quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Irmãos: muita diferença de idades ou pouca?


Os meus príncipes têm dois anos e nove meses de diferença e há dias em que me pergunto se não devia ter esperado um bocadinho mais para evitar ter dois "bebés" em casa ao mesmo tempo. 

Apesar da Leonor ser toda despachada em imensas coisas, com o nascimento do irmão mais novo acabou por regredir em outras - tal como prevíamos e como é normal. A chucha, a fralda em algumas noites, o biberão do leite antes de dormir e até o querer vir para a nossa cama na maioria das noites são alguns dos comportamentos que refletem essa necessidade de se sentir "equiparada" ao mano e de mostrar que também precisa de mimo e muito colo. 

Além do fator atenção, há todo um conjunto de atividades e rotinas que se complicam com dois bebés tão pequenos: quando os dois querem colo ao mesmo tempo; quando estou sozinha a dar sopa ao Pedro e a Leonor decide que precisa de ajuda com o jantar; quando estou a trocar a fralda ao baby e a mana se lembra que também precisa de ir rápido à cada de banho; e até quando vamos passear os três e a Leonor quer ir sem mão ou a correr e eu estou com o Pedro no carrinho...

No entanto, quando vejo a cumplicidade que há entre eles e até a rivalidade saudável por um brinquedo ou por uma simples bola; quando oiço as gargalhadas sonoras dele cada vez que a mana faz uma macacada ou quando simplesmente corre na sua direção; quando se abraçam ou dão beijinhos (ou tentativas no caso do Pedro) de uma forma tão natural... percebo que há um vínculo tão inexplicável que de outra maneira - ou seja, com mais diferença de idades - se calhar não seria possível. 

Na verdade, a Leonor nunca se vai lembrar que havia uma vida antes do baby Pedro, isto segundo a tese de alguns psicólogos que defendem que só começamos a guardar memórias a partir dos dois a três anos. E também o Pedro, por motivos óbvios, nunca saberá o que é ser filho único. 

Curiosamente e comprovando um bocado esta tese do guardar memórias a partir dos três anos, no outro dia percebi que a Leonor já não se lembra bem dos amigos do colégio antigo... e na verdade ela só deixou de o frequentar em agosto do ano passado, ou seja, há 6 meses. E até em relação ao nascimento do irmão há um facto engraçado. Disse-lhe há uns dias quando fomos ao médico que ela e o irmão tinham nascido ali, no mesmo sítio. E ela com uma ingenuidade tão pura disse-me: «pois mamã, o mano nasceu primeiro e eu depois...»

E vocês mamãs, qual a diferença de idades dos vossos príncipes? 

#Passatempo: oferta de um "cabaz" de super alimentos Iswari


Há por aí fãs de super alimentos e de comida saudável? Então este é o passatempo certo para vocês. 

Em parceria com a Iswari, vamos oferecer um pack com o produto estrela da marca, o pequeno-almoço instantâneo "Despertar de Buda"; e duas recentes novidades: a "Super Vegan Protein" que ajuda a aumentar a massa muscular e a fortalecer os ossos; e a "Super Green Protein" que além dos efeitos da proteína vegan anterior ainda contribui para a normal formação de glóbulos vermelhos e para o metabolismo produtor de energia. 

Além disso, todos os participantes vão receber um código especial que dá 15% de desconto em todas as compras que fizerem até ao final do mês!

Para participar, basta partilhar o passatempo numa rede social, colocar gosto na página de Facebook do Marcas Avant-Garde e da Iswari e preencher o formulário abaixo com os vossos dados. 

O passatempo termina no dia 26 de fevereiro, por isso nada de perder tempo. Boa sorte e boas energias!


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Por um segundo deixei de a ver... o meu coração parou


O episódio que partilho hoje já aconteceu há umas semanas, mas acho que precisei de algum tempo para assimilar o maior susto da minha vida. 

Estava eu no Colombo com a princesa e a avó e fui pedir algo para lanchar. A avô ficou sentada a poucos metros e a Leonor quis vir comigo fazer o pedido. No entanto, entre o escolher e o pagar, acabou por ficar saturada e pediu-me para ir novamente ter com a avó. Até aqui nada de novo, até porque os miúdos desta idade se fartam com alguma facilidade de estarem parados sem nada para fazer. 

Como estava a poucos metros da minha mãe, sugeri à princesa que fosse "sozinha", mas sob o meu olhar atento. Mas antes peguei-a ao colo, mostrei-lhe onde estava a avó sentada e perguntei-lhe se a estava a ver. Disse-me a tudo que sim, e lá foi ela a saltitar por cima das riscas onduladas e coloridas que estão desenhadas no chão.

Ia tão concentrada em seguir as riscas que passou a "saída" sem pestanejar ou olhar para o lado. Seguiu a saltitar em direção ao "nada" ou aliás, ao "muito", porque nesse dia - como em tantos outros - havia muita gente a circular nos corredores do Colombo. 

Não hesitei um segundo e sai disparada só com uma coisa em mente: «não a perder de vista por um segundo que fosse». O problema foi quando isso aconteceu. No meio da multidão e com várias pessoas a olharem na nossa direção pelo "caricato" de ver uma criança a correr sozinha e uma mãe literalmente desesperada a correr no seu encalço, houve um segundo em que o meu olhar a perdeu no horizonte de pernas, sacos e carrinhos... O meu coração parou e só consegui voltar a respirar de alívio quando voltei a vislumbrar o seu rabo de cavalo saltitante. Peguei-a nos braços e abracei-a. 

