quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Para os fãs de Star Wars [e não só]

Conheço umas quantas pessoas que vão fazer fila à porta da women'secret para comprar esta edição especial de underwear e acessórios inspirada na saga Star Wars. E conheço mais umas quantas que a vão querer usar fora de casa, quem sabe até levar os chinelos para o trabalho ou o pijama para o ginásio...

Quem se acusa?


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pedir ajuda não significa ser má mãe ou mau pai


Adorava ser capaz de sozinha ir levar e buscar os miúdos ao colégio, dar um pulo ao supermercado, ser responsável pelos jantares e conseguir ainda enviar almoço no dia seguinte para o papá, arrumar a casa de ponta a ponta, ainda aproveitar a hora de almoço para fazer umas compras de roupa para os babies, colocar roupa a lavar, estender e ainda passar, brincar com os príncipes quando chego a casa e ainda ver um filme com o maridão à noite depois de arrumarmos a cozinha e pormos os miúdos na cama. Uffaaa só de escrever já fiquei cansada, imagine-se fazê-lo diariamente, 7 dias por semana, quatro semanas por mês, doze meses por ano... Digno de super mães e super pais!!!

Mas nem sempre temos de fazer tudo sozinhos, aliás, não somos melhores nem piores pais se carregarmos o barco todo e as tarefas todas. Apesar de não ser fácil admitir que se precisa de ajuda e de muitas vezes pensarmos que os filhos são uma responsabilidade só nossa, a verdade é que se o fizermos de vez enquando isso pode significar alguma sanidade mental e essa sim é essencial para conseguirmos ser bons pais e antes de mais melhores pessoas, mais tranquilas e de bem com a vida. Os nossos príncipes precisam de brincar, de sorrir, de estar connosco, de passear, de fazer amigos e de crescer felizes. E para que isso seja possível não podemos estar assoberbados pela carreira e tarefas domésticas. 

Por isso, se um dia vos apetecer, e se puderem financeiramente, contratem uma empregada para fazer umas horas em vossa casa; peçam aos avós para ficarem com eles um sábado à tarde; aceitem quando a sogra faz bolo ou sopa a mais ou quando os amigos vos perguntarem se precisam de companhia para irem às compras ou ao parque com os miúdos.

Às vezes é tão simples quanto isso: aceitar que os nossos familiares e amigos queiram partilhar connosco o seu tempo. De certeza que no final vão sentir-se mais descansados porque conseguiram finalmente marcar aquela consulta que tanto adiaram; fazer compras sem estar com um olho nos miúdos, outro no telemóvel e ainda a consultarem a lista; ou simplesmente dormir uma sesta sem despertador...

domingo, 15 de janeiro de 2017

Well's: Há campanhas que uma mamã nunca perde


De certeza que já ouviram falar da Campanha Especial Bebé da Well's tanto nos blogues de mamãs como nos meios de comunicação social e até no passa a palavra. E não é por acaso que já ouviram falar desta iniciativa ou não fossem os preços uma maravilha para qualquer mamã ou papá. Sim, porque quando ouvimos a palavra 'descontos' ficamos logo mais motivados, sobretudo quando se trata das despesas com os nossos príncipes que são sempre mais que muitas. 

Sejam as toalhitas que são as nossas melhores amigas, as inevitáveis fraldas que acabam por ser essenciais até pelo menos aos 18/24 meses e até mais tarde, os cremes que evitam as chatas assaduras e aqueles que tornam a sua pele ainda mais hidratada e suave ao toque, passando pelas águas de colónia que até nos apetece ser nós próprias a usar e chegando à alimentação e até aos cuidados para as mamãs, sim porque nós também merecemos mimos. 

Até dia 5 de fevereiro podem aproveitar os tentadores descontos de 30% em Cartão Continente em  marcas como Uriage, Mustela, Barral, Chicco, Klorane, Mitosyl, Halibut e Bioderma, e em produtos para o bebé para a mamã, assim como em tratamentos próprios para as recém-mamãs nos Centros de Estética Well's. E se fizer as compras na loja online ganha ainda um desconto extra de 10% em Cartão Continente sobre todas as promoções desta campanha.

