julho às 16h; duração:1h30 - €25 [1 adulto + 1 criança]

Cozinha Vegetariana - 9 de julho às 11h; duração: 1h - €25 [1 adulto + 1 criança]

Mini Tartes para o Verão - 10 de julho às 16h; duração: 1h30 - €25 [1 adulto + 1 criança]

As Verdadeiras Cookies Americanas - 17 de julho às 16h; duração: 1h30 - €25 [1 adulto + 1 criança]

Cozinha Italiana: O Risotto - 23 de julho às 12h; duração: 1h - €25 [1 adulto + 1 criança]

PS: Para breve partilho a receita das melhores panquecas do mundo =D

sábado, 18 de junho de 2016

Porque será que nunca conseguimos sair de casa à hora prevista?


Uma das características que sempre marcou a minha personalidade, as minhas rotinas e a minha vida pessoal e profissional foi a pontualidade. Sempre disse que preferia ser eu a esperar do que ser eu a fazer alguém esperar por mim. E até a princesa nascer consegui cumprir os horários. No entanto, desde dia 3 de junho de 2013 que isso já não é bem assim. Nós bem tentamos organizar-nos de forma a estar preparados antes da hora marcada, mas infelizmente há sempre um imprevisto. E a partir do momento em que nasceu o baby Pedro os imprevistos multiplicaram-se. Ou é a fralda que tem de ser mudada; ou o príncipe que está com fome e quer mamar; ou a Leonor que não quer levar o vestido que lhe escolhemos porque é «muito feio» e decide fazer birra; ou o baby que acabou por bolçar para a camisa do pai; ou são simplesmente os papás que não conseguem ter tempo para se arranjarem a horas decentes de sair de casa. Já para não falar da logística de não nos esquecermos de nada entre os biberãos, fraldas, roupa extra para os dois não vá haver algum acidente, comida, chuchas... Mesmo com muita gestão familiar não é fácil...

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Rota dos hambúrgueres: uma proposta de jantar diferente


A segunda edição da Rota dos Hambúrgueres da Hellmann's já arrancou e este ano chega a 58 restaurantes de Lisboa e Porto até ao final do mês de julho. 

Em todos os espaços estará disponível um menu Hellmann’s, que inclui um hambúrguer exclusivo, preparado por cada hamburgueria com a emblemática maionese, e uma bebida, pelo preço de 10€.

Para conhecer em detalhe os estabelecimentos aderentes a esta rota gastronómica, bem como os respetivos menus, basta visitar o website de Hellmann’s .pt, consultar a App da Zomato ou o website.

Além disso, ainda se pode habilitar a ganhar refeições à borla. Se partilhar no Instagram as fotografias dos seus menus com o logo do restaurante visível e a hashtag #rotadoshamburgueres habilita-se a ganhar um almoço ou um jantar para duas pessoas no valor de 20€ que será oferecido às seis melhores fotos.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Não fomos à Disney, mas a Elsa, a Ana e o Olaf estiveram por cá


Uma festa de aniversário é sempre um momento especial, então quando se trata da festa da nossa princesa e ela celebra três aninhos, é impossível não fazermos tudo o que é possível e quase o impossível para que seja tudo perfeito. 

Como já vos tinha dito, umas semanas antes do grande dia ela fez-nos um pedido especial, queria que a Ana, a Elsa e o Olaf do Frozen viessem ao aniversário dela. Óbvio que ficámos com vontade de apanhar o primeiro avião para Paris e aterrar diretamente na Disneyland para que ela pudesse realizar esse sonho e estar com as personagens do Reino do Gelo ao vivo e a cores. Mas esse desejo passou poucos segundos depois quando caímos na realidade e começámos a listar as dificuldades de concretizar tal plano, ou não fosse o príncipe Pedro tão pequeno, a viagem tão cara e a data tão próxima. 


No entanto, demos o nosso melhor e fizemos uma festa temática em casa e, como pais exemplares que somos (ehhehe), também levámos um bolo para o colégio. Encomendámos diretamente numa fábrica dois bolos básicos, mas deliciosos, que depois decorámos com as figuras do Frozen e ainda com flocos de neve feitos com massa de açúcar. Tudo feito em casa pelo papá e pela mamã. Modéstia à parte acho que não nos safámos nada mal para principiantes e poupámos bastante. 