Sinceramente, estava "perdida", mas no seu mundo de cores e riscas. Seguia o caminho sem se lembrar que tinha de parar para ir ter com a avó. Seguia o caminho que a mantinha entretida e nunca por um segundo que fosse ficou assustada a pensar que se ia perder de nós. 

Eu, pelo contrário, estava em pânico. E apesar de ter sido tudo muito rápido e de na verdade não ter passado de um susto, serviu de lição para próximos episódios. 

Sentei-a no colo num misto de mãe feliz e de mãe desesperada. Olhei-a nos olhos e expliquei-lhe o risco do que tinha acabado de acontecer. Bem sei que não a devia assustar ou amedrontar, mas tinha de pelo menos de a alertar. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Resultado do passatempo "Educar na Curiosidade"


Para mim, uma fã confessa de livros, não há nada melhor do que terminar um passatempo de livros com uma ótima adesão e imensos comentários e mensagens de seguidores felizes com o giveaway. 

Por isso, aproveito um dia dedicado ao amor para partilhar com vocês os vencedores dos três livros "Educar na Curiosidade" da Planeta, porque não há amor mais especial do que aquele que nutrimos pelos nossos príncipes e princesas e este livro é o guia perfeito para os educarmos com mais liberdade, menos tablets e TV e mais tempo e amor. 

Parabéns às três vencedoras:

- Leila Pereira

- Mónica Valente

- Lurdes Silva

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Onde guardam as vossas memórias? A Leonor tem uma explicação que desarma qualquer um...


Ontem a princesa foi passar a tarde com a avó e quando já estávamos no carro e prontas a arrancar ela lembra-se que queria dizer uma coisa à avó e eu decido fazer de "pombo-correio" para evitar ter de a tirar novamente do carro e apanharmos ainda mais frio. Perguntei-lhe o que queria dizer à avó e a resposta não podia ser mais doce: «queria dizer-lhe que gosto dela». Ok... abro a janela do carro e replico a mensagem. A minha mãe, feita qualquer avó babada, retribui com um «diz-lhe que eu também gosto muito dela». 

Lá seguimos viagem e passados poucos segundos diz-me: «sabes mamã, eu tenho memórias da avó no coração». Fiquei tão emocionada com a sinceridade e simplicidade das suas palavras que lhe disse que isso era uma forma muito bonita de se explicar as memórias.  

Mas ela foi mais longe e disse-me que isso só acontecia com as meninas e meninos da sua idade. Fiquei curiosa e perguntei-lhe porquê. 

- «Mamã tu não guardas as memórias no coração porque és um bocadinho mais crescida. As tuas estão na cabeça...»

Fiquei num misto de derretida com pensativa. O alcance das suas palavras foi muito maior do que ela neste momento tem capacidade para perceber... 

Quantos de nós não deixámos de guardar as pessoas e as memórias no coração algures durante a infância para o passarmos a fazer só na cabeça?

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Sugestões para os papás fãs de cores e padrões originais


A marca espanhola tuctuc sempre nos habituou a ideias 'out of the box', cheias de cor e padrões criativos que não passam despercebidos em nenhum sítio e em nenhuma ocasião e a coleção de primavera-verão deste ano não é exceção. 

As influências vão desde o estilo naif, sixties e pop, passando pelo tropical e divertido havaiano, mas sem esquecer o camuflado e os prints geométicos com apontamentos de Banda Desenhada e jogos de vídeo.

Mas nada melhor do que viajar pelas cores intensas desta coleção numa campanha super gira e com miúdos cheios de pinta! Enjoy <3









 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Seis cuidados a ter com a pele atópica de um bebé


Sabiam que uma em cada cinco crianças tem pele atópica e que esta pode afetar a qualidade de vida e até de sono desde tenra idade? Na prática a dermatite atópica faz com que a pele fique seca e mais vulnerável às agressões exteriores e um dos sintomas pode ser vermelhidão e prurido, mas a reação inflamatória pode mesmo chegar a fazer lesões na pele.

A Mustela lançou recentemente uma linha especial para os bebés que têm pele atópica, mas também para aqueles que apesar de ainda não terem sintomas são filhos de pais com pele atópica. 

Fomos conhecer de perto a gama Stelatopia e descobrimos que tem uma vertente preventiva, reduzindo em 54% o risco de manifestação de sintomas associados à pele atópica, mas também uma vertente de tratamento ao acalmar o prurido, hidratar a pele e reforçar a camada cutânea o que trava as agressões exteriores através do uso de dois ativos de origem natural: a perséose de abacate e o óleo destilado de girassol.


Além desta gama, há seis cuidados que os papás de babies com pele atópica devem ter para aliviar o prurido e evitar dermatites:

1. Antes de aplicar o creme deve lavar sempre as mãos e espalhá-lo por todo o corpo, incluíndo nas zonas que estão irritadas;

2. Na altura do banho, saiba que a temperatura ideal oscila entre os 30 e os 35ºC, sendo que a sua duração não deve exceder os 5 a 10 minutos;

3. Não use esponjas ou luvas de banho numa pele atópica e depois do banho seque o bebé com uma toalha de algodão e sem friccionar;

4. No dia a dia, prefira peças de roupa feitas 100% em algodão, em vez de materiais como a lã e as fibras sintéticas, e retire as etiquetas;

5. Na sua casa, areje os quartos, aspire e lave os cobertores com regularidade, assim como todos os brinquedos que possam acumular muito pó, como é o caso dos peluches;

6. Na lavagem da roupa, deve enxaguá-la bem para retirar os resíduos dos detergentes utilizados e prefira produtos adequados a peles sensíveis e sem cheiros intensos.