Além destes descontos, há mais duas coisas super giras: dicas úteis da revista Pais & Filhos e a Lista de Nascimento para os familiares e amigos  de futuras mamãs que não sabem bem o que oferecer. Ao aderir a esta iniciativa é possível ganhar um cartão presente Well's de até 20% do valor total da lista. Mimos que sabem sempre bem, não?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Um post escrito em contra-relógio



Vou aproveitar os cinco minutos que o baby Pedro deve conseguir estar a dormir deitado 'tranquilo' no berço para escrever este post de 'balanço' dos últimos cinco dias... 

Como já sabem o meu príncipe está doente e o que inicialmente começou como uma febre que segundo a Linha de Saúde 24 não devia ser preocupante, mesmo não conseguindo baixar a sua temperatura dos 38ºC no intervalo de 4 em 4 horas que lhe dava o brufen e o ben-u-ron, acabou por se revelar numa bronquite acompanhada de amigdalite e otite... a sorte foi que aqui a mãe de segunda viagem já tem alguma experiência em febres e em bebés e achou estranho que a febre fosse tão alta (39,3ºc) e mais estranho ainda que não baixasse nem com recurso a medicamentos, compressas e banhos mornos, insistiu e acabou por o levar ao médico ao fim de duas noites a 'dormir' no sofá com ele literalmente em cima de mim a arder em febre e a gemer, ora de dores (imagino), ora da temperatura. 

E quando finalmente foi visto pelo médico confirmou-se que nada iria adiantar se não houvesse realmente um antibiótico, um xarope para a tosse e umas gotas para o nariz aliadas a alguns aerossóis.

Mas o pior no meio disto tudo tem sido mesmo o viver 24 horas sobre 24 horas vezes cinco dias com uma mini lapa agarrada a mim para tudo e para nada. Nem beber leite no colo do pai ele bebe e mesmo quando o pai tenta aliviar a mamã e adormecê-lo ou ficar com ele um pouco nos braços, ele teima em gritar e espernear num desespero de «só quero a mamã». 

E depois de quase duas semanas em casa com a mana por causa de uma pneumonia e um intervalo de regresso ao trabalho de uma semana, volto a estar em casa, de baixa de assistência à família e tão cansada que preferia mil vezes estar a trabalhar. 

Há momentos em que olho para ele e só me apetece abraça-lo e enchê-lo de mimos; mas há outros em que só me apetece deixá-lo no berço ou no tapete a brincar porque me parece que é só manha... sinceramente às vezes acho ele aproveita o estar doente para só querer colo 24horas, mesmo só tendo 10 meses... 

E cada vez que o coloco no berço acorda e agarra-se a mim a chorar como se o estivesse a 'maltratar' e a maior parte do tempo que dorme no meu colo está sempre agarrado à minha camisola como se receasse que eu o deixasse no berço à socapa ou o abandonasse... 

E no meio disto tudo ainda tenho de arranjar uma energia extra para ir buscar a princesa ao colégio, enquanto os avós ficam com o baby que não pode sair de casa; e dar-lhe mimos e atenção a ela que precisa tanto ou mais de mim como o irmão... o problema é que eles ainda não sabem muito bem essa teoria do dividir o colo. Ela pede «o colo todo» e ele quando sente que ela lhe está a roubar espaço empurra-a e quando estamos distraídas ainda lhe puxa o cabelo...

Os bebés sofrem... mas a mãe também (e não é pouco!)


P.S: Vou tentar aproveitar que ele ainda não acordou com a tosse e a dificuldade em respirar e vou tentar almoçar que isto de comer com ele grudado em mim não é nada fácil..

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Assunto tabu lá em casa: acabar com a chucha


Nunca pensei muito na questão da chucha, até porque a princesa Leonor nunca achou grande piada à mesma quando era mais pequena e só começou a usá-la regularmente a partir do primeiro ano de vida. O problema é que hoje em dia não vive sem ela. 

Desde que entrou no colégio, aos dois anos e meio, que lhe dizemos que é só para dormir: a sesta na escola e à noite em casa. Mas já lá vai mais de um ano e nem sempre é só para dormir, tantas vezes que a apanho de chucha na boca enquanto vê TV ou quando está simplesmente a brincar. Já perdi a conta às vezes que lhe disse: «Leonor a chucha é só para dormir!»; «Olha que estás a ficar com os dentes tortos...»; ou então «De chucha não te percebo...». E realmente ela no momento tira-a, mas o problema é que passado uns minutos esquece-se e lá vai buscá-la e coloca-a na boca quase sem pensar...

