segunda-feira, 24 de abril de 2017

Quatro semanas = menos 3kg


Já fez um mês que comecei a minha cruzada contra o excesso de peso e ainda hoje me custa ver o ponto a que cheguei e saber que tenho o dobro da gordura que devia ter. No entanto, quando encontro roupa antiga percebo perfeitamente para onde é que os quilos extra foram parar.

Gostava de ser daquelas pessoas que comem sem parar e que a comida vai para um sítio que nem os próprios sabem. Ou então de não gostar tanto de doces, nem de salgados. 

Seria mais fácil, mas possivelmente não percebia o conceito da dieta como estou a perceber. A dieta não é apenas uma dieta. Na verdade nem pode ser vista dessa maneira. Deve ser encarada como uma mudança de rotinas e de estilo de vida. 

Ser saudável compensa e para já compensa na hora de comprar roupa. As camisas e as calças já começam a assentar melhor e já começo a conseguir ir às lojas "normais" sem ficar fora da tabela apertada que em muitos casos vai do XS ao L... e eu estava no XL...

Apesar de ter tido mais sucesso nas duas primeiras semanas de dieta - menos 2kg e menos 10 cm na cintura -, a verdade é que no total já foram 3kg. Ou seja, menos três pacotes de arroz ou de açúcar a sobrecarregarem a minha coluna e as minhas pernas. E o que é certo é que já começo a sentir a diferença. 

E a ajudar, regressei ao yoga e ao pilates para corrigir a minha postura, que em parte foi prejudicada pelas duas gravidezes, mas também pelo peso que tenho a mais. Sinto-me efetivamente mais leve e só isso é suficiente para me fazer querer continuar a cortar nas porcarias e a fomentar um estilo de vida mais saudável.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Se o baby Pedro tivesse sido o primeiro acho que era filho único


Há aqueles bebés que dormem mal nos primeiros meses por causa das cólicas - como foi o caso da princesa Leonor -, há aqueles que fazem os pais "sofrer" os pais um bocadinho mais porque prolongam as noites mal dormidas porque ainda mamam e acabam por ficar "dependentes" do colinho e da mama, e depois há o baby Pedro que está quase com 14 meses e dormir mais de 2 ou 3 horas de seguida no berço é complicado...

Hoje quando o fui buscar ao colégio, as educadoras do segundo berçário - onde ele já passa mais de metade do dia porque não quer estar com os "bebés" da sala dele disseram-me «ele quando chega a casa deve ir quase direto para a cama de tão cansado que vai daqui, não? É que ele não pára!»

Pois, era bom que assim fosse, mas infelizmente isso deve acontecer uma vez por mês no máximo. Um fim de dia típico na vida do baby Pedro nunca é tranquilo. Vou buscá-lo entre as 18h e as 18h30, chega a casa brinca uns 10 minutos e a seguir agarra-se às minhas pernas. Enquanto acabo de preparar o jantar peço umas 10 vezes ao pai ou à mana para o virem buscar porque tenho se não fica difícil cozinhar e pôr a mesa. Janta e aqui nunca há grande dificuldade porque come bem (pelo menos isso) e depois "arrebita" e volta à brincadeira. Corre a casa toda, quase sempre a jogar à bola ou com um balão, desarruma o quarto da mana de uma ponta à outra e quando lhe pego para o pôr a dormir chora. Para imaginarem o choro que é, a minha vizinha de baixo até já me perguntou o que é que ele tem...

Entre as várias tentativas para o adormecer acaba por voltar a ficar com fome e assim que vê a mana a beber leite vai a correr para a cozinha a apontar para o frigorífico a reclamar o seu biberão. Enquanto a mana bebe uns 160 ou 170ml, ele não se contenta com menos de 270-300 ml, ou seja, o biberão quase cheio. Se é menos, volta a chorar e agarra-se ao biberão como se isso fosse aumentar a quantidade de leite que lá se encontra...