Só o bolo decorado ia ficar perto dos 100 euros, assim os dois bolos ficaram por cerca de 30 euros, mais as figuras da Disney €17 e a massa de açúcar que não deve ter passado dos cinco ou seis euros. Resumindo, os bolos ficaram por metade do preço. Bem sei que não tem o mesmo design dos de compra, mas tem o amor dos pais e pela cara dela acho que passámos no teste.


Apesar de a maioria dos amiguinhos da escola não terem conseguido ir porque o aniversário da princesa calhou no fim de semana antes da semana dos feriados e pontes e afins, a verdade é correu tudo tão bem e a princesa divertiu-se tanto que isso foi só um pormenor. Além das brincadeiras e da animação, ainda houve tempo para o tio fazer um retrato super parecido da princesa, literalmente em poucos minutos... Para o ano há mais. Resta saber qual será o próximo desafio para os papás ;)


Quando deixamos de ser nós próprias e passamos a ser só mães [e das chatas]


A partir do momento em que os nossos príncipes nascem ganhamos um rótulo, o de mãe. Deixamos de ser o centro das atenções que éramos durante os nove meses da gravidez e passamos a ser «a mãe da Leonor ou a mãe do Pedro». 

Quando recebemos visitas, os temas giram todos em torno da nova experiência e todas as perguntas são sobre os nossos bebés. Se dormem bem, se mamam muito, se já lhes damos suplemento, se já se riem, se vamos colocá-los no colégio, se já dormem sozinhos no quarto deles... enfim, questões e temas não faltam mesmo e, de repente, passamos a ser uma espécie de enciclopédia andante para as amigas que querem ser mães e alguém com quem as nossas mães, sogras e amigas que já foram mães se comparam. 

Depois surgem os blogues sugeridos e aqueles que encontramos pela internet fora com conselhos e respostas a perguntas que nos atormentam, passamos a frequentar fóruns só para mães e deixamos de ter tempo para as saídas com as amigas solteiras e sem filhos. Já não podemos ir para aquele café porque se fuma, não dá para ir à esplanada porque está vento e no Inverno hibernamos não vá o bebé apanhar uma pneumonia. 

E quando já ninguém nos aguenta (nem nós próprias) percebemos que há um mundo lá fora que vai além dos nossos pestinhas. Claro que é bom falarmos sobre os nossos bebés, partilhar fotos com os amigos e até fazer programas só para o segmento de adultos com filhos pequenos. Mas nunca nos podemos esquecer de que antes de sermos mães também éramos mulheres, filhas, amigas, companheiras, trabalhadoras... Tínhamos sonhos, ambições e planos. Projetos que não precisam de desaparecer só porque fomos mães. Alguns podem ser simplesmente adiados, enquanto outros podem ganhar novos moldes. 

Sejam boas mães, mas não sejam aquelas mães (chatas) que vocês próprias criticavam. Falem sobre outros temas e viajem; vão ao cinema ou ao café com as amigas e oiçam desabafos ao estilo 'Sexo e a Cidade'; e realizem sonhos pessoais sem se sentirem más mães só por pensarem um pouco em vocês. Vão ver que vai saber tão bem...

My morning routines


Nunca fui muito de me maquilhar, mas há certas rotinas básicas e diárias de beleza que são para mim completamente essenciais, como usar uma água micelar para limpar o rosto, hidratar a pele e os lábios e lavar os dentes. 

Para limpar em profundidade a pele uso a água micelar da Garnier em tamanho XXL. Além de ser super prática, eficaz e fácil de encontrar em qualquer supermercado, ainda dá para imenso tempo o que me faz dispensar idas extra às compras.

Já para hidratar destaco o kit Satin Lips da Mary Kay com um esfoliante para os lábios e um bálsamo super hidratante que me deixa os lábios com uma textura de veludo.