Ainda pensei em dá-la ao Pai Natal, em troca dos presentes, mas depois temi que ela começasse a associar o Natal ao fim dramático e triste da chucha e achei melhor não o fazer.

Agora, resta-me tentar fazê-lo de uma forma 'normal' e natural, mas sinceramente não sei como é isso... sim, as mães bloggers também têm dúvidas. Help!!!

Uma sesta pode ser melhor que um peeling. Não acreditam? Ora leiam...


Quantas vezes não cortam o cabelo ou mudam de cor, arranjam as sobrancelhas e até compram um vestido novo e a vossa cara metade nem pestaneja, nem repara, nem comenta... 

E quantas vezes não lhe acaba por perguntar diretamente se não nota nada diferente? A resposta acaba por ser meio atrapalhada e inventada: «cortaste o cabelo... ou se calhar é a cor...» Pfff, desesperamos, mas lá acabamos por suspirar e pensar: «homens...».

Confesso que nunca me chateio muito com isso, até porque tenho a sorte de ter alguém a meu lado que me diz com regularidade que sou bonita, pelo menos aos seus olhos e isso é que me interessa realmente. 

Mesmo estando acima do peso ideal e de nem sempre usar maquilhagem e de ir tão pouco ao cabeleireiro que até dá dó... a verdade é que ele consegue ver além disso tudo e mostra que gosta de mim mesmo quando não há nada para notar de diferente. 

E prova disso foi o facto de uma destas tardes que tive de 'férias' em casa me ter surpreendido com a pergunta: «Cortaste o cabelo? Fizeste alguma coisa à pele... ou arranjaste as sobrancelhas?... estás diferente». «Para melhor, espero» - pensei. Respondi a tudo que não e acabei por lhe confessar um simples: «Dormi a sesta...».

Pois é, parece que um par de horas de sono descansado e sem miúdos em casa faz milagres, sobretudo depois de 10 meses a dormir mal, muito mal... primeiro com as cólicas e o dar de mamar de 1h30 em 1h30 dia e noite; depois com as constipações e até pneumonias e otites que nos visitaram este Natal; e até com a cama sobrelotada com a princesa que agora tem medo das sombras no quarto dela....

No entanto, uma hora depois da azáfama dos jantares e banhos dos miúdos, ele acabou por olhar para mim e confessou: «acho que a aura especial já se foi...» ahahah Se calhar preciso de mais umas sestas reparadoras...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Primeira resolução de 2017: ser mais paciente!


Não pretendo ser a melhor mãe do mundo, somente aquela que os meus filhos precisam de ter para serem felizes, mas nem sempre é fácil encontrar as respostas que eles me pedem e muito menos perceber quais as mais adequadas. E há momentos em que a paciência entra em rotura de stock...

Ser mãe exige muito, às vezes tanto. De nós, do nosso ser e da nossa paciência. E mudar é tantas ou mais vezes obrigatório. 

Por mais que os amemos, por mais que lhes queiramos bem e por mais que os queiramos sempre junto a nós, a verdade é que por vezes sentimos que também precisamos de uns minutos só nossos. 

Faz falta respirar fundo, olhar para o nada, fazer balanços e colocar diferentes opções na balança. Faz falta encontrar respostas em nós, sentir-nos realizadas e fazer novas reservas de paciência. Faz falta fazer um detox à alma e olhar para o novo ano de outra perspetiva, de outro ângulo. 

A paciência, ou a falta dela, é provavelmente o meu maior defeito nesta árdua tarefa que é ser mãe. Quantas vezes preciso de respirar fundo e contar até 10? Quantas e quantas vezes não penso em voz baixa e acabo por verbalizar em voz demasiado alta e só quando vejo a princesa meio apreensiva perguntar-me se estou chateada, é que percebo que se calhar usei o volume acima e o tom ao lado... Quantas vezes não gostava de ser como outras mães que não gritam, não dizem asneiras mentalmente e agem sempre com a maior paciência e carinho do mundo... 

Mas infelizmente não posso ser quem não sou, posso ser um bocadinho melhor e um bocadinho mais calma e lutar diariamente para conseguir inspirar e expirar duas ou três vezes antes de tomar decisões bruscas e repentinas. E essa é a minha resolução para este ano: ser mais paciente, porque saber esperar é mesmo uma virtude.