Noite sim, noite não acaba por adormecer a seguir ao leite. Mas nem sempre aceita ficar no berço. Passado umas 3horas lembra-se que tem fome e acorda... umas vezes acabo por lhe dar leite e voltar a pô-lo no berço, outras fica irrequieto e não quer ir para lado nenhum, a não ser estar no meu colo. Tantas noites que, de cansaço - meu, claro! - acabamos por dormir um par de horas no sofá para tentar não acordar a mana com o choro estridente. E muitas vezes volta a pedir leite mais uma vez, assim mais perto da madrugada, do estilo 5 ou 6h da manhã..,

E nem vir para a nossa cama funciona porque quando lhe dá a fome grita e chora e empurra-me numa postura do estilo: «vai lá aquecer-me o leite! Está na hora!»

Depois de quase 14 meses a dormir por turnos ou toda torta no sofá com um pestinha grudado no meu colo, digo várias vezes que se ele tivesse sido o primeiro não havia mais babies cá por casa. E se houvesse iria demorar mais tempo... uns 6 ou 7 anos, pelo menos até eu conseguir esquecer estas noites. 

Conselhos e dicas aceitam-se... com urgência porque a minha sanidade mental anda a escassear...

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Saudades dos piqueniques


Com a mudança de casa, a organização das coisas e as inúmeras visitas que temos recebido, tem sobrado pouco tempo para os programas com os príncipes, mas hoje quando vi a nova campanha da Mustela de oferta de lancheiras isotérmicas bateram as saudades dos piqueniques. 

Não há nada melhor do que ver os príncipes a correrem pelo parque, a andarem nos baloiços e nos escorregas, a explorarem com os dedinhos pequeninos as texturas da relva, da terra e das flores, a conhecerem os insetos e os animais que por ali habitam e a darem gargalhadas sinceras e puras. 

Outro momento delicioso é aquele em estendemos a toalha e as mantas no chão e eles aproveitam para rebolar lá em cima nos segundos seguintes. Sim, acabamos sempre por ter de os "expulsar" e voltar a estender a toalha para podermos colocar as saladas, sumos, fruta, loiça, talheres e afins. 

Vamos tentar aproveitar este fim de semana para "recuperar" as rotinas de piquenique. Mas desta vez além das lancheiras dos papás, os príncipes também vão poder levar as suas próprias lancheiras que até agora têm sido usadas pela Leonor para guardar os brinquedos e tralhas - é que ela está sempre de viagem ahahaha :)

Informação extra: as lancheiras isotérmicas Musti já estão disponíveis e vêm em três cores/gamas: azul (gel lavante + Hydra Bebé corpo para pele normal - PVR: 21,61€), amarelo (gel Cold Cream + leite corporal para pele seca - PVR: 23,86€) e verde (creme lavante + creme emoliente para pele atópica - PVR: 29,59€).

terça-feira, 18 de abril de 2017

Summer dresses


Com os dias quentes o que começa a apetecer? Vestidos e sandálias!

Hoje partilho as novidades de primavera/verão da marca portuguesa Coquelicot que trazem frescura, leveza e romantismo a um estilo descontraído, mas versátil. 

Facilmente imaginamos alguns destes vestidos num dia de praia, mas com uns extra esse look pode ser adaptado para uma festa/cocktail. 


 





segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ficar desempregada não pode ser um bicho de sete cabeças, mas sim uma oportunidade


É fácil dizermos "vai correr tudo bem", "vais arranjar um trabalho melhor", "tens imensa capacidade", "fecha-se uma porta, abre-se uma janela..." o problema é que é fácil para quem diz, mas não para quem ouve...

Quem ouve isso porque acabou de ser despedido tem a noção de que a vida como a conheceu até aquele momento nunca mais será igual. As coisas vão mudar e não é porque o próprio decidiu. O próprio (na maioria dos casos) nem sequer foi consultado e quando recebe a carta de dispensa pensa «porquê? e porquê eu?». Nem sempre há resposta para essa questão e muitas vezes mais vale não perdermos muito tempo a tentar encontrar uma boa justificação. 