Last but not least, lavar os dentes é daquelas rotinas imprescindíveis, sobretudo para alguém que como eu é uma gulosa incorrigível e sem grande herança genética ao nível de dentes. Estou a experimentar a nova escova da Curaprox, uma marca suíça que acabou de chegar ao mercado português, e que tem ainda uma vasta oferta de escovas para limpar aqueles sítios onde a escova não chega, uma espécie de fio dentário, mas melhor ehehe. 

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Os nomes mais usados em Portugal e a minha falta de originalidade ou o excesso de 'bom gosto'


Em 2015, Maria (5324) e João (1932) continuaram a ser os nomes mais escolhidos pelos pais portugueses para os seus rebentos. No entanto, há cada vez mais opções e mais originais na lista do Instituto dos Registos e Notariado. Do lado das meninas, por exemplo, Luana conquistou a 18ª posição com 557 registos; Bianca teve 494; Íris 462; Yara 305; e Yasmin 243. Já no caso dos meninos registaram-se 584 bebés com o nome Diego, 346 chamados de Enzo, 100 de David e 88 de Kevin.

No extremo oposto e a perderem terreno na lista de nomes mais populares estão as Andreas (6) e as Cátias (20) que ficam quase no fim da lista a par das Judites, Adelaides, Eugénias, Graças e Manuelas. Os Jaimes, os Fernandos, os Albertos, Amadeus e Alfredos também parecem estar condenados ao esquecimento na hora de escolher o nome para o filho.

E na lista também há espaço para inspiração em pessoas famosas, sendo que houve 59 pais a escolherem o nome Cristiano, 73 Micael, e até houve quem se inspirasse além fronteiras nas cantoras Adele e Rihanna, ambos os nomes com um registo.

Cá em casa também parece que seguimos tendências, sendo que a princesa Leonor tem o segundo nome mais comum da lista do ano passado (1999) e o baby Pedro o 13º com 1065 registos. Falta de originalidade ou excesso de 'bom gosto'? Ahahaha


Os 10 nomes mais usados no feminino:
1º Maria – 5324
2º Leonor – 1999
3º Matilde – 1889
4º Beatriz – 1268
5º Carolina – 1228
6º Mariana – 1205
7º Ana – 1060
8º Inês – 1001
9º Margarida – 989
10º Sofia – 950

Os 10 nomes mais usados no masculino:
1º João – 1932
2º Martim – 1778
3º Rodrigo – 1666
4º Santiago – 1632
5º Francisco – 1593
6º Afonso – 1439
7º Tomás – 1409
8º Miguel – 1271
9º Guilherme – 1187
10º Gabriel – 1143

terça-feira, 14 de junho de 2016

Qual a melhor idade para sair de casa [sem sofrer nenhum desgosto]?


Já dizia a música que o melhor dia para casar é o 31 de julho porque a seguir entra agosto, mas então e qual a melhor idade para sair de casa? Para os portugueses a resposta está nos 29 anos, um valor só ultrapassado pelos eslovacos (30) e pelos italianos (31). Além disso, mais de metade dos pais e avós na faixa entre os 50 e os 65 anos admitem que ainda vivem na mesma casa com filhos e netos. O prolongamento dos estudos, as dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e os casamentos tardios são as três justificações para que os jovens saiam tão tarde de casa. 

Segundo dados do Observador Cetelem esta tendência de coabitação intergeracional com descendentes e ascendentes é mais evidente nos países mediterrânicos, assim como o apoio aos pais idosos. Quase um em cada dez portugueses (8%) com mais de 50 anos tem um ascendente a viver consigo, um valor semelhante ao verificado em Itália e só ultrapassado pela Roménia. No extremo oposto, e sem grande surpresa diria, estão os dinamarqueses que, em média, aos 21 anos já estão fora de casa.

Eu a primeira vez que vivi fora de casa tinha 21 anos e foi quando fiz Erasmus em Madrid durante nove meses. A segunda vez foi (espero) definitiva e só se deu aos 28. Mas confesso que gostava de ter tido condições para o fazer mais cedo... os nossos pais também precisam de alguma paz e tranquilidade para gozar a reforma sem ser com um ou mais filhos e netos em casa, não?!