Depois da frustração e das dúvidas vem a revolta, por vezes misturada com a tristeza. Pensamos no que demos à empresa, no quanto vestimos a camisola, mesmo quando fomos operados e não usámos a baixa médica ou daquela vez em que o bebé ainda mamava, mas optamos por ir trabalhar porque fazíamos falta e isso do horário reduzido além do 1º ano de maternidade é visto como um abuso por parte da funcionária e até quando tivemos aquela proposta "milionária" que recusámos porque gostávamos mesmo do que fazíamos, mesmo com um salário menor. 

E quando batemos no fundo, sentimo-nos na merda. Achamos que somos as únicas aves raras nesta situação; depois percebemos que somos muitos e aí preferíamos que fossemos mesmo os únicos porque podia ser mais fácil arranjar emprego. Sim, porque nem para entrevista nos chamam. Os dias passam, já mandámos currículos para a nossa área e para outras 5 áreas que nada têm a ver connosco. Corremos todos os sites de emprego, pensámos emigrar, pensámos criar o nosso próprio negócio, mas desistimos de seguida quando percebemos que estamos em Portugal e que para tudo é preciso meses de burocracia e dinheiro inicial que não temos. 

Dormimos sobre o assunto, tentámos ver esta fase como uma fase. Mentalizámo-nos que até estávamos a precisar de uns dias... vá, umas semanas... de descanso. Se calhar esta podia ser uma fase de férias. Soa melhor, não soa? Mas na verdade não sabe a férias, sabe a castigo e curiosamente até está sol e a praia até está perto, mas e vontade?

Mas depois do luto, da adaptação, da luta, do desespero, do desânimo, das dúvidas, das filas e telefonemas para a Segurança Social, para as Finanças, para o Centro de Emprego, para os seguros, para as propostas de emprego e entrevistas falhadas percebemos que afinal havia alguém que tinha razão porque "vai mesmo correr bem!" Sabem porquê? Porque quando estamos tranquilos com a porta que se fechou e quando fazemos o luto e quando nos sentimos a recuperar a vitalidade e a força, há mesmo janelas que se abrem. E mesmo que não sejam as janelas que queríamos, sonhávamos ou prevíamos, a verdade é que devemos entrar. Há riscos que devemos correr, e este é o momento certo para o fazermos. Porquê? Porque pela primeira vez (ou não) não temos mais nada para fazer, logo podemos tentar tudo, arriscar tudo e experimentar tudo. Até aquela roadtrip que estava na bucket list, aquele curso de olaria que ninguém nunca percebeu porque o queriamos fazer, aquela visita à cidade onde gostávamos de viver e até aquele sonho de fazer o Caminho de Santiago a pé...

O caminho, faz-se a caminhar e não há limites, só estradas para escolher e percorrer!

Ainda não tenho corpo de biquíni, mas de fato de banho já


Aos poucos estou a recuperar a minha forma física, mas ainda não é o suficiente para um belo biquíni. A sorte é que há fatos de banhos tão giros, que nem me importo muito de optar por um fato de banho agora e adiar mais um bocadinho os biquínis. Hoje partilho alguns dos meus preferidos da coleção de verão da women'secret que já começou a chegar às lojas. 






quarta-feira, 12 de abril de 2017

Para as apaixonadas por cadernos, blocos e bloquinhos (como eu)


Desde miúda que sou super fã de tudo o que seja material de "escritório": canetas, lápis, cadernos, blocos de notas e até borrachas... E quando vi estes novos cadernos Noote fiquei rendida. 

Personalizáveis, inspirados nas peças de LEGO e super originais, os Noote são os primeiros cadernos com uma capa inteiramente feita de bricks e que trazem uma recarga de papel e bricks extra para podermos expressar-nos livremente. 

Além de podermos criar um caderno totalmente personalizado também podem usar a Noote App para editar os modelos das coleções que existem.   

No que respeita a preços há duas opções: €37 se tiver bricks só à frente (416 peças) e €49 se também tiver bricks na contracapa (832 peças).

A título de curiosidade, mas porque também é super importante ao nível ambiental, as recargas são de papel 100% reciclado, acid-free e há três opções: liso, pautado e pontilhado e trazem marcadores de página e uma régua destacáveis.